O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou neste sábado, 22, na cúpula do G20, em Johannesburgo, na África do Sul e, na fala, de cerca de sete minutos, não mencionou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ocorrida no mesmo dia.
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O presidente destacou a importância do multilateralismo, da união dos países em desenvolvimento e da estabilidade na América Latina. Lula também manifestou apoio ao esforço sul-africano para concluir a declaração final do encontro.
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Ele deverá dar mais declarações em uma coletiva, mas, no entanto, ainda não há previsão de quando isso vai ocorrer.
O discurso de Lula foi marcado por falas conceituais. Ele não entrou em assuntos políticos do Brasil. O presidente alertou para uma das questões que tem sido frequentes em seus discursos, marcados por promessas: a desigualdade global.
Defendeu também o fortalecimento do G20 como fórum de diálogo e criticou a volta de políticas protecionistas e unilaterais, sem citar os Estados Unidos.
Lula mantém posição adotada na COP30
Ele voltou a ressaltar a questão climática, ao defender que países em desenvolvimento possam abater suas dívidas em troca de iniciativas de combate e adaptação às mudanças.
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“O G20 deve incentivar a adoção de mecanismos inovadores de troca de dívidas por desenvolvimento e por ação climática.”
Durante a COP 30, realizada entre 10 e 21 de novembro no Pará, Lula exortou as lideranças globais a assumirem metas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.
Alguém ainda escuta essa carcaça vira-lata?