A nomeação de Gustavo Feliciano para o comando do Ministério do Turismo marca uma nova etapa na composição do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O anúncio ocorreu depois de uma reunião com Lula nesta quinta-feira, 18, no Palácio do Planalto, oficializando Feliciano como sucessor de Celso Sabino, que foi dispensado do cargo um dia antes.
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
Receba nossas atualizações
A escolha de Feliciano, ex-secretário de Turismo da Paraíba, foi articulada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e conta com o apoio do União Brasil, partido responsável pela indicação. Feliciano é filho do deputado federal Damião Feliciano (União Brasil-PB) e sua indicação busca manter o alinhamento da bancada do partido no apoio ao governo.
Negociação política e fortalecimento da base aliada de Lula
Mesmo com o distanciamento formal entre União Brasil e o Palácio do Planalto, cerca de 25 dos 59 deputados do partido continuam colaborando com o governo. A substituição de Sabino foi um pedido desse grupo, que condicionou a fidelidade nas votações à troca de comando no ministério e à manutenção do espaço político.
A movimentação de Lula foi interpretada como uma tentativa de fortalecer sua base para a disputa eleitoral de 2026, ao conquistar segmentos de partidos do Centrão, ainda que sem apoio oficial. Além do Turismo, o União Brasil mantém os ministérios das Comunicações e da Integração e Desenvolvimento Regional, ambos indicados por Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Depois da confirmação de Feliciano no ministério, Lula convidou Motta e o novo ministro para conhecer uma exposição sobre a transposição do rio São Francisco.
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste





































Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.