Maia tenta mobilizar parlamentares, sugere acordos por WhatsApp e promete sessões sem 300 deputados no plenário

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), trabalha para evitar a debandada de parlamentares das sessões na Casa. Para evitar a aglomeração de congressistas, confirmou a deputados a ideia de…
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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), trabalha para evitar a debandada de parlamentares das sessões na Casa. Para evitar a aglomeração de congressistas, confirmou a deputados a ideia de chegar a acordos por meio de conversas pelo celular ou em grupos de WhatsApp. Em áudio distribuído a parlamentares, ele diz que não vai fazer sessão com 300 deputados no plenário: “A gente só vai ao plenário se tiver acordos para votar matérias relacionadas ao coronavírus”.

Há um movimento para que parlamentares fiquem em casa e evitem Brasília. Mas Maia faz um apelo aos parlamentares. “Acho que, se o Parlamento não está funcionando neste momento onde ele é parte da solução, a sociedade vai ficar mais assustada ainda”, sustenta. A ideia é que cada um pode ficar no seu apartamento ou quarto de hotel ou gabinete. No gabinete, a ideia é reduzir o número de assessores. “Deixar no máximo um”, recomendou Maia.

O demista cita que o governo enviou projeto de enfrentamento do coronavírus e comenta que é “difícil alguém ficar contra”. “A gente constrói o acordo antes, fora, pelo WhatsApp, conversando pelo telefone, em alguns casos duas, três pessoas juntas conversando. Claro que ninguém vai botar 300 parlamentares no plenário, de forma nenhuma”, avisou.

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