O tenente-coronel Mauro Cid, delator e réu no processo sobre a suposta tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023, solicitou a baixa do Exército. A defesa jurídica do militar confirmou a informação no primeiro dia de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a suposta trama golpista, nesta terça-feira, 2.
A manifestação dos advogados de Cid abriu a fase das sustentações orais. O delator foi o primeiro a firmar acordo de colaboração no caso. Em seguida, falarão as defesas de outros sete acusados, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Mauro Cid vive “processo traumático”, dizem advogados

Segundo o advogado Jair Alves Ferreira, a solicitação ocorreu porque Cid “não tem mais condições psicológicas de continuar como militar”, diz reportagem do site g1. O oficial afirmou a interlocutores que considerou o acordo de delação um “processo traumático”, por envolver não apenas Bolsonaro, mas também generais de alta patente, como Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil e da Defesa) e antigos colegas de farda.
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Durante as alegações finais, a defesa destacou que a colaboração teve um alto custo para Cid, que passou a enfrentar isolamento dentro da corporação, recebendo o tratamento de “traidor’. Os advogados sustentaram, no entanto, que a delação foi determinante para expor elementos centrais da hipotética tentativa de golpe. O pedido de desligamento das Forças Armadas foi apresentado há cerca de um mês e ainda aguarda decisão.
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Apenas mais uma vagabundagem, ele sabe como funciona, militar respondendo inquérito não pode pedir baixa. Se não fica fácil demais né
militar coió de pito…arregão! mesmo que houvesse qualquer tentativa o militar deve estar preparada pra pressão…envergonhou a farda!
Carta de um Brigadeiro
Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
Hoje perdemos a maior delas!
Perdemos nossa Coragem!
Perdemos nossa Honra!
Perdemos nossa Lealdade!
Não cumprimos com o nosso Dever!
Perdemos a nossa Pátria!
Eu estou com vergonha de ser militar!
Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
Joguem todas as nossas canções no lixo!
A partir de hoje, só representam mentiras!
Como disse Churchill:
“Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
Generais não serão mais representantes de suas tropas.
Perderão o respeito dos honestos.
As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
Mas outros, civis, conseguiram!
A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
Isso também não aconteceu?
Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
Não vai ser agora que irão.
Ah, sim, generais:
Entrarão para a História!
Pela mesma porta que entrou Calabar.
QUE VERGONHA!
Assina:
Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini
Ele não é só um traidor, é um grande mentiroso e covarde.
Este sujeito comparado ao civil que foi tratado pior do q ele e não delatou, é uma vergonha. Não viesse de onde vem, o exército, que desde Deodoro envergonha o país e perpetrou males imensos à nação. Esta força deveria ser recriada com os princípios de Caxias, ou ser extinta. Seria melhor para o Brasil.