Nesta quinta-feira, 16, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Defensoria Pública da União (DPU) apresentar a defesa prévia do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
Em 22 de setembro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou o parlamentar e o jornalista Paulo Figueiredo de coação no curso do processo.
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Além disso, o juiz do STF notificou o congressista via edital. O parlamentar, contudo, não teria enviado resposta.
Dessa forma, Moraes intimou a DPU para apresentar a defesa em nome de Eduardo.
Prazo para a apresentação da defesa de Eduardo Bolsonaro

A partir de agora, a DPU vai ter 15 dias para apresentar a defesa de Eduardo.
Após essa etapa, Moraes poderá dar andamento ao caso e a Corte de modo que a Corte avalia se torna Eduardo réu ou não.
Conforme a PGR, Eduardo buscou junto ao governo Donald Trump levantar sanções e tarifas ao Brasil e a autoridades do Judiciário como represália ao julgamento que trata da suposta tentativa de golpe.
“Os denunciados divulgaram amplamente tragédias financeiras, decorrentes das sanções que se afirmavam e se mostraram aptos para consegui-las nos Estados Unidos da América, se o Supremo Tribunal Federal não liberasse os acusados no processo penal contra Jair Bolsonaro e outros”, escreveu o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
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