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Política

Morre o marqueteiro Duda Mendonça, aos 77 anos

Publicitário foi responsável pelas campanhas vitoriosas de Paulo Maluf, em 1992, e Lula, em 2002

Duda Mendonça

O publicitário Duda Mendonça morreu nesta segunda-feira, 16, aos 77 anos. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, havia dois meses, e realizava tratamento para combater um câncer no cérebro. A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente.

Em junho, o marqueteiro contraiu a covid-19 e teve o quadro de saúde agravado — ele chegou a ser intubado. Segundo o G1, o corpo de Mendonça será cremado.

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Leia mais: “Tribunal suspende ação contra Lula por lavagem de dinheiro”

Figura de destaque no marketing político brasileiro, especialmente a partir da década de 1990, Duda Mendonça foi responsável pelas campanhas vitoriosas de Paulo Maluf à prefeitura de São Paulo, em 1992, e de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, em 2002. Ele também atuou fora do país.

Em 2005, Mendonça teve o nome envolvido no escândalo do mensalão. O publicitário se tornou réu no Supremo Tribunal Federal (STF), acusado de lavagem de dinheiro e evasão de divisas — foi absolvido em 2012. Em 2016, passou a ser investigado no âmbito da Operação Lava Jato e fez um acordo de delação premiada, pelo qual admitiu caixa 2 em várias campanhas eleitorais no Brasil e no exterior.

Leia também: “Calote de Cuba e Venezuela no BNDES chega a R$ 3,5 bilhões”

Em 2005, na CPI dos Correios, Mendonça confessou ter recebido R$ 10,5 milhões em caixa 2 pela campanha de Lula. A defesa do publicitário alegou que ele cometeu sonegação fiscal, mas não lavagem de dinheiro. Seus advogados também informaram que ele não sabia da origem ilícita dos recursos recebidos pelo PT.

9 comentários
  1. Lucio Sattamini
    Lucio Sattamini

    Um AVC que o deixasse babando já estaria de bom tamanho.

  2. Lucio Sattamini
    Lucio Sattamini

    Este CPF ora cancelado, cruel apreciador de briga de galos, fez muito mal ao Brasil. Covarde, chorou em público. Que suas cinzas sejam despejadas num aterro sanitário.

  3. Daniel Magno Baptista
    Daniel Magno Baptista

    Sou contra a censura, mas esses comentários sobre a morte de uma pessoa deveriam ficar restritos à cabeça doentia de que escreve. Uma revista como essa não deve hospedar gente com esse espírito mesquinho e vontade incontrolável de dizer bobagens com os dedinhos no teclado. E esses anormais só comentam sobre política e nada mais. São raivosos e manifestam indignação sem pensar nas consequências. Lamentável esses “ leões de teclado”.

    1. Remi Backes
      Remi Backes

      Daniel, o Sr. está parecendo o Supremo, censurando que pensa diferente. Vc acha que a morte apaga todas as merdas que o cidadão produziu e o transforma em morto respeitável. Pelo seu ponto de vista devemos desculpas ao Hitler por ter falado tão mal dele depois de morto.

    2. Lucio Sattamini
      Lucio Sattamini

      Baptista, vc se diz contra a censura, mas….. está censurando. Deixa o povo botar pra fora toda indignação com essas figuras maléficas. Faz bem à mente e à saúde em geral.

  4. Luiz Antonio Marcelino
    Luiz Antonio Marcelino

    Não comemoro a morte de ninguém, a família sabe o sofrimento que passa nesses momentos. Mas aqui uma reflexão… tendo ele “trabalhado” para Paulo Maluf e para Lula, será que não aprendeu nada do que o Cristo ensinou?? Honestidade e retidão de caráter não fizeram parte da vida desse sujeito que, agora, irá prestar contas com o nosso criador. Será que valeu à pena a vida que levou???

  5. Noel BOLSONARO Brasil
    Noel BOLSONARO Brasil

    É Alexandre e Barroso, sua horq esta chegando……

  6. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Esse bahiano inútil agora vai promover briga de galo no inferno. Já deveria ter ido há muito tempo, vagabundo! Agora esse covid fez um grande favor.

  7. Andre Luiz Rodrigues
    Andre Luiz Rodrigues

    Coisas como essa não deveriam sequer terem nascido!

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