‘O MST existe por causa das elites’, afirma Fiuza

Colunista da Revista Oeste subiu o tom contra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
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Guilherme Fiuza participou do programa <i>Os Pingos nos Is</i>, da rádio Jovem Pan, exibido nesta quinta-feira, 6
Guilherme Fiuza participou do programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, exibido nesta quinta-feira, 6 | Foto: Reprodução/YouTube

O jornalista Guilherme Fiuza criticou as declarações proferidas pelo fundador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, que afirmou estar em campanha pela eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no pleito de 2022. “João Pedro Stédile é uma assombração”, disparou o colunista da Revista Oeste, durante o programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, exibido nesta quinta-feira, 6.

Segundo o autor de Fake Brazil: A Epidemia de Falsas Verdades, a existência política do MST decorre do apoio das elites, que sustentam o folclore revolucionário dos ativistas de esquerda. “Nas universidades e escolas, e até mesmo no meio empresarial, ensinam a ideia de revolução campesina”, afirmou. “Isso faz o sujeito pensar que o [João Pedro] Stédile é, de fato, um revolucionário, um porta-voz dos oprimidos”, concluiu Fiuza.

Leia também: “O agronegócio tem sido alvo das ações mais destrutivas da esquerda”, artigo de J. R. Guzzo publicado em Oeste

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