O contrato do escritório de Viviane Barci com o Banco Master, que transformou um casal de classe média alta em muito rico, previa o pagamento de 36 parcelas de R$ 3.646.529,77. A precisão aqui é importante, pois eleva o total para 131.275.071,72. Das 644 cidades paulistas, 392 têm de se virar com orçamentos inferiores.
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Com essa dinheirama seria possível comprar alguns dos imóveis mais exclusivos do Brasil e sobraria troco. Uma unidade decorada de 580 m² no Cidade Matarazzo, por exemplo, custa R$ 58 milhões. Trata-se de uma espécie de mansão em forma de apartamento, com cinco suítes, seis banheiros e dez vagas na garagem no empreendimento conhecido como Rosewood, complexo de luxo próximo à Avenida Paulista, construído onde ficava o Hospital Matarazzo.
As vagas na garagem poderiam ser preenchidas com modelos das melhores grifes, como as Lamborghini Revuelto, R$ 9,9 milhões, e Urus, R$ 4,4 milhões. A lista seguiria com as Ferrari 12Cilindri Spider, R$ 8,7 milhões; Purosangue, R$ 7,88 milhões; SF90, R$ 6,5 milhões; e 296 GTB, R$ 4,2 milhões. A frota incluiria os Rolls-Royce Cullinan, R$ 7,4 milhões, e Spectre, R$ 6,2 milhões. Completariam a coleção a McLaren 750S, R$ 4,5 milhões, e o Cadillac Escalade, R$ 2,5 milhões. Depois da aquisição do imóvel e dos veículos, ainda restariam mais de R$ 11 milhões, dinheiro suficiente para comprar um helicóptero e um iate.
O trabalho de Moraes para ganhar R$ 130 milhões
Para acumular a mesma quantia como ministro do Supremo Tribunal Federal, considerando-se o salário de R$ 46,3 mil — fora 13º e penduricalhos —, Alexandre de Moraes teria de trabalhar por mais de 200 anos sem gastar um único centavo.
Leia também: “A mancha que nada remove”, reportagem de Augusto Nunes e Cristyan Costa publicada na Edição 313 da Revista Oeste






































Careca safado ladrao e corno
Compra-se qualquer coisa, sem olhar quanto custa, afinal, o dinheiro é fruto de roubo e não de atividade lícita.