Parlamentares da oposição convocaram uma mobilização nacional, em 1º de março, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O principal ato está previsto para a Avenida Paulista, em São Paulo.
A chamada para o protesto ocorre em meio à crise institucional relacionada ao inquérito do Banco Master. Em nota, o deputado federal Luciano Zucco (PL-RS) afirmou que o movimento “Acorda Brasil” pretende “canalizar a indignação popular e reforçar o clamor por transparência, respeito à Constituição e responsabilização das autoridades”.
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Toffoli deixou a relatoria do caso depois de a Polícia Federal encaminhar ao STF relatório com dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, controlador do banco, nos quais havia menções ao ministro. O caso foi redistribuído a André Mendonça.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também convocou a população para os atos e criticou os ministros. “Toffoli não tem que somente ser afastado da relatoria”, afirmou. “Deve ser afastado do STF. Assim como Moraes.”
“Não tem condições a gente ver tudo isso acontecer e achar que meia dúzia de traidores da nação é maior que todo o Brasil”, declarou em vídeo publicado nas redes sociais. “Então, pela dosimetria, para a gente pacificar o nosso país, pelo fim da impunidade e para dar um basta na corrupção, fora Lula, fora Moraes, fora Toffoli, ninguém aguenta mais”.
Até o momento, há três atos previstos para 1º de março:
- São Paulo: às 14h, na Avenida Paulista;
- Belo Horizonte: às 10h, na Praça da Liberdade;
- Porto Alegre: às 15h, no Parcão.
Para o deputado Carlos Jordy (PL-RJ), a escolha de Mendonça sinaliza “tempos melhores, mas sem esmorecer”. Ele reiterou que continuará “batalhando pela CPMI do Banco Master”.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, classificou a redistribuição do processo a Mendonça como “excelente notícia para o Brasil”, por representar, segundo ele, uma oportunidade de condução com “serenidade, rigor jurídico e absoluto respeito à Constituição”.
“O país precisa de decisões técnicas, previsíveis e ancoradas na lei. Segurança jurídica não é favor, é dever institucional. Que prevaleça a imparcialidade”, afirmou. “Que a Constituição seja respeitada. E que o Brasil volte a confiar plenamente em suas instituições.”
Parlamentares protocolaram pedido de impeachment de Toffoli
A saída de Toffoli da relatoria foi comunicada em nota conjunta do STF na qual integrantes da Corte defenderam a atuação do colega no caso. Mais cedo, parlamentares da oposição, liderados pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) e pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), protocolaram novo pedido de impeachment contra Toffoli.
“Ministros do STF dizem em nota conjunta que Toffoli teria feito tudo certo, mas, ao mesmo tempo, Toffoli anuncia que abre mão da relatoria para redistribuição”, comentou Van Hattem. “Quem acham que enganam, a essas alturas? Tentativa explícita de abafar o caso! O impeachment de Toffoli é inevitável!”.
Ele nunca deixou de ser o “amigo do amigo do meu pai”. Pior é que se espera por impeachment quando deveria ser prisão imediata.
Essa “ nota” do STF é a prova da desmoralização do tribunal e se o Senado comprado aprovar o “ Bessias” aí vira lama podre total , só restando dois ministros sérios e independentes do Morais André Mendonça e o Fux o outro ainda tem medo do psicopata