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Os intocáveis do funcionalismo público

Enquanto muitos brasileiros do setor privado se esforçam para encontrar soluções para atravessar a crise, o funcionalismo público permanece intocado: não enfrentará risco de perder emprego, redução de jornada de trabalho ou restrição de benefícios. 

Enquanto muitos brasileiros do setor privado se esforçam para encontrar soluções para atravessar a crise, o funcionalismo público permanece intocado: não enfrentará risco de perder emprego, redução de jornada de trabalho com equivalente corte de salário ou ainda restrição de benefícios.

O socorro da União aos Estados, orçado em R$ 125 bilhões, foi condicionado à contrapartida do congelamento salarial dos servidores até 2021. O lobby do funcionalismo no Congresso agiu com rapidez para excluir do corte carreiras nas áreas de segurança, educação, limpeza pública, saúde, perícia. Agora, o congelamento de salários dependerá do veto presidencial.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA: Servidores, a casta privilegiada não atingida pela crise

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