Pacheco afirma que o auxílio emergencial pode ser prorrogado

O presidente do Senado considerou a possibilidade de o benefício durar mais dois meses
-Publicidade-
O chefe da Casa defende a ampliação de programas sociais
O chefe da Casa defende a ampliação de programas sociais | Foto: Pedro França/Agência Senado

O Congresso Nacional não descarta a possibilidade de estender o coronavoucher. “[O auxílio emergencial] pode, eventualmente, ser reeditado por mais um ou dois meses enquanto não há implantação de um programa perene de assistência”, declarou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), na terça-feira 25. Ao participar da 22ª edição da CEO Conference Brasil, promovida pelo banco BTG Pactual, o parlamentar defendeu a ampliação de programas de transferência de renda. A ideia é apoiada pelo presidente Jair Bolsonaro, que estuda formas de abranger mais pessoas embaixo do guarda-chuva de proteção social do Palácio do Planalto, que hoje alcança milhões de brasileiros.

“Independentemente de qual seja o cenário relativo ao auxílio emergencial, precisaremos estabelecer a discussão e a implantação efetiva de um programa que incremente ou substitua o Bolsa Família, atingindo o maior número de pessoas que realmente estão necessitadas”, acrescentou Pacheco. Nos próximos meses, o governo federal vai apresentar um plano de reformulação do Bolsa Família, com aumento de valor e número de beneficiários. A nova rodada do auxílio emergencial começou a ser paga em abril de 2021. Em 2020, foram nove parcelas, de R$ 600 e de R$ 300. Este ano, o Poder Executivo decidiu efetuar mais quatro pagamentos, porém, com menor valor — de R$ 150 a R$ 375, a 45,6 milhões de pessoas.

-Publicidade-

Leia também: “Renda mínima: é bom para o Brasil?”, reportagem publicada na Edição 25 da Revista Oeste

Telegram
* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.

3 comments

  1. O problema é quem vai pagar essa conta…que acabará sendo lançada sobre aqueles que trabalham, via aumento do imposto. Não há milagre, se não reduzir o tamanho do estado não há como bancar programas assistenciais se não haver aumento de imposto. Vejam o que as Prefeituras já vêem fazendo, aumentando tudo que podem e mais um pouco, que passa despercebido pelos menos avisados; a tabela do imposto de renda tornou-se confisco, e aí vai…

Envie um comentário

-Publicidade-
Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Payment methods
Security site
Gostou da Leitura?

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Payment methods
Security site