Críticas recentes sobre o atendimento no Resort Tayayá, localizado em Ribeirão Claro (PR), têm chamado atenção em meio ao aumento das pressões para que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), se afaste da relatoria do caso Master.
Uma avaliação publicada há cerca de um mês por uma hóspede, identificada como Joyce LC, no Google Maps, relata que clientes comuns teriam prioridade inferior à dos “proprietários” do estabelecimento.
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Joyce, que avaliou o resort com três estrelas, mencionou problemas como falta de energia e ausência de água gratuita. Ela ainda demonstrou insatisfação com o atendimento diferenciado.
“Também falta melhor treinamento dos funcionários para lidarem com hóspedes temporários, que não sejam ‘proprietários’, como os próprios funcionários dizem”, relatou a cliente. “A prioridade é atender o ‘proprietário’, então parece que estão melhor estruturados para ser um condomínio e não um hotel. A vista da natureza merece destaque, o lugar é realmente muito bonito. Mas como hóspede, considerando o valor que se paga e as outras opções de hotéis, eu não optaria pelo Tayayá novamente.”
Envolvimento de Toffoli e relações no resort

Segundo reportagem do portal Metrópoles, funcionários do Tayayá se referem abertamente a Dias Toffoli como “dono” do hotel. O ministro ainda teria uma casa em área reservada para hóspedes de alto padrão. Conforme o site Booking, as diárias no local têm valores a partir de R$ 1,8 mil.
O resort tornou-se foco no caso Banco Master depois que o Estadão revelou que Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro — dono do banco —, adquiriu fundos que compraram parte da participação de dois irmãos de Toffoli no hotel.
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Fabiano Zettel foi preso na segunda fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, em 14 de janeiro. Mesmo com as críticas, o Tayayá mantém avaliação positiva de 4,7 em 5 no Google Maps. Joyce LC deixou seu comentário durante o Natal, período anterior à divulgação da ligação do resort com a família Toffoli e o cunhado de Vorcaro.





































Pra ser minha ministro do stf, é preciso realmente ser sabatinado, sem interferência de terceiros
Se fôssemos um país com credibilidade no mínimo Tofolli já teria saído por conta própria ou impeachmado mas estamos em um país onde não há leis , bandidos soltos e inocentes sem crime presos .