publicidade
Política

PT convoca ato em 8 de janeiro com vídeo de Lula

A data marca o aniversário das manifestações que resultaram em prisões e na responsabilização do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado de incitação enquanto estava nos Estados Unidos

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Reprodução/Youtube
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Reprodução/Youtube

Três anos depois dos atos registrados na Praça dos Três Poderes, o Partido dos Trabalhadores (PT) lançou, nesta segunda-feira, 5, um vídeo de Lula nas redes sociais convocando a população para o evento “8 de janeiro: Brasil nas ruas pela democracia”, programado para quinta-feira, 8. A data marca o aniversário das manifestações que resultaram em prisões e na responsabilização do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado de incitação enquanto estava nos Estados Unidos.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Receba nossas atualizações

O vídeo, com 37 segundos de duração, destaca declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O vídeo, com 37 segundos de duração, destaca declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirma: “eles querem que o 8 de janeiro caia no esquecimento”. Lula também critica a postura da direita ao tentar se manter no poder, dizendo que foi “da forma mais cretina”. As imagens mostram momentos como a depredação do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), focos de incêndio e um policial sendo derrubado de um cavalo durante os protestos.

No encerramento do vídeo, Lula acrescenta: “Dia 8 de janeiro a gente vai ter um ato, um ato simbólico contra o 8 de janeiro aqui em Brasília”. Apesar do uso de registros dos atos, Flávio Dino, então ministro da Justiça e atualmente ministro do Supremo Tribunal Federal, recebeu críticas por não disponibilizar todas as gravações das câmeras de segurança. Dino justificou que houve um “problema contratual” responsável pela exclusão das imagens. “Não sou gestor de contrato, sou ministro da Justiça”, explicou Dino à época. “A Polícia Federal veio aqui e recolheu o que precisava. Só soube agora quais imagens a PF recolheu. Eu não conheço o inquérito, está tudo sob sigilo.”

Leia também: “Raio-X de um governo taxador”, artigo de Anderson Scardoelli na Edição 275 da Revista Oeste

Leia mais sobre:

1 comentário
  1. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    Sim, 8 de janeiro é um dia de golpe, mas do golpe dado pelo sistema consorciado para criar um álibi ou narrativa contra Bolsonaro e seus seguidores. Enfim, contra toda a direita. Na prática não foi encontrada nenhuma arma entre os manifestantes. Na prática houve depredação, por parte de alguns, sob a suspeita de terem sido colocados pelo sistema para incriminar o movimento. Depredação não é golpe. Há leis específicas para seus atores. Diz o advogado Fernando Capez: “Não há crime sem lei que o defina” (CF, artigo 5º, XXXIX). Todo crime está definido em lei e nessa definição existe um verbo (matar, sequestrar, constranger etc.). Enquanto o sujeito não começar a realizar o verbo do crime, não haverá início de execução. Não há homicídio, enquanto o agente não começar a matar; não há furto, enquanto não começar a subtrair; não há falso, enquanto não começar a falsificar; não há estupro, enquanto não começar a constranger e assim por diante. Não se concebe início de execução sem começo de realização do verbo do tipo. É, portanto, imprescindível o início da execução específica do tipo penal, ou seja, o sujeito tem de iniciar a realização do núcleo da norma incriminadora”. Portanto, o verdadeiro golpe foi a construção de uma narrativa midiática, perversa com o fim claro de destruir um lado político. Por que as imagens das câmeras sumiram? Por que pessoas inocentes estão presas e famílias arruinadas? Quem são os culpados do verdadeiro golpe? Estes deverão ir a julgamento no dia em que a justiça for restabelecida no Brasil.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade