PT rejeita Arthur Lira e pede união da esquerda

Partido sinaliza lançar candidato à presidência da Câmara dos Deputados
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Gleisi Hoffmann é deputada federal pelo Paraná e presidente nacional do PT | Foto: Arquivo/Agência Câmara
Gleisi Hoffmann é deputada federal pelo Paraná e presidente nacional do PT | Foto: Arquivo/Agência Câmara | gleisi hoffmann - deputada federal e presidente nacional do pt

Partido sinaliza lançar candidato à presidência da Câmara dos Deputados

gleisi hoffmann - deputada federal e presidente nacional do pt
Gleisi Hoffmann é deputada federal pelo Paraná e presidente nacional do PT | Foto: Arquivo/Agência Câmara

Arthur Lira (PP-AL) não terá apoio oficial dos petistas em sua luta para conquistar a presidência da Câmara dos Deputados no início de fevereiro de 2021. Após reunião da bancada da legenda realizada na noite de quarta-feira 16, integrantes do PT anunciaram: não irão apoiar a candidatura do parlamentar alagoano que, nos bastidores, conta com a simpatia do governo federal.

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“Um programa e uma agenda para derrotar Bolsonaro”

“O PT não comporá bloco para a mesa da Câmara com candidatura apoiada por Bolsonaro”, afirmou, por meio de postagem no Twitter, a deputada federal pelo PT do Paraná e presidente nacional da sigla, Gleisi Hoffmann. Nesse sentido, ela deixou clara a intenção da estratégia a ser adotada pela legenda no Poder Legislativo. Reforçou o interesse em ver “um programa e uma agenda para derrotar Bolsonaro.”

Leia mais: “Caixa 2: Ex-assessor de Maia vai prestar depoimento à PF”

Além de repetir a decisão de não apoiar Lira, a quem os petistas enxergam como aliado do presidente da República, o deputado José Guimarães (CE) revelou o interesse do PT em também não aderir ao bloco liderado pelo atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores e líder da Minoria na Casa, o parlamentar cearense pede a união da esquerda na briga pela presidência.

Esquerda unida?

[Queremos a] unidade do campo da esquerda”, afirmou Guimarães em postagem nas redes sociais. “Juntos com os demais partidos de oposição, [buscaremos] uma candidatura que represente a defesa da democracia e dos direitos do povo”, prosseguiu o deputado. Ele não listou, contudo, as ações que considera antidemocráticas. Para o partido dele, a última eleição legislativa na Venezuela foi, por exemplo, “democrática”.

Leia também: “Por que a Câmara é tão ruim”, matéria de capa da Edição 38 da Revista Oeste.

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