Sete senadores protocolaram no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que a relatoria de uma ação relacionada à criação da CPI do Banco Master seja redistribuída.
O grupo solicita que o caso deixe o gabinete do ministro Kássio Nunes Marques e passe para André Mendonça. A ação busca obrigar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a instalar a comissão parlamentar de inquérito.
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Os senadores Damares Alves (Republicanos-DF), Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos Pontes (PL-SP), Magno Malta (PL-ES), Espiridião Amin (PP-SC), Plínio Valério (PSDB-AM) e Alessandro Vieira (MDB-SE) assinam o pedido.

Argumento de conexão com investigações
Os parlamentares dizem que Mendonça deve assumir a relatoria por já conduzir processos relacionados ao Banco Master no STF. Segundo o grupo, há conexão entre a ação que trata da CPI e as investigações sobre supostas fraudes que envolvem a instituição.
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No documento, os senadores afirmam que “a conexão, no presente caso, não se limita a aspectos formais, mas decorre de inequívoca comunhão de substrato fático, probatório e institucional entre a investigação judicial em curso e a investigação parlamentar cuja viabilização se pretende”.
O pedido de redistribuição foi apresentado na última segunda-feira, 30. Antes, já haviam solicitado o envio do caso a Mendonça, mas o sorteio definiu a relatoria do mandado de segurança para Nunes Marques.
Pressão pela instalação da CPI do Master
Os senadores também criticam a atuação de Alcolumbre por não instalar a CPI. Segundo o grupo, o requerimento para criação da comissão já conta com 53 assinaturas, número superior ao mínimo de 27 necessário para a abertura.
De acordo com os parlamentares, o pedido aguarda análise desde novembro de 2025. A iniciativa amplia a pressão política no Senado pela investigação do Banco Master, em meio a investigações que tramitam em diferentes esferas.
O povo deve aprender a não votar em quem tem processo judicial seja próprio ou de qualquer parente.
Difícil é achar nesse meio quem não responda processo judicial.
Nunes Marques se contaminou com a banda podre. Votou contra a prorrogação da CPMI. Seu filho, por sua vez, foi atraído pelo dinheiro fácil manchado de ilegalidade. Nunes perdeu nossa confiança. É claro que aqueles 10 togados não permitirão que ele entregue a relatoria ao Mendonça.
PURA COERÊNCIA !
TODOS OS FATOS JÁ SE PROVARAM INTERLIGADOS !
Dois cozinheiros? Vai estragar a receita. Se é que não é proposital.