Temendo intervenção, PDT quer limitar Forças Armadas

A sigla de esquerda argumenta que o artigo 142 da Constituição tem sido interpretado "indevidamente" e que cabe ao Congresso acionar os militares
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Militares | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Militares | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL | Militares | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

A sigla de esquerda argumenta que o artigo 142 da Constituição tem sido interpretado “indevidamente” e que cabe ao Congresso acionar os militares

temendo intervenção
Parlamentares argumentam que os chefes de outros poderes também podem usar as Forças Armadas
Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) protocolou ontem no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação peculiar. A finalidade do documento é definir limites ao emprego das Forças Armadas.

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Supostamente temendo intervenção, a sigla argumenta que o artigo 142 da Constituição tem sido interpretado “indevidamente” para defender uma eventual intervenção militar contra o Congresso Nacional e o STF.

Além disso, o PDT sustenta que a atuação das Forças Armadas, em casos de intervenção federal, estado de defesa ou estado de sítio, só pode ocorrer com a anuência dos parlamentares.

Segundo representantes do partido, a Constituição determina que os chefes dos demais poderes também podem tomar iniciativa de empregar as Forças Armadas.

Portanto, a verdadeira intenção do partido é submeter os militares aos caprichos do Congresso Nacional do STF. Temendo intervenção é conversa fiada.

Atuação das Forças Armadas na Amazônia

O presidente Jair Bolsonaro decretou na semana passada que as Forças Armadas atuem, em operação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), na Amazônia. Assim sendo, para combater o desmatamento ilegal e focos de incêndio.

Conforme noticiou Oeste, os militares permaneceram de 11 de maio a 10 de junho em ações preventivas e repressivas na faixa de fronteira, terras indígenas, unidades federais de conservação ambiental e em outras áreas federais nos Estados da região.

As ações, desta forma, foram articuladas com os órgãos de segurança pública e as instituições públicas de proteção ambiental.

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8 comentários Ver comentários

  1. Só se o povo brasileiro for louco de deixar as Forças Armadas subordinadas ao Congresso onde só tem ladrão, aí que estaremos lascados mesmo.

  2. Uma virgula destrói a argumentação desses ordinários. Leiam o artigo !!
    Atribuição única e exclusiva do Comandante Supremo das Forças Armadas !!

  3. Li uma manifestação do general Mourão, vice presidente, dizendo que nunca viu um país atentar contra si próprio. Escrevi que país não é sujeito é apenas um substantivo. Não existe um país atentando contra si, pois quando se fala país no sentido dado pelo general ,seria a população atentar contra si. E isto não existe no Brasil de forma generalizada. O que existe é uma minoria comunista ladra e safada que deseja burramente colocar um regime ditatorial no Brasil. Para isto estão apoiando os maiores bandidos e ladrões que passaram pelo governo para chegar ao poder. Agora, depois que muitos pedem o artigo 142 ficam temerosos de serem enfrentados com o rigor da lei. O país não pode continuar com o congresso e o supremo conspirando contra o governo constituído. Os prejuízos tem sido enormes. Já existe motivos para uma intervenção e uma parada nessas atividades nocivas ao país. Não sabemos o que as forças armadas estão esperando.

  4. Quem tem C., tem medo. Será que o supremo covil dos abutres vai querer continuar com seu ativismo político e interpretar nossas leis de acordo com suas conveniências vermelhinhas? Paguem para ver e não se arrependam.

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