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O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, criticou a atuação da Polícia Federal nas operações contra os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Jaques Wagner (PT-BA), investigados na Operação Compliance Zero por fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. Em coletiva no dia 9 de outubro, Valdemar considerou exageradas as medidas adotadas e sugeriu que os senadores poderiam ter sido convocados para depor sem operações policiais.
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, criticou nesta quinta-feira, 9, a atuação da Polícia Federal (PF) nas operações que tiveram como alvos os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Jaques Wagner (PT-BA). Os dois são investigados no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura um esquema de fraudes financeiras ligado ao Banco Master.
Em entrevista coletiva concedida no fim de um encontro com frentes parlamentares, Valdemar classificou como “exageradas” as medidas adotadas contra os parlamentares. Ele afirmou que ambos poderiam ter sido convocados para prestar esclarecimentos pela PF, mas sem a realização de operações policiais.
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“Exageraram muito na história do Ciro. O Ciro é presidente de um grande partido. Eles podiam ter ouvido o Ciro sem fazer um carnaval”, declarou o dirigente do PL em relação ao colega que comanda o Progressistas (PP). “Quer saber outra coisa? No próprio Jaques Wagner. Ele é líder do governo. É um senador. Podiam ter chamado ele para depor.”

A Operação Compliance Zero investiga supostas irregularidades relativas ao Master. A primeira fase da ofensiva, deflagrada em novembro do ano passado, resultou na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro.
Ciro Nogueira foi alvo da PF em maio deste ano. De acordo com as investigações, o presidente do PP teria atuado em favor de Vorcaro em troca de vantagens indevidas, entre elas uma suposta mesada de R$ 300 mil, hospedagens no exterior e despesas em restaurantes de luxo.
Jaques Wagner, por sua vez, passou a figurar entre os alvos da investigação no mês passado. A PF apura a suspeita de que o senador petista teria recebido um apartamento de luxo em Salvador como pagamento de propina. Por causa da operação, o petista deixou o cargo de líder do governo Lula no Senado.

O nome do parlamentar já havia aparecido nas investigações depois da revelação de que sua nora recebeu pelo menos R$ 11 milhões do Master.
Valdemar reforça articulação com partidos do centrão
Durante a entrevista, Valdemar também comentou os desdobramentos políticos da investigação que envolve Ciro Nogueira. Segundo ele, o presidente do PP não teria aprovado a forma como o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, reagiu às acusações contra o dirigente progressista.
Apesar do episódio, o presidente do PL reafirmou sua expectativa de formar uma ampla aliança com partidos do centrão em torno da candidatura de Flávio em 2026.

“Todo esse pessoal vem com a gente. Eu não tenho dúvida disso”, afirmou o presidente do PL. “PP, União Brasil. Republicanos tem uma reunião hoje à tarde, tem outra reunião hoje à tarde com Podemos. Esse pessoal vem todo com a gente.”
Por enquanto, nenhum outro partido formalizou apoio à pré-candidatura de Flávio ao Palácio do Planalto.
SÓ NO BRASIL PESSOAS SÃO DONAS DE PARTIDOS… É A DEMOCRACIA JABUTICABA DESSE PAÍS !
DEPOIS ACHAM RUIM QUANDO FAZEM PIADA DO BRASIL…
PERDEU A GRANDE CHANCE DE FICAR CALADO….
BOCA ABERTA ENTRA MOSCA …OU SAI MERDA !
Embora em partidos políticos diferentes e até em mútua oposição, quando se trata de corrupção estão alinhados e se defendem em “sprit de corps”.
Cada vez fica mais evidente que o país nunca emergirá desse pântano.
Tudo farinha do mesmo saco, alguém já viu alguém com capivara longa não defender comparsas, esse é o exemplo do presidente do PL, direita verdadeira e honesta só o Partido Bolsonaro.