A vereadora Amanda Vettorazzo (União), de São Paulo (SP), protocolou um pedido de acesso à informação à Secretaria-Geral da Presidência da República para obter detalhes sobre o fretamento do iate de luxo Iana III, utilizado por Luiz Inácio Lula da Silva e sua mulher, Janja, durante a COP30 em Belém (PA).
Protocolado na quinta-feira 6, o pedido requer cópias dos contratos, notas fiscais, pareceres jurídicos e a lista da comitiva presidencial hospedada na embarcação, além dos termos de classificação de informação (TCIs) que justifiquem o sigilo.
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Amanda cita reportagem da Veja sobre o sigilo imposto pelo Planalto e argumenta que a justificativa de “segurança presidencial” não pode ser usada para ocultar valores pagos com dinheiro público.
O pedido tem base na Constituição Federal — que garante o direito fundamental de acesso à informação (art. 5º, XXXIII) e o princípio da publicidade na administração pública (art. 37) — e na Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação), que determina que o sigilo é exceção e deve ser formalmente fundamentado.
A vereadora também solicita cópia do processo administrativo, planilhas detalhadas de custos e informações sobre outras embarcações de apoio usadas pela comitiva. O Palácio do Planalto tem 20 dias úteis para responder.
O sigilo do Planalto no valor de barco de Lula para a COP30

O iate Iana III, alugado de última hora para atender às exigências de conforto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da primeira-dama Janja durante a passagem pelo Pará, virou o mais novo sigilo da gestão petista. O Planalto se recusa a divulgar detalhes sobre os custos da embarcação e da operação que levou o casal presidencial a bordo do luxuoso barco.
De acordo com a revista Veja, a Presidência informou apenas que a diária foi negociada em cerca de R$ 2,7 mil por pessoa. Considerando apenas Lula e Janja, o valor chega a R$ 5,4 mil por dia — sem contar a tripulação, os assessores e os demais integrantes da comitiva. O governo também não esclareceu se adotou medidas de compensação ambiental para os milhares de litros de diesel usados na navegação.
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O Planalto não revelou quantas pessoas ficaram hospedadas no iate nem o teor do contrato de locação firmado com a empresa de Manaus responsável pela embarcação. Ainda segundo a Veja, um modelo menor, oferecido no “pacote COP30”, custava cerca de R$ 450 mil.
Maior e mais equipado, o navio escolhido por Lula pode ter gerado uma fatura ainda mais alta — mas o valor exato segue em segredo. Na campanha presidencial de 2022, o petista criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro por impor sigilo em informações.





































Vai ser presa e perder o mandato.
Todo congresso deveria estar cobrando e impedindo estes gastos.
Infelizmente , sabemos que já foi gastos mais $5 bilhões. e vai ficar por isto mesmo , tudo será engavetado por este STF