A vereadora de Praia Grande (SP) Eduarda Campopiano (PL) anunciou que vai processar uma participante do programa RedCast por assédio sexual. Transmitido via YouTube, o episódio ocorreu no sábado 23, durante a gravação do quadro Contraponto, espaço voltado para o debate entre correntes ideológicas opostas. Uma debatedora, identificada como Savani, direcionou uma fala de cunho sexual explícito contra a parlamentar.
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A agressão verbal interrompeu a gravação. A vereadora chegou a levantar-se para abandonar o estúdio, mas permaneceu no local e exigiu respeito aos organizadores do canal.
Depois da repercussão do vídeo nas redes sociais, Eduarda criticou a omissão dos internautas e a existência de um duplo padrão moral, destacando que a agressora recebeu passe livre por ser uma militante de esquerda.
Choque de visões em transmissão ao vivo
A discussão no YouTube abordava o tema da liberdade sexual das mulheres. A bancada das autodeclaradas “bruxas feministas”, composta de Savani e Lady Satã, defendia a autonomia do corpo e a naturalidade dos desejos. No lado oposto, as representantes cristãs, Eduarda e Lauane, pregavam o casamento tradicional e o respeito aos princípios bíblicos.
No decorrer do programa, Savani minimizou o ataque e voltou a questionar a parlamentar. A integrante da ala feminista defendeu a ideia de que o comentário íntimo expressava algo natural e negou a prática de libertinagem. A vereadora do PL rebateu os argumentos na internet e confirmou que os seus advogados já preparam as medidas jurídicas cabíveis contra a agressora.
Histórico de violência em campus da USP
Eduarda Campopiano enfrentou outro episódio de violência recentemente na capital paulista. Em abril, um estudante desferiu um soco no rosto da vereadora de Praia Grande e tomou o telefone celular da parlamentar dentro do campus da Universidade de São Paulo (USP). A confusão começou enquanto a política acompanhava uma ação de panfletagem do vereador paulistano Lucas Pavanato (PL).
O parlamentar paulistano havia montado uma tenda na universidade para colher opiniões de estudantes sobre o aborto. O formato da atividade baseava-se nas ações do ativista norte-americano Charlie Kirk, morto por um extremista em 2025. O debate transcorreu de forma pacífica por duas horas, até que um grupo de 50 militantes cercou a estrutura com caixas de som no volume máximo para impedir o diálogo.
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É, situacao absurda
Esquerdistas sendo esquerdistas. Quando a cognição não elabora um argumento ou baseia-se em fato a agressão é a única alternativa dessa racinha de merda. Digo e repito: com esquerdistas não se pode ter condescendência. Simples assim.
Olha o nível do programa. Jamais colocaria meus pés num lugar desses.