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Política

Vettorazzo pede medida protetiva por ameaças

Homem chegou a ser preso em setembro, mas responde em liberdade

Segundo Amanda Vettorazzo, Rafael Oliveira envia mensagens de cunho sexual para ela | Foto: Divulgação/Amanda Vettorazzo
Segundo Amanda Vettorazzo, Rafael Oliveira envia mensagens de cunho sexual para ela | Foto: Divulgação/Amanda Vettorazzo

A candidata a vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo solicitou ao Ministério Público Eleitoral (MPE), na segunda-feira 23, uma medida protetiva contra Rafael Oliveira.

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Amanda, que também é coordenadora nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), acusa o homem de “perseguição e ameaças”.

Entenda o caso

Em 7 de setembro, durante a manifestação na Avenida Paulista pela anistia dos presos do 8 de janeiro, a polícia prendeu Oliveira. Na ocasião, os agentes encontraram uma faca de açougue em sua mochila.

A corporação o levou ao 78º Distrito Policial. Em depoimento, o acusado, que nas redes sociais faz menções a candidatos do PT e do Psol, confirmou que planejava abordar Amanda Vettorazzo e “tirar satisfações”. Ela chegou a pedir uma medida protetiva contra Oliveira, que foi solto no mesmo dia.

Perseguição e ameaças contra Amanda Vettorazzo nas redes sociais

Para a polícia, a atuação dele caracteriza a ação de um stalker. Os agentes chegaram a essa conclusão porque Oliveira monitora a candidata nas redes sociais. Segundo Amanda, ele a ameaça “com mensagens violentas” e tem a intenção de encontrá-la nas ruas. Além disso, segundo a candidata, o acusado envia mensagens de cunho sexual para ela.

“As ameaças, além de atrapalharem minha campanha, me fizeram refletir sobre o que estou vivendo”, disse Amanda. “Isso é o que milhares de mulheres vivem diariamente. A justiça não é célere o suficiente para garantir proteção.”

União Brasil se manifestou sobre o caso

O União Brasil, partido da coordenadora do MBL, compartilhou uma nota nas redes sociais em que repudia as investidas de Oliveira.  

“Isso apenas evidencia que a violência política de gênero é uma afronta aos direitos das mulheres e à democracia”, diz um trecho da nota do União Brasil.

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