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Política

Zema propõe privatizar Petrobras e Banco do Brasil em plano eleitoral

Declarações incluem críticas fiscais e novos comentários em relação ao STF

O governador Romeu Zema crítica o atual governo em entrevista via internet
Zema também defendeu a redução de salários elevados, cargos comissionados e o número de ministérios em Brasília | Foto: Reprodução/Youtube/Canal Romeu Zema

O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, afirmou que pretende privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil caso vença a eleição deste ano. Ele divulgou a proposta em vídeo publicado no Instagram, neste domingo, 26.

Zema também defendeu a redução de salários elevados, cargos comissionados e o número de ministérios em Brasília. No mesmo conteúdo, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o pré-candidato, o governo federal gasta mais do que arrecada, o que leva à contratação de empréstimos para fechar as contas.

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Proposta de Zema inclui corte de gastos e privatizações

O pré-candidato do Novo à Presidência da República afirmou que pretende reduzir a dívida pública com medidas de contenção de despesas. “A dívida de Lula aumenta com a gastança”, observou. “Vou diminuir com poupança.”

Ele justificou a privatização da Petrobras e do Banco do Brasil como forma de gerar recursos e diminuir o endividamento, além de combater a corrupção.

Nos últimos dias, Zema ampliou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). No último sábado, 25, publicou um vídeo satírico inspirado na série Os Intocáveis. A produção utiliza bonecos animados por inteligência artificial para ironizar o ministro Gilmar Mendes.

zema presidência - Na entrevista, o governador mineiro também criticou a esquerda no Brasil que, conforme afirmou, tem pensamentos antigos | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Segundo Romeu Zema, a privatização irá ajudar a gerar recursos e diminuir o endividamento, além de combater a corrupção pela raíz | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O embate entre Zema e Gilmar ganhou força na segunda-feira 20. Na ocasião, o decano do STF encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes uma notícia-crime que pede investigação do pré-candidato no âmbito do Inquérito das Fake News, com base em publicação anterior da mesma série.

Moraes enviou o pedido à Procuradoria-Geral da República para análise. Desde então, Zema intensificou as críticas ao Supremo.

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