Em meio à crise de qualidade no ensino superior brasileiro, começam a despontar iniciativas que buscam formar uma nova geração de universitários — intelectualmente preparados, tecnicamente competentes e eticamente conscientes, com ampla visão de mundo e compreensão da sociedade. A Faculdade Belavista, por exemplo, propõe um modelo pedagógico que une excelência acadêmica, formação humanística e forte conexão com as exigências do mercado.
A iniciativa é resultado da experiência acumulada por décadas de atuação de suas escolas mantenedoras — o CEU Law School, referência na formação de juristas há mais de 50 anos, e o ISE Business School, braço do IESE Business School na América Latina, reconhecido pelo jornal Financial Times como uma das melhores escolas de negócios do mundo.
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De acordo com Milena Seabra, diretora-executiva da Faculdade Belavista, o objetivo da instituição é claro: “Queremos formar líderes íntegros, com maturidade emocional, excelência técnica e visão de mundo. Não basta dominar conteúdos — é preciso compreender o impacto das decisões, agir com ética e pensar estrategicamente”.

Formação além do diploma
Na Belavista, a graduação não é tratada como um acúmulo de disciplinas. Pelo contrário. A ideia é oferecer aos alunos de Direito e Economia uma jornada estruturada para o florescimento pessoal e profissional. Essa filosofia se materializa no Core Curriculum, núcleo comum que atravessa todos os cursos, inspirado nas melhores universidades norte-americanas e europeias. Nele, os alunos estudam desde disciplinas clássicas, como Ética, Antropologia e Literatura, até temas voltados à inovação, como Liderança Digital, Negociação e Estratégia.
“A formação integral é o que nos diferencia”, explica Renato Moraes, coordenador de Humanidades. “Queremos desenvolver uma inteligência completa, que una razão, sensibilidade e iniciativa.” Para o docente, a reflexão filosófica e o diálogo com grandes ideias são fundamentais para a maturidade intelectual. “Nosso objetivo é formar pessoas, não apenas profissionais”, salienta.

O curso de Direito aplica com exclusividade no Brasil o consagrado Método do Caso de Harvard, que põe o aluno diante de situações reais e o desafia a decidir com base em fundamentos jurídicos e éticos. “Não treinamos repetidores de código”, afirma o coordenador Ricardo Castagna, pós-doutor em Direito Econômico e Financeiro. “Formamos juristas que compreendem o Direito como uma ferramenta para servir à justiça e à dignidade humana.”

Já o curso de Economia é estruturado para atender às exigências do mercado global. Com metade das disciplinas ministradas em inglês, introdução à programação desde o primeiro semestre e ênfase em ciência de dados, o programa visa a preparar economistas capazes de lidar com os desafios da Nova Economia. “Os problemas do século 21 exigem domínio técnico e pensamento crítico”, analisa Veneziano Araújo, coordenador do curso. Aqui, entregamos os dois.”

Infraestrutura de excelência
A sede da Faculdade Belavista em São Paulo foi projetada para ser mais do que um prédio funcional. Inspirado na obra Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino, o espaço estimula a curiosidade e a interação por meio de salas modulares, áreas de convivência integradas à natureza e obras de arte exclusivas.
O campus fica no bairro Pinheiros. Inaugurado em 2023, o espaço apresenta um projeto arquitetônico moderno, que inclui um mural de 10 metros assinado pelo artista Rogério Pedro.

O campus fica no bairro Pinheiros | Foto: Divulgação/Faculdade Belavista
As salas contam com tecnologia de ponta. Já o térreo, com acesso aberto ao público, reforça o compromisso da instituição com a integração à comunidade local.
Além das aulas, o campus abriga eventos como o Legal Challenge, conferências com executivos e masterclasses que promovem networking e troca de experiências. A infraestrutura também dá espaço a atividades culturais, palestras e encontros com autoridades jurídicas e econômicas.
A sede da Faculdade Belavista em São Paulo foi projetada para ser mais do que um prédio funcional | Foto: Divulgação/Faculdade Belavista
Seleção rigorosa — apenas 50 vagas no Direito e Economia
O ingresso na Belavista exige mais do que notas altas. O processo seletivo é composto de três fases — Saber Conhecer e Conectar. Também inclui entrevistas, debates em grupo e assessments comportamentais com integrantes do corpo docente e da coordenação.
Esses processos têm o objetivo de identificar o desempenho cognitivo dos candidatos, as habilidades interpessoais, o senso crítico, a capacidade de argumentação e a aderência aos valores da faculdade. “Queremos entender quem são os candidatos, o que pensam, como se comunicam, o que os move”, resume Milena.

Daniele Lins Vieitos, primeira colocada no curso de Economia T24 | Foto: Divulgação/Faculdade Belavista
“Escolhi a Belavista pelo alto nível de exigência acadêmica, pelo ambiente de abertura intelectual e pelo cuidado com cada um dos alunos”, afirma Daniele Lins Vieitos, primeira colocada no curso de Economia T24. “Aqui, cada um de nós é tratado de maneira única – nunca vi nada parecido em nenhuma outra faculdade!”

“A Belavista é diferente”, diz Eduardo Yuzo Yoshida, aluno do curso de Direito. “Não há nada igual no quesito ensino jurídico. A metodologia de ensino com o método do caso e o grupo docente de extremo refinamento foram diferencias para a qualidade dinâmica das aulas. Além, é claro, do verdadeiro ideal humanístico por trás de todo o projeto que faz tudo fazer sentido.”
A instituição ainda oferece o Programa de Bolsas, com duas modalidades: Bolsa Mérito, para os primeiros colocados no processo seletivo, com até 100% de desconto; e Bolsa Demanda Social, baseada em critérios socioeconômicos e de desempenho.
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Espero que esta faculdade forme gente, não só com conhecimento do Direito mas também, com idoneidade moral para cumprir a constituição brasileira. Alguns advogados/juízes formados pela faculdade de direito do Largo do São Francisco, já decepcionaram muito quando, agiram fora da Constituição do Brasil. Espero que esta nova faculdade forme Homens e Mulheres e não pessoas que tenham um diploma de direito e ajam como ditadores fora da lei. Precisamos ter muito mais decência neste país. Que esta faculdade seja um exemplo de formação de gente decente e não candidatos a ditadorzinhos.
Etica, liderança,…; me parece mais um centro de ideias voltadas para o que determinada ideologia considera “ideal humanístico”. Parece que cada vez mais nos distanciamos do Estado de Direito!