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Foto: Shutterstock
Edição 119

O Brasil ‘despiorou’

Dois anos depois de a velha imprensa ter inventado uma nova palavra para não elogiar o governo, a economia dá sinais concretos de melhora

Silvio Navarro

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Na última segunda-feira, 27, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que o pior momento da inflação havia passado. No dia seguinte, os números do Caged (banco de dados do Ministério do Trabalho) mostraram recorde de criação de empregos com carteira assinada. São novas notícias positivas para a economia do país, uma realidade muito diferente das retratadas nas manchetes da velha imprensa.

Há dois anos, quando os lockdowns e outras medidas restritivas estavam a pleno vapor, a mídia mainstream começou um contorcionismo linguístico para tentar distorcer informações favoráveis ao governo Jair Bolsonaro. O verbo “despiora”, usado pela Folha de S.Paulo, virou piada. Mas o jornal gostou tanto que passou a repeti-lo, numa clara linha editorial que proíbe associar qualquer informação boa ao presidente. A moda pegou nas redações. Analistas passaram a anunciar uma hecatombe econômica para este ano, com recessão similar aos mais tenebrosos anos da gestão Dilma Rousseff. Pior: com a economia em ruínas, o número de desempregados superaria o da era petista.

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