Mapa de Minas Gerais | Foto: Shutterstock
Mapa de Minas Gerais | Foto: Shutterstock

A batalha de Minas

A vitória no Estado que abriga regiões marcadas por diferenças demográficas e econômicas é o objetivo prioritário da estratégia de Bolsonaro para o segundo turno

Mais uma vez, um falatório improvisado do ex-presidente em campanha, no tom de voz colérico que vem caracterizando o Lula modelo 2022, deixou de cabelos em pé os responsáveis pela estratégia eleitoral do candidato do PT. Durante um comício em Belo Horizonte — tão mirrado que os organizadores procuraram ocultar suas dimensões diminutas publicando só fotografias do miolo da plateia —, a estrela do palanque resolveu fustigar o governador Romeu Zema, reeleito no primeiro turno, pelo pecado de apoiar Jair Bolsonaro na segunda etapa da disputa.

“A única coisa que ele tem que levar em conta é não pensar que o povo é gado”, derrapou o orador. “É não pensar que o povo pode ser tangido para lá ou para cá, o povo tem consciência do que está acontecendo no país. Se o governador souber 10% do que nós fizemos em Minas Gerais, ele terá um problema de remorso ao não me apoiar. Mas ele é livre e eu vim aqui tentar convencer o povo mineiro.” A provocação pode ter sido um tiro pela culatra — e com bala de grosso calibre.

Ao conseguir 6 milhões de votos (56% do total), Zema provou nas urnas que sua popularidade atravessou incólume a pandemia de coronavírus. Além de ter saneado as contas estaduais, socorreu municípios debilitados pela medonha gestão do antecessor petista, Fernando Pimentel. Autorizado pela vontade popular a permanecer no cargo mais quatro anos, o governador replicou com altivez: “O mineiro não é gado. É um povo sábio e honrado, que do PT já está vacinado”.

Única celebridade ainda filiada ao Partido Novo, Zema fez das duras críticas ao PT uma das diretrizes do discurso de campanha. Os ataques ao partido que sustentou a candidatura do adversário Alexandre Kalil, ex-prefeito da capital, tornaram previsível a aliança com Bolsonaro. Só poderia ser essa a opção de quem continua inconformado com a herança que recebeu em janeiro de 2019, começando pela dívida de R$ 30 bilhões que o sucessor, numa proeza admirável, conseguiu pagar ao longo dos quatro anos seguintes.

Fernando Pimentel também deixou no colo de Zema um assustador acervo de obras interrompidas ou abandonadas, formado sobretudo por esqueletos de hospitais, ruínas de prédios escolares e estradas em frangalhos.

Investigado pela Polícia Federal, o parteiro do desastre político e administrativo deixou o governo pela porta dos fundos. Em 2018, além de negar-lhe um segundo mandato, o eleitorado mineiro devolveu ao Rio Grande do Sul sua melhor amiga, a ex-presidente Dilma Rousseff, que pretendia voltar a Brasília como representante no Senado do Estado onde nasceu.

Nas eleições municipais de 2020, o campeão de impopularidade sumiu do horário eleitoral do PT.

A aposentadoria foi consumada neste ano: candidato a deputado federal, o ex-ministro de Dilma e ex-governador naufragou a bordo da votação desmoralizante: apenas 37 mil eleitores acharam que ele merecia um gabinete no Congresso. Um dia depois da aparição de Lula no palanque em Belo Horizonte, Zema fez a constatação constrangedora: “No comício de ontem, duas figuras não apareceram: o ex-governador Pimentel e a ex-presidente Dilma. Por que será que eles vivem escondendo essas pessoas?”. Resposta óbvia: porque também para o PT cada voto em Minas Gerais é precioso demais para ser colocado em risco por companheiros que inevitavelmente perturbam milhões de eleitores com péssimas lembranças.

Onde estão os votos?

Ao fim das conversas com os poucos aliados que efetivamente influenciam a montagem da estratégia eleitoral, Bolsonaro fixou já na noite de 2 de outubro a mais relevante prioridade do segundo turno: a ofensiva na frente mineira, liderada pelo governador vitorioso. Baseado no tamanho do eleitorado no Norte e no Nordeste, o Q.G. da campanha concluiu que não valeria a pena investir muito tempo e suor para tentar ampliar a votação obtida na região. Bastaria preservar os índices registrados no primeiro turno.

Também ficou resolvido que Bolsonaro deveria apostar na ampliação do volume de votos em Estados nos quais venceu — São Paulo e Rio Grande do Sul, por exemplo. Isso reduziria em favor de Bolsonaro a taxa de abstenção — 20%, no primeiro turno — e poderia atrair parcela significativa dos quase 10 milhões de brasileiros que anularam o voto ou votaram em branco. Mas tais ações só dariam resultado se ocorresse a virada em território mineiro. Ali, Lula ganhou o primeiro duelo (48% a 43%). A diferença foi de 560 mil votos.

Vitorioso em Belo Horizonte (46% a 42%), Bolsonaro derrotou o rival também no sul/sudeste do Estado e no Triângulo Mineiro. Perdeu para Lula no norte, no Vale do Jequitinhonha e na Zona da Mata. O sonho do candidato à reeleição é somar os 56% alcançados por Zema com os 7% obtidos por Carlos Viana, do PL, atrair uma fatia dos 3,6 milhões de eleitores que se abstiveram e confinar o adversário na faixa dos 35% que apoiaram Alexandre Kalil, o candidato do PT. Nem será preciso ir tão longe para inverter as posições determinadas pelas urnas do primeiro turno.

Prefeitos

Bolsonaro e Zema foram igualmente ágeis. Já na segunda-feira 3 de outubro, o governador emitiu sinais de que ficaria ao lado do presidente, que o convidou para uma conversa em Brasília no dia seguinte. Na terça-feira, menos de 48 horas depois da divulgação dos resultados oficiais, seguiu-se ao encontro no Palácio do Planalto a formalização da aliança. Na quarta-feira 4 de outubro, Bolsonaro anunciou que visitaria Zema no dia 6. Deverá voltar a Belo Horizonte nesta sexta-feira, 14 de outubro, para formar com o governador a dupla de protagonistas da reunião convocada pela Associação Mineira de Municípios.

“Acho que o ex-presidente Lula está muito mal-informado. Na minha opinião, ele deveria estar aqui pedindo perdão aos mineiros pela catástrofe que foi a gestão PT-Pimentel”

Trata-se da maior entidade do gênero: Minas tem 853 municípios. E mais de 600 prefeitos haviam confirmado presença ainda no começo da semana. As boas relações entre Zema e os líderes municipais se tornaram excelentes depois que o governador quitou metade do calote de R$ 6 bilhões aplicado por Fernando Pimentel no repasse do ICMS e do IPVA devidos às prefeituras. “Todas as regiões estarão representadas no encontro”, garantiu Zema em entrevista ao programa 4 por 4.

Os representantes voltarão para casa com boas notícias. Atendendo a um pedido do governador, por exemplo, o ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, vai liberar R$ 5,4 bilhões para obras de duplicação e reformas requeridas pelas rodovias federais que ligam Belo Horizonte a Governador Valadares e Betim a Uberaba. O metrô da capital será contemplado com R$ 4 bilhões. “Os prefeitos serão grandes apoiadores porque ninguém sofreu tanto com o PT quanto eles”, reiterou Zema em entrevista à Folha de S.Paulo.

A opção por Bolsonaro colocou instantaneamente o governador mineiro na mira do consórcio da imprensa. Na mais recente edição, Veja insinua que uma financeira pertencente à família Zema foi premiada com uma medida provisória do governo, convertida em lei pelo Congresso. A revista também se dispensou de ressalvar que Zema não ocupa nenhum cargo de direção na empresa e detém meros 16% das cotas de participação.

Cabos eleitorais

Nikolas Ferreira (PL-MG), deputado federal mais votado do país | Foto: Reprodução Facebook

Além dos prefeitos, participam da ofensiva na frente mineira políticos que as urnas promoveram a oficiais graduados. Um deles é o senador eleito Cleitinho Azevedo, filiado ao PSC. Popularíssimo na região centro-oeste, especialmente em Divinópolis, onde trabalhava num sacolão de verduras, Cleitinho pousará em Brasília a bordo de 4,2 milhões de votos. Outro é Nikolas Ferreira, do PL, um vereador de Belo Horizonte que virou celebridade das redes sociais e foi promovido a menino-prodígio da nova direita. Aos 26 anos, ele puxou a fila dos candidatos a deputado federal amparado em 1,5 milhão de votos.

Nesta semana, Nikolas tornou-se alvo preferencial da usina de fake news infiltrada na internet pelo deputado federal André Janones, que conseguiu mais um mandato no Congresso. Homiziado no Avante, Janones fantasiou-se de candidato à Presidência da República até a entrevista concedida ao jornalista Roberto Dávila em que instalou o governante francês Emmanuel Macron na Presidência da Argentina. Rebaixado a prestador de serviços sujos alugado pelo PT, Janones inventou na semana passada, por exemplo, que o senador Fernando Collor de Mello seria nomeado ministro por Bolsonaro para confiscar, pela segunda vez, a poupança de todos os brasileiros.

Com generais desse calibre, as tropas de Lula dificilmente resistirão ao avanço do exército de prefeitos comandado por Zema. É improvável que o mineiro Janones conheça as peculiaridades históricas e geopolíticas do Estado onde nasceu. Como mostra o mapa acima, o singular desenho demográfico fez de Minas Gerais uma populosa miniatura do país. O Norte-Nordeste é mais pobre e, em consequência disso, mais dependente de programas sociais. Mais rico, graças à industrialização e ao agronegócio, o Sul-Sudeste vai ficando cada vez mais parecido com um prolongamento do território paulista.

É natural que a luta pelo voto cruze as divisas que separam os dois maiores colégios eleitorais do país. Somados, São Paulo e Minas abrigam 33% do eleitorado nacional. Um terço do total. O bom desempenho de Tarcísio de Freitas, que venceu o petista Fernando Haddad por uma diferença de 1,5 milhão de votos e vai ampliando a vantagem, promete expandir a votação de Bolsonaro, também vitorioso no primeiro turno em São Paulo. Mas os aliados do presidente seguem convencidos de que nenhum caminho levará ao Palácio do Planalto sem a escala triunfante em Minas Gerais.

Leia também “O gol contra de Moraes”

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28 comentários Ver comentários

  1. Vejo pelo lado bom tudo isso. As máscaras caíram todas. E se Bolsonaro for eleito sabemos exatamente quem estava com a verdade e quem mentia ideologicamente. Até os professores e funcionários públicos já estão identificados. Quanto a mim já sei exatamente com quem dialogar de forma honesta. Poderemos separar o joio do trigo com facilidade.

  2. Este Zema nos representa. Somos do bem, somos corretos, somos trabalhadores, não aceitamos vagabundos
    e picaretas, somos mineiros, somos das MINAS GERAIS. Riqueza do ouro, das pedras, da terra, da maravilha do rio São Francisco.

  3. Esse Zema é de um caráter pouco visto na política nacional !
    Lembro no final de 2020 quando ele vendeu para o Itaú as co tas bancarias de 630.000 servidores por alguns bilhões de reais e imediatamente quitou os salários atrasados dos servidores !
    Qual político teria essa conduta justa ,honrada ?
    Agora imediatamente após o primeiro turno berrou seu apoio ao quatros cantos de Minas ao Bolsonaro !
    Não poderia ser diferente ,pois recebeu o estado de Minas em frangalhos do ex governador Fernando Pimentel !
    Parabéns Zema ,caráter ,lealdade aos bons princípios não lhe faltam !
    Zema é a antítese do PSDB que virou hoje um puxadinho do PT!
    Nojo 🤢 dessa corja capitaneados pelo FHC.

  4. Vivi a experiência de passar com meu carro levando a bandeira do Brasil e adesivos da Campanha de Bolsonaro pelo Campus da UFMG. É como atravessar um quartel da Gestapo usando a estrela amarela. Tive meu carro fotografado por alguns militantes disfarçados de estudantes, mas fui lá para conversar e tentar convencer alguns votos recalcitrantes. Saí com duas certezas: virar em Minas é possível e seguro automotivo é importante.

  5. Romeu Zema merece a Presidência em 2026. Está demonstrada a sua gestão eficiente na condução do Estado de Minas.
    E se Deus quiser, reeleito em 2030, entregará a Faixa de Presidente ao Senador Tarcísio de Freitas em 2034.
    Essas pessoas de bem conduzirão o Brasil ao futuro de prosperidade que sempre almejamos.

  6. Boa Diego, mas me permita-me fazer uma proposição, mas antes deixe-me colocar uma premissa: Bolsonaro tem algo que Lula não tem, qual seja, muitos cabos eleitorais espontâneos movidos pela dor de ver a volta do PT. Assim, cada um de nós precisa projetar uma imagem mental da virada de Bolsonaro, mas também converter indecisos em votos, conversando, convencendo e também colocando neles a mesma dor que sentimos. Talvez essa seja a chave para ganhar essa eleição. Vamos colocar ação nisso. Deus proteja nosso Brasil.

  7. Não consigo acreditar nesse volume de votos no Lula, qdo os meninos qye apoiam Bolsonaro fizeram milhões de votos. Alguém imagina um voto para Lula e outro para um deles? Uma vela pra Deus outra para o diabo. Tem algo devpodre nessa história.

  8. “586,5 milhões de quilometros quadrados de Minas Gerais estão maiores que os 8.500.000 de quilômetros quadrados do Brasil. O correto de Minas Gerail são 586.528 Km2.

      1. Existe um velho deitado que diz “enquanto o dedo aponta a lua, o idiota aponta o dedo”

  9. Ler a revista Oeste e seus colunistas me provocam um sentimento e um estado. O sentimento é de revolta ante tanta inconstitucionalidades do ministro A.M. e seus acólitos e suas aberrações jurídicas. Ler JR Guzzo me faz me sentir potencial revolucionário ansioso por ver o congresso cassar esses calhordas que se dizem democratas. As diferentes leituras me provoca um estado de dor nas entranhas, daquelas que temos quando há ira justa e a emoção é grande demais.

  10. No último dia 02 de outubro, assistimos sem acreditar uma crescida arrematadora com uma possível vitória do Lula no primeiro turno!
    Cada um de nós pensou: “Como isso é possível? Fizemos campanha, nos mostramos na rua! Foram inúmeras carreatas, motociatas, manifestações e o grande 7 de setembro. Tudo com recorde de participação!”
    Nos expomos de maneira não vista antes nas redes sociais principalmente no Instagram e facebook, dentre outras redes sociais, com inúmeros stories e postagens de nossas fotos com as cores e a própria Bandeira do Brasil, veneramos a Nossa Pátria!!!
    Lula reunia meia dúzia de gatos pingados em showmícios de graça! Onde estavam seus eleitores? Não havia como comparar. O que deu errado? Fizemos tudo certo!
    Então, interagindo com outras pessoas, descobrimos que o novo eleitor de Lula não vai a nenhuma dessas manifestações. O atual eleitor de Lula, infelizmente, são nossos próprios filhos e filhas que, de livre e espontânea vontade, votaram nele!!!
    Após o resultado, tentamos culpar o nordestino, as pessoas de baixa renda, a baixa qualidade da educação, fraude nas urnas, pesquisas manipuladas e outros tantos motivos, mas não foi isso que ocorreu, demoramos para compreender o que houve!
    Tentamos proteger nossos filhos de todas as dificuldades que passamos e que nos tornaram o que somos hoje! Tentamos e conseguimos dar o sonhado Iphone ou um celular de muita boa qualidade, roupas de grife, viagens à Disney, dinheiro para baladas, PCs para jogos e estudos e tudo mais que nossos pais não puderam nos dar, e que, recentemente, sacrificamos de nós mesmos, para oferecer a eles.
    Mas nos esquecemos de um detalhe crucial! Não acompanhamos, mais de perto, quem os educava e o que acontecia, principalmente, nas faculdades e escolas. Então hoje colhemos um resultado nefasto! Observamos pessoas que são nosso maior bem, falando com toda a pompa que votaram no Lula no primeiro turno e, pior, vão votar nele no segundo. Isso dói mais do que qualquer outro acontecimento que possa ser descrito, como uma vitória desta esquerda!
    Então o problema pode não ser a urna, a pesquisa mal-feita, o STF, mas sim que ele esteja, silenciosamente, dentro de nossa própria casa!
    E o que podemos fazer para que nossos filhos abram os olhos e vejam o que já ocorreu nos governos aliados a este candidato e, consequentemente, o que poderá ocorrer, doravante, caso se confirme sua eleição?
    Para finalizar deixo as palavras do Sheikh Rashid, fundador de Dubai, que sobre o futuro de seu país, disse:
    “Meu avô andava de camelo, meu pai andava de camelo, eu ando de Mercedes, meu filho anda de Land Rover, e meu neto andará de Land Rover, por sua vez, meu bisneto voltará a andar de camelo” …Por quê?
    *_”Os tempos difíceis criam homens fortes, os homens fortes criam tempos fáceis. Os tempos fáceis criam homens fracos, os homens fracos criam tempos difíceis”_*.
    Muitos não entendem, mas temos que criar guerreiros e não parasitas!

    1. Belas palavras Diego.
      Observando nas ruas uma garotada com adesivo do Lula chego a triste conclusão que vc está incrivelmente certo .
      Essa geração é estupidamente fraca e acéfala.

    2. @Diego, você disse tudo e mais um pouco!
      Concordo plenanente com você. Meus filhos e sobrinhos, em sua grande maioria, são “socialistas de iPhone”!

    3. Excelente comentário, entendo correta a interpretação dos fatos, mas ainda assim, por que nossos notáveis de ilibada reputação das CORTES SUPREMAS temeram tanto o voto impresso ou auditavel? Creio que se tivessemos o voto impresso e o criminoso vencesse o senhor estaria com total razão. Como puderam criar tantas FAKEs com o voto impresso acoplado nas urnas eletrônicas? Que seria um retrocesso, a volta ao voto no papel motivo de muita fraude, custo elevado para implantação, a impressora pode engasgar e chegaram até a dizer que seria uma forma de comprovar ao “cacique politico” seu voto comprado, e a elevada periculosidade do roubo de cargas para transportar 150 milhões de votos no papel. Quanta ignorância do que era a PEC do voto impresso para AUDITAR amostras e eventualmente recontar as urnas eletrônicas sem qualquer manuseio do eleitor. Ao contrario seria a melhor forma de pacificar o eleitor que constataria que seu voto estaria na urna eletrônica e na urna do voto impresso. Vale dizer que varias vezes ouvi Bolsonaro dizer que passaria a faixa para o vencedor com eleições limpas e auditaveis.

    4. Parabéns Diego. Um dos melhores comentários que já li aqui desde que comecei a assinar Oeste. Lamento pelos pais que passam por essa triste situação, porém, graças a Deus, tenho um filho que cursou Engenharia Elétrica na UNICAMP, escola notoriamente marxista, mas nunca se deixou levar por ideologias de esquerda, porque foi acompanhado por pais que o educaram nos princípios bíblicos da Palavra de Deus, e que aprendeu desde sua infância a discernir o certo do errado, e tudo o que conseguiu foi por seus esforços, e principalmente sua fé . Resumindo…admiro sua constatação, mas aprender a votar tb começa em casa. Abraços

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