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Manifestação em frente ao Comando Militar do Leste na cidade do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (02) | Foto: João Gabriel Alves/Agif/Estadão Conteúdo
Edição 137

A direita está aí

Paralisação de caminhoneiros e protestos de rua mostram que o governo Lula vai enfrentar uma oposição tão feroz quanto a que praticou

Cristyan Costa
Edilson Salgueiro
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Acompanhada do casal de filhos — uma menina de 8 anos e um menino de 10 — uma eleitora de Jair Bolsonaro saiu de Monte Alto no interior de São Paulo rumo à capital, na sexta-feira que antecedeu a eleição, exclusivamente para participar do pleito. Na segunda-feira, ao voltar para casa de ônibus, teve uma desalentadora surpresa. Por causa do bloqueio dos caminhoneiros na Rodovia dos Bandeirantes, em protesto contra o resultado oficial da eleição, ela demorou quase nove horas para completar o trajeto que leva pouco mais de cinco horas.

“Foi uma situação desesperadora, até porque, ao meu lado, havia uma senhora com o filho recém-operado de uma cirurgia que fizera no dia anterior”, relatou. “Meu marido sugeriu que eu pegasse um Uber e voltasse para São Paulo, mas nem isso era possível, porque os dois lados da pista estavam interditados. As pessoas estavam com fome e sede.”

Essas manifestações eclodiram um dia depois da disputa eleitoral. E acabaram atrapalhando a vida de muita gente, inclusive daqueles que apertaram 22 na urna. No ápice dos atos, mais de 300 interdições estabeleceram-se em 18 Estados, mais o Distrito Federal. Era visível o descontentamento com o desempenho do TSE na campanha eleitoral. Entretanto, as reivindicações não ficaram claras. Em vários focos dos protestos, os manifestantes pediam intervenção militar e intervenção federal.

Tanto o flerte com o autoritarismo quanto a obstrução de vias públicas são condenáveis, visto que desestabilizam as instituições, suprimem as liberdades individuais e tolhem o direito de ir e vir dos brasileiros. Segundo militares consultados pela Revista Oeste, as intervenções das Forças Armadas não podem ser adotadas por impulso, emoção ou indução. “É algo que obrigatoriamente encerra um apurado estudo da situação, que leva em conta a ordem pública, as conjunturas interna e externa, o interesse nacional e, principalmente, as suas consequências”, observou o general da reserva Paulo Chagas.

A vez mais recente em que uma intervenção federal ocorreu no Brasil foi em 2018, no Rio de Janeiro, para reduzir a criminalidade. Ela é prevista na Carta Magna para uma série de casos excepcionais, nos quais a União é autorizada a intervir nos Estados ou no Distrito Federal. Quando isso ocorre, o governo estadual perde totalmente ou em parte as suas competências, até que a situação seja normalizada. Já a intervenção militar seria uma ruptura institucional absoluta.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, a mensagem de Bolsonaro aos caminhoneiros mostrou que as intervenções esperadas por eles não virão. “Quero fazer um apelo a vocês: desobstruam as rodovias”, pediu o presidente. “Isso aí não faz parte das manifestações legítimas. O fechamento de rodovias prejudica o direito de ir e vir das pessoas. Está na Constituição, e nós jogamos dentro das quatro linhas da Carta Magna.”

YouTube video

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), entrou em cena e determinou o desbloqueio imediato das vias. O juiz do STF chegou a definir multa de R$ 100 mil para quem desobedecesse à ordem. O magistrado mandou ainda as polícias militar, rodoviária e federal prenderem os manifestantes. “Serão tratados como criminosos”, disse o magistrado, durante uma sessão no Supremo.

A velha imprensa tratou de alimentar os devaneios autocráticos do presidente do TSE. A Folha de S.Paulo, por exemplo, qualificou todos os brasileiros que foram às ruas como “golpistas”. “É farto o acervo de registros das movimentações que exigem golpe militar, sob o eufemismo de ‘intervenção federal’ e de manifestantes que se recusam a aceitar o resultado das eleições brasileiras”, esbravejou o jornal.

A Folha se refere aos apoiadores de Bolsonaro como ‘golpistas’ | Foto: Reprodução/Redes sociais

A mesma Folha não utilizou adjetivos maledicentes para se referir aos militantes de esquerda que protestaram contra a vitória de Bolsonaro em 2018. Apenas dois dias depois das eleições daquele ano, os petistas convocaram manifestações em cinco capitais — São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Recife. Na ocasião, os protestos eram de “resistência” ao futuro governo, que ofereceria “um risco à democracia e à manutenção dos direitos”. Quatro anos depois, em um processo de metamorfose linguística incompreensível, a “resistência” se transformou em “golpismo”.

O portal UOL, do Grupo Folha, considerou manifestações contrárias a Bolsonaro como atos de ‘resistência’ | Foto: Reprodução/Redes sociais

Sem o posicionamento claro e oficial de Bolsonaro, a situação poderia ter ficado pior. Em Mirassol, no interior de São Paulo, um motorista de esquerda atropelou pelo menos sete pessoas na Avenida Washington Luís. Entre as vítimas, havia dois policiais militares e uma criança de 12 anos. Até o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, liderado pelo deputado federal eleito Guilherme Boulos (Psol-SP), decidiu se manifestar. O grupo mobilizou seus militantes para “desbloquear” as estradas e confrontar os apoiadores do presidente da República.

O cientista político Paulo Kramer afirma que Bolsonaro agiu corretamente, visto que preservou o direito de ir e vir de todos os brasileiros. O especialista defendeu o direito de se manifestarem, desde que de maneira ordeira e pacífica. “As pessoas podem se expressar, como prevê a Constituição”, disse.

caminhoneiros
Rodovia Castello Branco bloqueada na altura de Osasco – 01/11/2022 | Foto: Reprodução/TV Globo

Oposição nas ruas muda estratégia

Depois da declaração do chefe do Executivo, as manifestações dos caminhoneiros arrefeceram, embora ainda houvessem 32 rodovias com bloqueio parcial ou total em 11 Estados nesta quinta-feira. Os atos violentos deram lugar a protestos mais ordeiros, que não tolheram o direito de ir e vir dos cidadãos. No Dia de Finados, milhares de pessoas reuniram-se em frente a Tiros de Guerra, Batalhões da Polícia e do Exército. Elas vestiam verde e amarelo, em uma demonstração de ofensiva ao presidente eleito.

Os atos foram registrados em 28 cidades, em cerca de dez Estados, mais o Distrito Federal. A maioria ocorreu em Santa Catarina. Em Brasília, a manifestação concentrou-se em frente ao Quartel General do Exército. Em São Paulo, em ao menos dois locais: perto do Comando Militar do Sudeste, na região do Ibirapuera, e em frente ao Centro de Preparação de Oficiais da Reserva, no bairro de Santana, zona norte. No Rio, um protesto gigantesco ocupou parte do centro, na Avenida Presidente Vargas, em frente ao Comando Militar do Leste. Outro grupo se reuniu na Vila Militar, em Deodoro, zona oeste da cidade.

Os manifestantes sustentam que houve fraude na contagem de votos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), embora as provas de trapaça não tenham sido apresentadas. Por isso, exigem que seja divulgada a auditoria das urnas eletrônicas pelo Ministério da Defesa. Também questionam o desempenho do Poder Judiciário, com destaque para o Tribunal Superior Eleitoral, numa campanha manchada por preferências políticas e ideológicas de autoridades obrigadas por lei a agir com imparcialidade.

Para Chagas, é “improvável” que o relatório da Defesa apresente deficiências nas urnas eletrônicas. “A minha avaliação é que não houve nada”, observou. “Se tivesse alguma coisa, todos estariam botando a boca no trombone.”

manifestações PRF
Rodovia Anhanguera, na altura do km 188, sentido capital, em Leme, no interior de São Paulo | Foto: Igor do Vale/Estadão Conteúdo

“Metade da nação não o aceita de forma alguma e outros muitos brasileiros que nele votaram desconhecem, por alienação intelectual, seu triste envolvimento com a justiça brasileira”, afirmou o general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva. “Quando gigantescas parcelas da população bradam a plenos pulmões e em todo o Brasil que Lula deveria estar na prisão, ficam claras as consequências danosas da pessoa do futuro presidente para o autorrespeito e a autoestima de metade ou mais da metade da nação, hoje moral e ideologicamente rachada”. Rocha Paiva pondera, contudo, que “se não houve fraude no processo eleitoral, não há como reverter o resultado do pleito”, diz. “Porém, a reação popular servirá de alerta aos futuros dirigentes de que haverá cerrada vigilância por uma gestão honesta, sem corrupção, e em defesa da liberdade e da democracia contra a imposição da ideologia socialista, marxista-leninista e liberticida, almejada pelo PT.”

O cientista político Christopher Garman avalia que os conservadores saíram da eleição com o sentimento de que foram roubados, “principalmente ao observarem a forma como o STF e o TSE conduziram a disputa”. “As duas Cortes pesaram a mão no ativismo judicial durante as eleições”, constatou. “O que vejo é que os protestos vão continuar, mas de natureza mais ordeira e pacífica.”

Esse processo eleitoral viciado pôde ser observado especialmente nas decisões dos ministros, que foram sustentadas por preferências ideológicas. Os advogados de Lula, com a contribuição do senador Randolfe Rodrigues, atravessaram outubro pressionando os aliados no TSE com a média diária de cinco ações judiciais — ora exigindo direito de resposta, ora reivindicando a supressão de verdades, ora pedindo a imposição da censura a empresas de comunicação ou veículos jornalísticos. As ações emplacadas por assessores jurídicos de Bolsonaro não chegaram a dez. O TSE disse “sim” a quase todas as remetidas por lulistas. Até às que imploraram pela exumação da censura — abjeção sepultada em cova rasa na década de 1970.

Ainda que o petista consiga cooptar integrantes do centrão, o Parlamento tem novos membros que dificilmente dobrarão a espinha

Mas não é apenas isso. O processo que culminou na vitória de Lula teve um “empurrão” dos institutos de pesquisas, que, desde 1º de janeiro de 2019, travam uma batalha contra a reeleição de Bolsonaro. Se o resultado das eleições dependesse dos especialistas do Datafolha, por exemplo, a vitória do petista seria consumada ainda no primeiro turno. A realidade, contudo, desfez as fantasias. O presidente da República não apenas conquistou a vaga no segundo turno como a eleição foi a mais apertada da história do país.

A partir de agora, surge uma oposição que promete não dar descanso aos ladrões do Erário. O PT, que sempre liderou os protestos pela derrubada dos presidentes eleitos, terá de enfrentar um “Fora, Lula” antecipado. O petista venceu a batalha nas urnas, mas uma parcela considerável da população não o absolveu moralmente. O ex-presidente foi condenado em três instâncias, por nove juízes diferentes, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. E a manobra jurídica do ministro Luiz Edson Fachin não reescreve a História.

Trincheira no Congresso 

A direita também não pode se esquecer que tem um front no Congresso Nacional a ser pressionado. Nos próximos quatro anos, Lula será obrigado a lidar com algo que não havia em seus dois primeiros mandatos: uma oposição real no Parlamento.

Ainda que o petista consiga cooptar integrantes do centrão, o Parlamento tem novos membros que dificilmente dobrarão a espinha. Entre eles, estão nomes como os dos senadores eleitos Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Sergio Moro (União Brasil-PR) e Tereza Cristina (PP-MS) e os deputados federais Deltan Dallagnol (União Brasil-PR), Carla Zambelli (PL-SP) e Marcel van Hattem (Novo-RS), que, logo depois do primeiro turno das eleições, declararam oposição ferrenha a Lula.

É essa oposição que Bolsonaro deve e pretende liderar. O presidente e seu candidato a vice, o general Braga Netto, reuniram-se no início desta semana com o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto. No encontro, delinearam as diretrizes que vão conduzir os 58 milhões de eleitores que não votaram em Lula, além da bancada no Congresso, para uma oposição responsável e efetiva ao governo do PT.

Nos bastidores, Bolsonaro definiu que seguirá como o maior porta-voz das pautas conservadoras nos costumes e liberais na economia. Em 1º de janeiro, o presidente retornará ao cenário de oposição. A atual base política do chefe do Executivo também conta com o apoio de 260 deputados eleitos e mais de uma dezena de governadores. O presidente pode ter perdido a batalha, mas não a guerra.

As ruas deram o recado: a vida de Lula não será fácil. Os recentes protestos, em sua maioria ordeiros e pacíficos, são apenas um aperitivo dos próximos anos. A despeito das críticas, Bolsonaro foi capaz de mobilizar uma oposição aguerrida, combativa e alerta. Nesse cenário, será mais difícil a ocorrência de escândalos como Mensalão e Petrolão. Quem se acostumou a governar em sistema de cleptocracia terá dificuldade para administrar um país de outra maneira.

Leia também “De volta à cena do crime”

21 comentários
  1. Juliano Quelho Witzler Ribeiro
    Juliano Quelho Witzler Ribeiro

    O texto foi incorreto ao dizer que os manifestantes flertam com autoritarismo, posto que eles querem justamente o contrário. Também se omitiu quanto à principal reivindicação das ruas: rejeição à apuração secreta dos votos, à violação ao devido processo eleitoral por membros do Poder Judiciário e à cesura da liberdade de crítica. Minimizou, ainda, o pleito popular ao chamá-los de oposição, ao passo que, para vozes das ruas, ainda não houve nenhum governo eleito pela invalidade da disputa. Enfim, o povo não está nas ruas pelo Bolsonaro. Está contra um sistema autoritário e falido.

  2. THIAGO LUI REGIANI
    THIAGO LUI REGIANI

    o jogo acabou!! a guerra foi perdida…
    esses atos e ações… pouco ou quase nada terão de efeito…
    GAME OVER!!
    cada um que busque a melhor forma de cuidar de si e dos seus….
    o país já está de joelhos e não se levantará por muitos e muitos anos!!

  3. Ayrton Pisco
    Ayrton Pisco

    …embora ainda houvessem (?) 32 rodovias com bloqueio parcial ou total em 11 Estados nesta quinta-feira.

    Quem assina este texto com um erro desta grandeza?

  4. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    GOD, Country, Family and Freedom

  5. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Bota essa praga comunista toda na cadeia e o Brasil volta a funcionar como um soberano

  6. Daniel BG
    Daniel BG

    Faço parte da oposição aos resultados das urnas. Houve fraude! O presidente Bolsonaro já avisava muito antes das eleições. Ele sabia porque estava em contato com as forças que iriam derrubá-lo. Nós é que fomos lerdos em perceber. O STF estava (e está) alinhado com a esquerda. Foram eles que colocaram o bandido de volta à cena. Eles e os jornais oligopolistas: Globo, Folha de São Paulo, Revista Veja, o Estadāo… Estávamos avisados e não percebemos os tentáculos que nos circundavam. Se não continuarmos as protestar, já poderemos sentir na carne o alinhamento do presidiário com as ditaduras. Vamos ver nossos esforços sendo espoliados por eles. Iremos pagar pelo pesadelo que já começou.
    BRASIL! BRASIL! BRASIL! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 Bolsonaro venceu a eleição fraudada pelos podres poderes 2️⃣2️⃣✅

  7. José Onírio de Rezende
    José Onírio de Rezende

    O que eu acho estranho, é não levar em conta no seu artigo que, as decisões unilaterais do STF e do TSE – sempre a favor do candidato do Partido dos Trabalhadores – contaminaram o processo eleitoral em curso e, consequentemente influenciaram os resultados nas urnas, que poderia ter sido diferente, se houvesse neutralidade por parte daquele Ministro responsável por presidir o pleito, o que, sabidamente não aconteceu. Portanto, além destas considerações, devemos nos atentar para o fato de que, a manobra da “Corte Maior”, de livrar um condenado pela justiça, em três instâncias, para que o mesmo concorresse ao cargo de maior mandatário da Nação; seguido, da negação desta mesma Corte, de adotar o voto impresso concomitantemente com a urna eletrônica, levou a este descontentamento dos eleitores que gostariam de reconduzir o atual Presidente para um segundo mandato, levando em conta, a sua gestão competente e transparente, sempre respeitando as liberdades individuais e o suado dinheiro dos contribuintes. Concluindo: as manifestações patrióticas, tem fundamento em tudo o que acima foi exposto, bem como, na indignação de termos de volta no poder, um grupo que promete destruir novamente, tudo que está sendo reconstruído ao custo de muito sacrifício!!!

  8. Marcelo Tavares de Souza
    Marcelo Tavares de Souza

    Uma disputa que nunca deveria ter acontecido. Todo o mecanismo adotado para o retorno do “L” à cena do crime já sinaliza a magnitude da imoralidade das instituições públicas e dos politiqueiros de plantão que conduziram uma disputa – que em país sério jamais aconteceria – assimetria. A “Justiça” demonstrou que possui pratos desiguais, perpetrando uma parcialidade, sustentada por senadores omissos que não cumpriram com o seu dever funcional. A atuação da mídia não vale o meu comentário.
    Considero, como trabalhador, contribuinte e pai de dois filhos um escárnio a volta do “nine” à cena do crime. Confirmando que nós, brasileiros, merecemos o rótulo internacional de povo que possui uma moralidade flexível (para não falar outra coisa).

  9. Luiz Alberto Goncalves
    Luiz Alberto Goncalves

    Vocês esqueceram que quem dita, aprova e rege as leis é o STF. Nada que eles não quiserem será aprovado . Um erro não derrubar tudo isso agora.

  10. Onedson Carvalho da Silva
    Onedson Carvalho da Silva

    Infelizmente é muita decepção com homens que deveriam ser exemplos, que se dizem inteligentes, cultos, viraram vergonha para o Brasil e o mundo, homens que um dia admirei como Alexandre de Moraes, Édson Fachim, Roberto Barroso, Rodrigo Pacheco, Carmem Lúcia, e companhia. Até Luiz Fux se tornou uma decepção.! Que tristeza, isso se chama egoísmo idiota, imbecil, um dia vão morrer, ou serão queimados e virará cinza ou vai feder em um buraco. Agora, do acerto com Deus não escaparão. Aguardem! Vocês não teria vida, paz, nessa terra, a liberdade de vocês estão cerceada. O lixo do Brasil.

  11. Berman
    Berman

    Para um presidente se manter no poder tem que haver um cenário economico favorável, apoio da opinião pública e do Congresso. Com a volta do nine é provável um descontrole da economia, corrupção , aumento da inflação e desemprego que vai afetar principalmente os mais jovens e pessoas mais carentes , principais eleitores do nine.
    Está aramdo o cenário para o impeachment , usando qualquer pretexto, ainda mais que o PT não vai ter maioria no Congresso.

  12. Bill Marcio Pimentel Coutinho
    Bill Marcio Pimentel Coutinho

    Parafraseando Gabigol em referência ao jogo de volta contra o Atlético Mineiro pela Copa do Brasil: “agora o governo Lula vai conhecer o inferno”.
    Ademais, respeitar que constituição? A que Alexandre de Moraes jogou no lixo, praticando absurdos de todos os tipos? A que Carmem Lúcia, cinicamente, contrariou para censurar a JP?
    Protestarmos contra a eleição de um ladrão para a presidência do nosso país é o mínimo que podemos fazer…

  13. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    Brancos/Nulos/Abstenções neutralizando seus eleitores (tudo leva a crer que foi isso nessa eleição 2022)
    3-Podem tirar votos que ERAM Brancos/Nulos/Abstenções e DAR para o candidato preferido do stf/tse (ocorreu em Dilma contra Aécio)
    4- Podem usar uma mescla desses 3 itens acima aliados à compra de votos que SEMPRE OCORRE quando se tem ônibus levando eleitores pra votar.
    EU PARTICULARMENTE tenho certeza ABSOLUTA que foi empregado o item 4.

    31 milhões de Abstenções/Nulo e Brancos num histórico de amostragem de 20 milhões É MUITO ESTRANHO.
    Bem como o Horror que sentiram quando a PRF começou a parar ônibus em busca de sacos de dinheiro que desnudariam a compra de votos.

    FRAUDE GOLPE FRAUDE GOLPE ROUBARAM AS ELEIÇÕES
    Nossa FORÇAS armadas tem medo da reação dos USA e Europeus…COVARDES

    1. Janeilson Roberto Mattos
      Janeilson Roberto Mattos

      A revista deve ter medo de ser censurada.Sou novo na oeste,mas há indícios sim de fraude nas urnas.Estão no site do próprio TSE dados estatísticamente extremamente improváveis.Deveriam ao menos ser investigados.Mas,dado a militância judicial,podemos esquecer.O maior problema a meu ver é que o STF lacaio da esquerda deverá ajudar o condenado a presidir nas canetadas.E aí,oeste?Como ir contra a ditadura do judiciário?

  14. Alexandre Andreatta
    Alexandre Andreatta

    Até a Oeste vem dizer que não teve uma fraude tão evidente ??? Decepcionante. Ontem, 04/11, essa fraude começou a ser mostrada e pelo jeito vocês ainda não viram nada disso também ….

  15. Daniel BG
    Daniel BG

    Que injustiça! Foi muita covardia de Fachin e dois mais 6 ministros colocados pelo PT ao se desfazerem da Lava Jato. Hoje entendi melhor que aquilo tinha um incentivo urgente: tirar Lula da cadeia! E não pararam aí. Lula livre ganhou de Fachin a total liberdade para ser novamente candidato.
    Vamos ponderar: era um preso em que foi desmantelada a maior e melhor operação já montada em parceria com a polícia federal e o ministro público para combater a corrupção. Desmantelada criminosamente. Desmantelada para tirarem com urgência um bandido que estava preso.
    A partir daí compreendi melhor o restante nojento da manipulação dos 7.
    Nunca canetada em que alegava erro de CEP o ministro Fachin livrou aquele em que já estava provada a sua participação nos vários escândalos que culminaram no impeachment de Dilma e não prisão de quase todos os integrantes do governo petista de Dilma e Lula.
    Livre por uma canetada, rapidamente já era candidato à presidência da República. Entenderam? Um condenado e protegido pelo STF era candidato à presidência! Isso é muito injusto com a população. É manipulação descarada da justiça contra a tradição moral!
    Não bastasse isso, o STF, agora Fachin ficou nos fundos e Barroso apareceu, atacava as urnas auditáveis com declarações hipócritas de que não poderíamos voltar às cédulas de papel. Se fazia de besta para não discutir o assunto em questão. E, monocráticamente, ficou decidido por eles que as urnas continuariam não auditáveis.
    Testemunhamos uma embate grandioso para tentar manter as eleições o menos fraudáveis possível, até com a participação das Forças Armadas no processo, mas cheio de imposições por parte do TSE que, vejam, também era comando por eles (Fachin, Barroso e Moraes).
    Em outra parte do cenário temos os meios de comunicação, a agrande imprensa, que só publicava notícia pejorativa contra Bolsonaro e notícia duvidosa pró o “ex criminoso”.
    Se foi proibido mencionar os termos: ex condenado, mensalão, Petrolāo, etc mas propagandas eleitorais.
    Não bastasse isso, as agências de intenção de votos sempre publicavam uma vitória do bandido.
    Parecia que ele ganharia no primeiro turno.
    Quando não ganhou, as agências de intenção de votos tiveram de se explicar e isso não ocorreu.
    Em suma, a grande imprensa e as agências de intenção de votos denegriram a imagem daquele que, apesar da pandemia do COVID, de ter enfrentado uma corte do Renan Calheiros, também conhecida como CPI da COVID, de acusações caluniosas e de receber adjetivos tóxicos como genocida, nazista, terraplanista, etc, apesar disso tudo, trouxe um acordo com a Oxford/Astrazêneca que nos fez iniciarmos a produção da vacina e onde nos tornamos exportadores da mesma.
    Mas isso não foi importante. Queriam falar do genocida, do nazista…
    Os ministros de Bolsonaro, com destaque ao Paulo Guedes e Tarcísio, que, em plena pandemia, conseguiram pavimentar o caminho que vemos hoje: gasolina a menor custo que na vizinhança e até América do Norte e países europeus, o agro negócio lucros fantásticos, o fim da pandemia..
    Mas chegaram as eleições e o gabinete do ódio que costumava a, até isso, chamar a Bolsonaro, queria a vingança.
    Por meme meros 2 por cento nosso maior líder perde para o protegido dos 7.
    Injustiça! Injustiça!

  16. Lara Coralina França Falcão Pedrosa
    Lara Coralina França Falcão Pedrosa

    Sinceramente! Achar que não houve fraude . Fraude começou já nas medidas autoritárias de Alexandre que reduziu o direito de expressão do Governo e seus apoiadores . Diante de um projeto de “tomada” de poder (totalitarismo) o que será congresso nacional . Burrice ou desonestidade intelectual ? Perdi meu dinheiro c essa assinatura .

    1. Lara Coralina França Falcão Pedrosa
      Lara Coralina França Falcão Pedrosa

      .*o que será Congresso Nacional ?

  17. Bolso Mito
    Bolso Mito

    Não há como parar uma maioria que se enxerga igual, que não aceita ser dividida por cor, crença e opção religiosa.

    Não há como parar uma maioria que sabe que produz a riqueza do país.

    A onda verde amarela não vai para com a saída do Bolsonaro.

    A onda verde e amarela não vai parar por medo do STF.

    O que compartilhamos nas ruas é sentimento verdadeiro, não há como dessentir.

    Descondenem quantos presidiário quiserem, persigam as pessoas de bem, esqueçam a CF, nada vai nos parar.

  18. Murilo Mozart de Oliveira
    Murilo Mozart de Oliveira

    Uma oposição coerente e efetiva somente será possível mantendo viva e comprometida a mobilização popular contra esse “estado geral de coisas” pelo qual estamos passando. Não podemos aceitar como constitucionalmente normal esse verdadeiro show de horrores que estamos presencialmente diariamente desde que o verdadeiro golpe foi dado no último dia 30/10/2022. Os quadrilheiros de esquerda comemoram achando que terão a “faca e o queijo” na mão para fazerem o que quiserem todavia a sua ilegitimidade moral deverá ser elevada à ilegitimidade institucional e política. Que se organizem desde já os movimentos pró democráticos de fato para saudarmos como realmente merece e réu apenado quando de sua vergonhosa cerimônia de posse !!!

  19. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Espero que nos próximos quatro anos os quadrilheiros e “comandos” dos PTralhas sejam vigiados diariamente, caso contrário eles depenar os cofres da nação.

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