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A filosofia da besta quadrada

Hélio Schwartsman não tem nada pessoal contra Bolsonaro. Mas torce para que morra

Hélio Schwartsman já seria muito mais que um jornalista se fosse apenas um jornalista da Folha de S.Paulo. Quem trabalha por lá aprende desde a primeira pauta que já saiu da vida para entrar na História. Por respirar o mesmo ar que oxigenou os pulmões dos descobridores de uma verdade anterior a Gutenberg, um filhote da Folha descobre em um minuto que quem compreende a função social do jornalismo nem precisa saber escrever. Os recém-chegados também aprendem que a Folha, embora centenária, nasceu em 1983, com a missão de conceber, parir e amamentar a campanha das Diretas Já. Antes de reivindicar a paternidade da maior mobilização popular da história do Brasil, nada parece ter acontecido de relevante na trajetória do jornal que, nascido há mais de um século, capricha na pose de quarentão provido de notório saber sobre qualquer coisa.

Em 1964, por exemplo, a Folha apoiou com entusiasmo de pregador a queda do presidente João Goulart. Nos anos seguintes, não deu um pio sobre prisões de deputados, cassações de mandatos e outros pontapés na democracia. Com a decretação do AI-5, a empresa Folha da Manhã arrendou um dos seus jornais ao comando da repressão política. Mais de uma vez, terroristas souberam que morreriam no dia seguinte pela manchete que noticiava já na véspera a execução do prisioneiro, sempre “ocorrida durante uma troca de tiros com agentes dos órgãos de segurança”. A partir de 1968, a ditadura sem disfarces colocou sob censura, anos a fio, a revista Veja e o Estadão. A Folha não foi censurada um único dia. A direção e os jornalistas em cargos de chefia cuidavam voluntariamente de sonegar aos leitores notícias consideradas incômodas pelos generais no poder.

Alguém aí leu essas coisas na Folha? Nem vai ler. Os arqueólogos seletivos preferem exumar o indignado editorial sobre a brancaleônica invasão do jornal por fiscais do presidente Fernando Collor, ou textos iracundos resultantes de colisões frontais com outros governos, todas sem perdas ou danos consideráveis. A Folha só é boa de briga em períodos de temperatura política amena.

A boa saúde do Estado de Direito requer cuidados apenas quando começa uma sessão do STF

Realizada quando o regime militar aguardava alta na UTI, a campanha das Diretas Já foi tão perigosa quanto uma eleição de síndico. Para defender a democracia numa ditadura em estado de coma, basta a a mobilização da Guarda Mirim de Taquaritinga. Sabe-se lá por quê, a Folha acaba de tirar do baú a fantasia de guardiã das instituições em perigo para prevenir um autogolpe do presidente eleito há menos de dois anos. Neste 2020, a boa saúde do Estado de Direito requer cuidados apenas quando começa uma sessão do Supremo Tribunal Federal. Ou quando um ministro termina a redação de uma decisão monocrática.

Se um repórter contratado na véspera já entra na redação calçando coturnos imaginários, é compreensível que veteranos de guerra enfeitem a cabeça com um quépi de general paraguaio do século 18. É o caso de Hélio Schwartsman. Aos 55 anos, ele é o titular da coluna no alto da página 2. É também um dos editorialistas, cargo que garante ao menos um almoço por semana com o dono da empresa. Não é pouca coisa. Mas não é tudo: como informa o currículo resumido, o oficial graduado Hélio Schwartsman é filósofo. (Que fique claro: não se trata de mais um diplomado por uma das faculdades de Filosofia anexadas a universidades federais que só servem para enfeitar a sala de troféus de Lula com títulos de doutor honoris causa. Schwartsman é filósofo mesmo, daqueles condecorados com curso de aperfeiçoamento no exterior, barba de um dia e meio e tufos de cabelos nas orelhas que parecem filtros improvisados para impedir que o pensador acabe perdendo tempo com detritos intelectuais.)

Habituado a produzir uma tese por dia, o colunista-editorialista-filósofo elevou a produtividade depois do pouso no Brasil do coronavírus. Com tempo para piruetas mentais mais audaciosas, não é surpreendente que tenha sido ele o autor do texto publicado pela Folha na edição de 8 de julho deste ano. O título é o resumo da ópera: POR QUE QUERO QUE BOLSONARO MORRA. Se os bares da Vila Madalena estivessem abertos, Schwartsman talvez se limitasse a impressionar os amigos, todos escritores sem leitores, com a mera declamação da frase. Enquanto a plateia se recuperava do surto de criatividade e ousadia, o autor poderia até retirar-se sem pagar a cerveja consumida e esquecer o espasmo de imaginação. Certamente a prorrogação da quarentena soprou ao colunista a ideia de jerico: que tal ordenhar o título imbecil até colher o suficiente para o artigo do dia?

E então entrou em campo o filósofo. Depois de reiterar na primeira linha seu apoio ao vírus chinês que infectara o presidente da República, Schwartsman fez a ressalva: “Nada pessoal”. Como assim? O que há na cabeça de alguém que deseja a morte de alguém sem nenhum motivo específico para odiar o condenado? A continuação do besteirol informa que o autor do texto estava raciocinando como um adepto de algo chamado “consequencialismo” — embora jamais tenha sido “consequencialista”. Se fosse, acreditaria que “ações são valoradas pelos resultados que produzem. O sacrifício pode ser válido, se dele advier um bem maior”.

Seria interessante ouvir Schwartsman dissertar sobre os mistérios do consequencialismo

E qual seria, no caso do presidente brasileiro, esse misterioso “bem maior”? “No plano mais imediato”, pontifica o pensador de galinheiro, “a ausência de Bolsonaro significaria que já não teríamos um governante minimizando a epidemia nem sabotando medidas para mitigá-la”. Nas linhas seguintes, ele jura que a cada declaração de Bolsonaro favorável à reabertura da economia cai a taxa de isolamento e aumenta o número de óbitos. Quer dizer: no Brasil, não é o vírus que anda matando gente. É Bolsonaro. Embora proibido pelo STF de interferir na estratégia de combate à pandemia, o presidente é responsabilizado por Schwartsman por todas as mortes ocorridas no Brasil. Só não morreu mais gente, avisa, graças ao patriotismo e à perspicácia de governadores e prefeitos.

No fim do desfile de sandices, Schwartsman garante que as mortes seriam reduzidas em outros países, cujos habitantes se espelham nos maus exemplos de Bolsonaro. O prefeito de Bolonha, quando o fantasma da crise sanitária começou a agigantar-se, lançou a campanha “Abrace um chinês”. O prefeito de Milão decidiu que a cidade não iria parar. Em metrópoles que adotaram o isolamento total, a curva de óbitos permaneceu ascendente. Mas o colunista da Folha acha que a solução viria com a morte de Bolsonaro. Fez mal o governo federal ao tentar enquadrar Schwartsman como criminoso. Ele merece continuar à solta e exercendo o direito à liberdade de expressão.

Seria interessante ouvi-lo dissertar sobre os mistérios do consequencialismo. A Alemanha nazista matou 6 milhões de judeus (entre os quais poderiam ter figurado ancestrais do colunista), convencida de que o mundo seria melhor com a erradicação de raças inferiores. Com a eliminação física de Trotsky, teria Stalin garantido uma União Soviética menos brutal? O Brasil teria ficado menos idiota se fosse atendido quem torceu pela morte da dupla Lula e Dilma? Há outro bom motivo para manter Schwartsman livre, leve e solto. Como todo filosófo, o pensador da Folha certamente se angustia com três enigmas antigos como o mundo. Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos?

Para eliminar a primeira interrogação, bastou a Schwartsman uma incursão pelo mundo maravilhoso do consequencialismo. Se não sabia quem era, agora já descobriu quem é: uma perfeita besta quadrada.

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96 comentários

    1. Perfeita análise desse “ser” que foi “contaminado” pelo “vírus da esquerdopatia crônica que leva ao atrofiamento do cérebro. Ele simplesmente odeia e alardeia o desejo da morte do Presidente porque esse não “torce” para o mesmo “time” dele, o qual por extrema coincidência é o mesmo de um certo ex-presidente.

      1. Eu achei um absurdo o que esse jornalista escreveu!! Ainda bem, que temos o Augusto Nunes pra lavar a minha alma e mostrar o quanto esse jornalista é só mais um militante disfarçado e vivendo na bolha deles.

      1. Muito bom esse texto, Augusto Nunes. Sobra aqui o que falta na coluna do tal jornalists: conteúdo.

    2. Para os achados e imbecis jornalistas da,FALHA DE SAO PAULA esse maravilhoso tecto de Augusto Nunes é uma lição exemplar de como escrever com ética e classe.

  1. Parabéns Augusto. Trata-se de (mais um) um jornalistazinho auto-imunizado cognitivo, e despudoradamente militante. E a Folha não vai tomar nenhuma atitude porque é da mesma laia.

  2. Jornalistas do quilate do Augusto Nunes estão em extinção na chamada grande imprensa. Seria muito bom para a sociedade que jovens profissionais de imprensa se preparassem intelectualmente como o articulista, para nos brindarem com textos como esse que acabamos de ler.

  3. Os artigos da Revista Oeste geralmente são excepcionais, mas como são bastantes longos, quanto repasso no Facebook as pessoas reclamam e acabam não lendo. Fica como sugestão que os artigos sejam acompanhados de um resumo bem menor para ser repassado no Facebook. incluindo um link para o artigo inteiro. Abraços.

      1. Solução perfeita essa, Eric. Rachei de rir! Rsrsrs

    1. Isto é o que esta faltando a nos Brasileiros,ser um pouco mais paciente e ouvir ou ler toda materia,para ai sim ter uma opinião,o imediatismo e falsas promessas,nos deixaram nesta situação,por isto tenham paciencia,a construção sobre a areia não resiste,precisamos de construir sobre rochas,tenham fé e perseverança que nos estamos no caminho,certo basta ver,e ler esta materia de um Sr. experiente e vivido tais situações.
      E viva o Brasil de 2018 adiante,passado mediocre não traz beneficio algum.

    1. … Augusto Nunes não podia ter sido mais exato quando define o filósofo metido a jornalista da esquerda caviar como uma Besta Quadrada! Sensacional.

  4. Ô Augusto, o sujeitinho é filósofo da USP, não dá para esperar muito dele não é mesmo?
    Para variar mais um excelente artigo, parabéns!!

  5. É um privilégio termos Augusto Nunes, Guzzo e mais uma equipe de jornalistas com talento e coragem na OESTE para nos narrar com precisão o espetáculo grotesco da política nacional. Nos dão ânimo para continuar defendendo os ideais de quem trabalha, paga impostos e gostaria de deixar para os descendentes um país mais decente.

    1. Nada mais gratificante que ler Augusto Nunes, principalmente quando coloca um filosofo editorialista da foice a NU….e no’s mostra com clareza os Gatos como eles são….muito obrigado Augusto!!

      1. A Revista Oeste é o filet mignon da imprensa. Não tem pra ninguém. O jornalismo respira por aqui.

  6. Caro Augusto, você é simplesmente um dos expoentes do verdadeiro jornalismo brasileiro, ao lado do J.R. Guzzo, G. Fiuza e outros poucos. E atrevo-me a dizer que vislumbro um futuro herdeiro o qual gostaria que a Oeste convidasse a fazer parte do timaço. Se nome é Caio Coppolla.
    Quanto ao Schwartsmann, finalmente teve a resposta que merecia.

  7. Ótimo texto, mas acho que essa besta quadrada não devia ter seu nome citado. Filósofo, só se for de pensamentos de paredes de banheiros públicos.

  8. Obrigada, Augusto, pela aula de história sobre a Folha. Não sabia. Excelente texto. Fiquei triste pelo Hélio. Achava que ele não precisava disso para tentar chamar a atenção. Porque foi isso. Estava sem público.

  9. Infelizmente, para muitos que não leem e não conhecem um pouquinho da história – e ainda bem que o Augusto seja um dos poucos baluartes da imprensa que não é desta casta -, o Brasil foi inaugurado em janeiro de 2003 quando assumiu o poder aquela pessoa de quem não falo o nome. De lá para cá, o dinheiro fácil jorrou a rodo para a imprensa como um todo, o que talvez justifique essa “macheza” do jornal contra quem o está privando dessa “benesse”. A história da Folha é muito parecida com a do O Globo: ambos sempre viveram dos “preços da ocasião”. No mais, gostei muito do “general paraguaio do século 18” e, mais ainda, do “perfeita besta quadrada”. Parabéns

  10. Tive a oportunidade de constatar através de e-mails antigos de Hélio é um filósofo de baixo nível cultural. Suas premissas quase sempre são conduzidas pelo vício de origem. No campo da política e do direito ele é um pensador de buteco.

  11. Belo texto, parabéns! Ficamos assim então, quando lembrarmos deste episódio: “Porquê o colunista da Folha quer que Bolsonaro morra? Porque é uma besta quadrada”

  12. Eita caba arretado esse Augusto Nunes! Tome chicotada no espinhaço daquela besta quadrada. O timaço da revista Oeste segue botando prá quebrar!

  13. Para os achados e imbecis jornalistas da,FALHA DE SAO PAULA esse maravilhoso tecto de Augusto Nunes é uma lição exemplar de como escrever com ética e classe.

  14. Tempos atrás um famoso escritor inglês disse a seguinte frase: “Tire o trabalho de um escritor e você conhecerá uma pessoa medíocre”. Neste caso específico, Augusto Nunes parece querer dizer o contrário: Garanta o trabalho deste escritor e você conhecerá uma besta quadrada. Concordo com os dois.

  15. Belo texto! Parabéns!
    Para dizer o mínimo, o colunista citado foi muito infeliz.
    E o jornal do qual participa, aquele sim cúmplice, foi igualmente irresponsável por permitir a publicação.

    1. Texto delicioso o do Augusto Nunes. Como sempre. E, “quod erat demonstrandum”, sobre a Folha e seu editorialista mais uma vez se comprova a tese do Barão de Itararé: “de onde menos se espera, dali é que não sai nada”.

  16. Parabéns, Augusto Nunes !
    Texto perfeito e maravilhoso.
    Colocando, como sempre, os Pingos nos Is.
    A Foice de SP é tudo isso e mais um pouco. Tenho 65 anos e tenho aversão a esse folhetim porque há muito tempo tenho ciência de quase tudo o que consta de mais este brilhante artigo.Esse jornal é um embuste sempre.
    Quanto ao filósofo-editorialista, não devemos nem citar o seu nome; ele não é digno nem disto.
    Bravo, Nunes !

  17. Nada como começar o dia lendo um texto tão bem escrito, e que nos permite uma visão ampla da situação, além claro da Besta Quadrada! Impressionante o momento que estamos com este jogo da esquerda, tentando de todos os modos reverter uma situação que não tem volta. Só eles não entenderam isso! Parabéns Augusto e revista Oeste!

  18. Perfeito, corajoso, inteligente, esclarecedor e consolador nosso, o povo submetido às torpezas mas não subjugado às inverdades e ignomínias do STF e esquerdas afins, graças as penas do Augusto, do Guzzo, do Fiúza e da Revista Oeste em geral. Que bom que vim prá cá. Parabéns Augusto! Uma honra lê-lo.

  19. É por essas e outra reportagens de pensamento verdadeiramente livre que estou aqui, assinando a R. Oeste por um ano. Parabéns Augusto Nunes, que você possa influenciar a próxima geração de jornalistas, porque a atual, com raríssimas exceções, já foi devidamente tolhida das ideias, por Universidades aparelhadas para formar camaradas, não repórteres.
    E esta safra maldita é que faz a alegria dos meios de comunicação do “mainstream” jornalístico hoje, infelizmente.

  20. Excelente apresentação do Augusto Nunes sobre a Folha de São Paulo e do seu editor Helio Schwartsman. No passado fui assinante e conheci bem o comportamento desse jornal. Recentemente, por ter sido tucano desde Montoro e Covas e admirador de FHC, procurei ler inutilidades como os “diários da presidência” de FHC, e observei melhor o caráter autoritário e vaidoso do autor, como sua intensa interlocução, com os mais diversos proprietários dos meios de comunicação, impondo-lhes sua autoridade como fez com a Folha, conforme transcrição na pg. 333 (1995-1996):”Ontem, quando cheguei, fiquei indignado com o artigo do Clóvis Rossi, e depois soube de outro, de Josias de Souza, sobre o Nacional (banco), dizendo que eu tinha ajudado o banco, e o do Clóvis Rossi dava a impressão de que eu permitiria roubo, qualquer coisa assim, no governo. Fiquei muito irritado, telefonei de imediato para o Frias. Disse que não poderia mais ir à inauguração da Folha (parque gráfico do jornal) que sera no dia 4. Frias ficou desesperado, disse que ia fazer os dois engolirem, e fez. Hoje, domingo, ambos escrevem no jornal desdizendo-se. Vou à Folha, mas, nesse caso, fico sempre com um pé atrás. Encontrei o Frias ontem na solenidade do Itaú, ele meio desenxabido, agradou muito a Ruth e disse ao Sergio que imagina o quanto eu seguro a barra. De qualquer maneira, houve muito desrespeito pessoal. Já estou cansado, é demais!, por mais que eu seja tolerante”. E continua o assunto na pg. 335. “relatei aqui que liguei indignado para o Frias, disso resultou que tanto Rossi quanto o Josias de Souza, mais o Josias até, como disse o próprio Frias, engoliram o que tinham escrito. É bom porque assim eles veem que têm que dar uma parada, no fundo é tentativa de me flechar, porque acham que já estou pronto para ser abatido. É uma nostalgia do impeachment, como se houvesse uma imprensa capaz de derrubar pessoas. O Élio Gaspari não teve outra ideia a não ser a de me comparar com o Nixon nas fotos, não li o texto. Então, veja você, querem fazer um Watergate a partir dessa história!.É extraordinário, como se houvesse alguma relação entre uma coisa e outra”.
    Como ex admirador de FHC, adquiri estes diários, quando os tornou públicos e sem qualquer suspeição de sua lisura, penso que a Folha notadamente para vender versões, sabia que a nora de FHC pertencia a diretoria do Banco Nacional, conforme pude ler em seu diário.

  21. Lamentável existirem no mundo seres abjetos como este pseudo jornalista, e pseudo filósofo. Felizmente, diametralmente, nos deparamos com seres abençoados com bom senso, discernimento e conhecimento. Augusto Nunes nos faz acreditar que futuro ainda reserva boas colheitas!

  22. O astrônomo suíço Fritz Zwicky definiria um “filósofo” dessa relevância como “Besta ESFÉRICA” já que independentemente do ângulo que se olhe para o bruto ele continua uma besta.

  23. Como sempre, o Augusto Nunes é insuperável. A folha não influencia ninguém, então, esse cara além de ser uma “besta quadrada” não influencia ninguém.

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