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O padre que daria um jeito em Boulos

Marilena Chauí enxerga num estuprador do direito de propriedade o prefeito que dará um jeito numa das mais complicadas metrópoles do mundo

O surto de manifestações paranormais protagonizadas por Marilena Chauí foi inaugurado em 2004, quando a filósofa do PT saiu de uma audiência com o presidente Lula como se estivesse chegando de uma crônica de Nelson Rodrigues. Varada de luz feito santo de vitral, com o olho rútilo e o lábio trêmulo, Marilena fez a revelação fabulosa: “Quando Lula fala, o mundo se ilumina!”.

Fora a declarante, ninguém jamais vira, nem veria nos anos seguintes, aquela voz roufenha gerando mais energia do que mil Itaipus. Quando o palanque ambulante agarra um microfone, o que se vê são fenômenos de outro gênero. Plurais saem em desabalada carreira, a gramática se refugia na embaixada portuguesa, a ortografia se asila em velhos dicionários, a regência verbal se esconde no sótão da escola abandonada, o raciocínio lógico providencia um copo de estricnina sem gelo e os pronomes se preparam para sobreviver a mais uma selvagem sessão de tortura.

Neste fim de semana, Marilena Chauí estrelou o quarto episódio da sequência de estranhezas iniciada há 16 anos. De novo com o brilho no olhar que identifica os doidos de pedra, informou que resolvera juntar-se ao grupo de veteranos devotos do lulopetismo que aderiu oficialmente à chapa lançada pelo Psol para concorrer às eleições na maior cidade brasileira: Guilherme Boulos disputará a prefeitura com Luiza Erundina como vice. “São Paulo precisa da coragem do jovem e da experiência da mulher”, filosofou a vidente. Ela enxerga num estuprador do direito de propriedade o prefeito que dará um jeito numa das mais complicadas metrópoles do mundo. Outra visão apavorante.

Até o dia da explosão de luz no Planalto, imaginei que esse tipo de visão só havia acontecido durante a minha infância. Nenhum outro assombro provocou tamanha agitação quanto a notícia que alvoroçou Taquaritinga num começo de tarde de agosto de 1958. A cidade de 10 mil habitantes ficou sabendo que uma mulher que morava na Vila Sargi acabara de ver, no quintal que ficava na frente da casa de chão batido, a imagem de Nossa Senhora refletida no alumínio de uma lata de banha vazia. E Nossa Senhora da Lata continuava exposta aos olhos de um monte de crentes. Cavalgando a Monark com breque no pé que herdara de um irmão, subi em cinco minutos a rua de terra que levava ao local da aparição. Larguei a bicicleta a 20 metros do local do milagre e fui abrindo trilhas na floresta de pernas até alcançar a terceira fileira. Sentei-me na terra, espremido entre uma moça de sombrinha e um homem de bigode e chapéu, e me concentrei na contemplação da santa.

“A Lava Jato não tem nada a ver com a moralização da Petrobras!”, delirou Marilena. “É pra tirar de nós o pré-sal!”

Era mesmo Nossa Senhora, confirmou o homem de bigode e chapéu, que se declarou especialmente impressionado com o brilho dos olhos azuis da mãe de Jesus. A moça de sombrinha notou que o azul do manto era um pouco mais escuro. Achei que seria falta de educação confessar que não estava vendo coisa alguma além do alumínio que o sumiço do rótulo deixava inteiramente exposto ao sol. E já me dispunha a enxergar um terceiro tom de azul quando o padre Lourenço Cavallini virou a esquina em alta velocidade ao volante da perua DKW verde-limão, freou abruptamente a dois metros do meio-fio, apeou do assento sem tirar a chave da ignição e, com safanões e cotoveladas, abriu uma picada no meio da multidão. Ao enxergar o alvo que perseguia, o impetuoso pastor do rebanho municipal acelerou o ritmo das passadas e, mesmo com os movimentos dificultados pela batina preta, mandou para o espaço com um tremendo bico de esquerda a lata de alumínio com Nossa Senhora e tudo. E então se ouviu a voz anasalada de barítono, tão familiar aos ouvintes dos sermões dominicais, soltando o berro que anunciava o pito medonho: “Vão trabalhar, vagabundos!”

Não me senti afrontado: eu tinha 8 anos, e nessa idade ninguém trabalhava. Mas a plateia que se ia dispersando vagarosamente foi ficando mais ágil a cada chibatada verbal, e o que começou como retirada sem pressa logo virou correria. O próximo cretino que tentasse aproveitar-se de figuras sagradas para contar mentiras, avisou aos gritos a maior autoridade religiosa do lugar, seria sumariamente excomungado. E ai de quem se achasse no direito de queixar-se ao bispo. Passado o susto, que produziu efeitos paralisantes semanas a fio, os paroquianos dotados daqueles misteriosos poderes voltaram a ter visões, mas os intervalos entre uma e outra foram esticados, e todos se tornaram mais cautelosos. Só ficavam sabendo do acontecido parentes em primeiro grau e amigos de infância, que se comprometiam a manter a história longe dos ouvidos do padre Cavallini. Eu já tinha quase esquecido aquele dia inesquecível quando Marilena Chauí e a paranormalidade se conheceram no gabinete presidencial.

Na segunda manifestação, ocorrida em 2016, a entidade que se apossa da filósofa enxergou o lado negro da classe social a que pertence. “Eu odeio a classe média!”, berrou de repente. “A classe média é atraso de vida! A classe média é estupidez! É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista! A classe média é uma abominação política, porque ela é fascista, uma abominação ética, porque ela é violenta, e ela é uma abominação cognitiva, porque ela é ignorante!” Meses depois, o terceiro capítulo transferiu Marilena do terreno da galhofa para o pátio do manicômio. Entre outros espantos, a mulher que tem visões viu na operação que desmontou o maior esquema corrupto de todos os tempos uma trama internacional destinada a roubar riquezas armazenadas nas profundezas do mar do Brasil. “A Lava Jato não tem nada a ver com a moralização da Petrobras!”, delirou. “É pra tirar de nós o pré-sal!”

Como vive num mundinho infestado de fanáticos, a companheira paranormal não é excomungada

Na visão da filósofa de terreiro, o ainda juiz Sergio Moro é um agente do imperialismo ianque e das seis maiores multinacionais petrolíferas, as “Seis Irmãs”. Depois de alguns anos de cursos e treinamentos no FBI (Marilena não esclareceu por que a velha CIA ficou fora dessa), Moro voltou ao Brasil pronto para engaiolar bravos guerreiros do povo brasileiro, atribuir crimes inexistentes a um Lula incorruptível, obrigar empreiteiros, diretores da Petrobras e figurões da política a confessar delinquências que jamais cometeram, delatar amigos inocentes ou devolver propinas que nunca embolsaram e, com tudo isso e muito mais, precipitar a queda de Dilma Rousseff.

Se tivesse tais visões numa pequena paróquia do século passado, Marilena não escaparia da excomunhão por charlatanice decretada por um padre Cavallini, além de pedagógicas temporadas no hospício mais próximo. Como vive num mundinho infestado de fanáticos, a companheira paranormal logo vai estrelar missas negras da seita. Pena que o padre não tenha vivido para interromper a exaltação das virtudes de Boulos com a repetição da ordem que dispersou em poucos segundos os devotos de Nossa Senhora da Lata. “Vão trabalhar, vagabundos!” O candidato a prefeito nem esperaria o insulto que encerra a frase. Ao ouvir o verbo que mais odeia conjugar, invadiria o terreno mais próximo e ali ficaria até certificar-se de inexistência de batinas por perto.

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88 comments

    1. A esquerda como PT e PSOL seria cômica, se não fosse trágica. Às vezes tenho até pena ao ver em que tipos se apoiam… mas logo passa essa pena, ao lembrar dos males que já fizeram ao povo brasileiro

      1. O bom e velho Augusto Nunes deixou Boulos de tanguinha e Chauí de fio-dental (oh miséria, por que fui evocar tal visão cataclísmica?).

      2. Lúcido texto !
        Impecavel !
        Com relação à Sra Marilena tranquilizem se pois não será excomungada ,pois tem como parceiro o papa Francisco que recebeu em audiência o “apedeuta “!
        Acredito que em breve o papa Francisco deva receber o Fernandinho Beira Mar ,
        A cúpula do PCC ,
        Os mafiosos russos e por aí vai !
        O que nos resta é uma total perplexidade !

      3. Um belíssimo artigo. Parabéns concatenação das ideias! Ficou um texto irretocável.

    2. Dá até pra ver o padre dando o bico na lata, ainda estou rindo. Nas missas, o pader Cavallini dizia aos fiéis que cantavam baixo: abram essas bocas de jacaré! Ele não tinha qualquer dificuldade para abrir a dele.

      1. O padre Cavallini, que de família era tropa de pequenos mas, segundo o texto, estava mais para um cavallone, não sei se já havia sido ou não contaminado pela maldita TL. O que transparece é que ainda tinha ao menos um bom hábito dos antigos e bons padres, que não se escondiam em meias-palavras e duplos-sentidos: chamavam as coisas pelos seus exatos nomes e, o que havia de ser dito, diziam na lata! No caso, o cavallone Cavallini disse e fez: com a boca e com o bico, de esquerda embora. E endireitou tudo!

      2. Caro Augusto Nunes, você deveria escrever um livro de memórias contando esses “causos “. São deliciosos de ouvir. Quem dera pudesse ouvi-los num longo papo. Não me esqueço o episódio da suposta filha de Getúlio Vargas. Até hj rio prá valer. O humor é um dom perigosíssimo. Parabéns!

  1. Perfeita a reflexão de AUGUSTO NUNES. Fico me perguntando se essas pessoas, do tipo Boulos e caterva, realmente entendem a magnitude da administração de uma cidade como SÃO PAULO, com uma complexidade imensa, com problemas e necessidades de uma população de milhões de pessoas. Claro que nada sabem e também não estão preocupados por não terem compromissos com com a verdade nem com o progresso da sociedade.

    1. Formidável, meu querido Augusto!
      Há cada pérola nessa esquerda brasileira que dá dó!
      Mas vem cá, Dona Marilena, Boulos é um “jovem”?? E “corajoso”????

      1. É que não se tornou adulto consciente. Continua um adolescente imaturo..

  2. Parabéns Augusto…muuuito bom! Quanto aos vermes mencionados e sua candidatura, suponho que os paulistanos, em sua maioria, irão dar uma lição nessa dupla de ratazanas…

  3. M A R A V I L H O S O poder ler textos como os teus, Augusto. AMO!
    Obrigada… só assim mesmo para podermos aguentar tudo isso que temos que nos apresentam todos os dias.

  4. Parabéns Augusto, por dar a mentirosos contumazes, atores principais das próprias desgraceiras, rábulas do direito às avessas em favor próprio, arautos das próprias canalhices e Sanchos Panças combatentes de conspirações quixotescas seu humor inteligente, embora os mequetrefes sequer mereçam algo além de pena.

  5. Augusto, que delícia é ler os seus textos! Sempre consegues me extrair um sorriso (ou cinco), mesmo que tratando de temas que são, em essência, extremamente deprimentes.

    Sua maestria do ‘ridendo castigat mores’ bem merecia um prêmio!

    Graças ao bom Deus ainda temos jornalistas como você, o Fiúza e o Guzzo, a fazer contraponto às aberrações que infestam as redações hoje em dia.

    Que Deus abençoe você e toda equipe da Revista, bem como os queridos colegas assinantes.

  6. Depois deste texto a mulher e o homem citados, deveriam se recolher em algum instituto de dementes mentais. Assim não terão que explicar como podem ser tão idiotas em suas falas e atos, tudo poderá ser explicado como DEMÊNCIA.

  7. Aguato Nunes vc é o melhor jornalista brasileiro.Cada crônica sua é um defesa de tese que leva vc comos sabemos rir. Vai, se LuisXVI ainda vivesse com certeza ele falaria que sua crônica valeria um bela missa na NOTRE DAME. Abraços.

  8. Augusto Nunes sempre com bom humor e ironia na perfeita construção desse texto sobre a filosofa Marilena Chaui do PT, que adora o iluminado Lula, que no passado foi considerado um camaleão que não tem caráter pelo falecido sociólogo Chico de Oliveira fundador do PT.
    Gostaria que Augusto Nunes, extremamente corajoso em seus artigos e comentários nos meios de comunicação, pudesse nos produzir uma importante matéria sobre a BOLSA DITADURA, que seguramente bem conhece, e os meios de comunicação tem sido omissos. Indenizações IMORAIS e algumas ILEGAIS de anistiados políticos, em muitos casos verdadeiras FRAUDES, deveriam ser investigadas pelo MPF, revisadas e penalizadas judicialmente. Penso que, essa seria importante matéria para auxiliar a ministra Damares nessa tarefa. Consta que Millor Fernandes (PASQUIM) teria dito que “ser preso politico foi um bom investimento”. Seria importante divulgar para a sociedade quanto já nos custou essa farra que é vitalícia, transmissível a sucessores, e pasmem, não tributada.

  9. Que texto sensacional caro Nunes. Não tenho lido muito sobre a patologia do Alsheimer – a pandemia é a hora -mas pelo que li, montanhas de neurônios a cidadã perdeu! Sem recuperação, não é mesmo?

  10. Compreendo Oeste, q é momento difícil pra todos nós, em face da pandemia. Mas por favor, sou assinante de 1a. Hora, é com a enxurrada de apelos propagandístico p assinar a revista, ñ consigo ler tantas boas matérias. Ñ dá pra poupar os já assinantes? Desculpem-me, boas parcerias só crescem se tratamos diretamente!

  11. A sugestão é perfeita, Augusto. Chutar essa lata da filósofa para bem longe, antes que muitos crentes de ocasião venham se ajoelhar aos pés da santa. Já que o senhor contou a sua história, também pretendo contar uma. Constam nos anais da Filosofia que certa vez, em uma comunidade de adeptos, um discípulo mais pirado atestou que jamais atravessaria o rio para o outro lado, quer dizer, o rio que atravessava a comunidade. O porquê, até hoje ninguém sabe. Mas um colega de meditação atestou que ele atravessaria sim, que isto seria possível. Um certo dia, encontrando-se os dois às margens do dito cujo, deram início a um embate acalorado sobre suas contradições. A cada grau a mais de calor na contenda, o discípulo tendencioso dava um passo à frente. Quando cuidaram que não, já estavam do outro lado do rio. Fiquei pensando: será que a filósofa que odeia a classe média não estaria simulando essas visões estapafúrdias com o fim único de fazer seus contrários atravessar para o outro lado um rio que um dia juraram jamais atravessar? Fica aí a dúvida.

  12. Caro Augusto, ler os seus artigos é, além de jornalismo de primeira, pura diversão.
    Só de imaginar os ares de muar do Boulos e da Marilena Chauí, entro em extase.

  13. Caro Augusto Nunes.
    Só você para nos fazer rir desses absurdos.
    Não sei o que esses caras bebem, cheiram, fumam ou injetam na veia para, não mais que de repente obter estas VISÕES ESTAPAFÚRDIAS e que que sem VERGONHA NENHUMA NA CARA vem nos impor como A GRANDE REVELAÇÃO.
    Augusto NUNCA deixe de me FAZER RIR, mesmo que isso tudo acabe,
    PS. Sei que morro antes de acabar essa palhaçada toda, mas não custa torcer né?
    Parabéns

  14. .Caro Augusto, ainda não li , integralmente, a coluna acima. Precisei, imediatamente, descer aos comentários, já no 2o. parágrafo. Que prazer para
    os olhos e mente todas as suas observações sobre a verborragia de Luiz Inácio. Nada tão perfeito…Comecei bem o sábado !!!

  15. Muito bom texto. Focaliza muito bem a cegueira de radicais que professam a ideologia esquerdista. Constroem uma versão dogmática e desvirtuada dos fatos históricos para não enxergar a realidade.

  16. Mais uma peça rara da coleção AUGUSTO NUNES . Prazer de ler a explicação desses loucos que ainda infestam a politica brasileira, mas estão em seus últimos suspiros , o BRASIL está mudando muito para melhor.

  17. Mestre Augusto Nunes. Espetacular! Fantástico! Mais uma obra prima de alguém que sabe o que sente , diz e fala. Graças aos bons deuses da competência, te temos ao alcance.
    Eu é que me parabenizo por esse presente.

  18. Data vênia essa parceria tem tudo par dar certo PT e PSOL, mas o problema é que a união pleiteia a administração da maior Prefeitura do País o requer habilidade, trabalho e honestidade o que os integrantes das duas siglas não são nenhum pouco avessos, agora se fosse para praticar assalto aos cofres públicos e fazer patifaria essa união seria o par perfeito. Que Deus livre São Paulo dessa desgraça, pois já basta o Covid.

  19. O gabinete do ódio começou com ela. Depois vieram alguns professores de universidades federais querendo queimar quem não fosse comunista e finalmente o vírus chauiense fincou lança no STF.

  20. Só por um texto como esse do nosso querido Augusto, vale a pena o investimento na assinatura. Parabéns Augusto!!!! Uma pergunta? a história do padre Cavalini é real mesmo? Por que a da moça nós sabemos bem quem é??? 🙂

  21. Ainda se perde tempo escrevendo sobre Marilena Chauí?! Esta senhora tem menos relevância que o acasalamento de girafas na Patagônia. Exato, não há girafas na Patagônia.

  22. Ah, Augusto, texto incrivelmente maravilhoso e divertido. Obrigada e com licença porque vou ali sorrir até 2050. Grande abraço!

  23. Essa gente deveria levar o mesmo bico dado pelo padre. Essa escória não trabalha, vive da miséria e ignorância alheia. Que venham outros padres para juntos bicarmos muitos Boulos da vida!!

  24. Augusto Nunes desejo a você muita saúde e vida longa para vc continuar escrevendo esses textos maravilhosos, com essas alfinetadas deliciosas que só você sabe dar nesse povo devoto da seita da missa negra, como vc diz e o ” deus Lula” deles. Adoro!!!!

  25. Prezados colegas vamos fazer uma “vaquinha”, contratar um artista para fazer uma estátua do AN, vamos colocar a estátua em frente o STF. Nossa situação só vai melhorar qdo Boulos, Marilena, o maior Ladrao do mundo Lula, Alckmin, Serra , Aécio, e principalmente os 11 bandidos da capa preta estiverem todos presos, amordaçados e com camisa de força, mas mantidos vivos.

  26. Bravo, Augusto Nunes! Há que desnudar essa gente sem nocão e que torce contra o Brasil do bem. É sempre um prazer renovado a leitura da revista Oeste. Avante!

  27. Parabéns pelo texto, lúcido, enriquecedor e divertido. O senhor é um dos raros Jornalistas (com J maiúsculo mesmo) que honram esse nobre ofício de informar, pois tem clareza de ideias, independência e coragem, predicados que, infelizmente, faltam à maioria da nossa mídia.

  28. Ah, Augusto Nunes, você evocou uma visão do Padre Cavallini visitando o STF – no meio do discurso do Toffoli, com apartes do Alexandre Morais… empurrando todos os advogados embevecidos e chutando o microfone e o púlpito, gritando: “vão trabalhar, seus vagabundos!”

  29. Eu defendo sempre que alguns textos de AN deveriam estar num quadro, ou melhor, fundidos em bronze para a eternidade. Certamente, esse é um deles. Pena que já não existam mais Pe. Cavallinis para chutar latas. Mas ainda bem que temos textos bem escritos embebidos em realidades incontestes para espancar anarquistas incendiários de propriedades alheias, loucas de hospício com diploma de filósofa. Ainda bem…

  30. A revista Oeste e seu quadro de jornalistas veio para ser referência em qualidades:éticas,culturais,históricas,políticas e semiológicas.Semiológica porque analisando os sinais e sintomas do nosso cotidiano, define bem, como faz Mestre Augusto,os delírios e alucinações da esquerda narcisista.O psicopata Narcisista,que Freud tomou da Mitologia Grega,para descrever a doença;é o compreensível discurso dos líderes da esquerda.Chauí pode ser ECO,a filha de Zeus que só elogiava ,e Boulos,Narciso, que não se amava e não amava ninguém.Morreu definhado.OESTE delimita nossa época:o antes e depois da mentira,da farsa, visões,ouvir vozes dos santos e deuses, comum na esquizofrenia e na política atual.Augusto usa ironia e humor fino,para identificar suas “manias”.

  31. Excelente a tua crônica da Nossa Senhora da lata.
    Também, o Dr. Bacamarte não daria alta para madame Chaui da Casa Verde
    de Machado de Assis!

  32. Augusto Nunes indefectível. Como sempre. Parece que vejo o Padre Cavallini correndo atrás de Marilena Chauí e Boulos kkkkkkkkkk

  33. Augusto novamente excepcional! Valeu!Nada se compara ao poder destruidor da seita comuno – corrupta ainda vigente no Brasil. Pena que não existem mais os padres Cavallinis. Eles foram substituídos por militantes esquerdopatas que rezam missas nas horas vagas.

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