A exploração de petróleo e gás na Bacia da Foz do Amazonas, na chamada Margem Equatorial, começou sem grandes alardes.
As petroleiras Petrobras, ExxonMobil, Chevron e CNPC arremataram 19 dos 47 blocos exploratórios de petróleo e gás ofertados em leilão de concessão realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
No total, foram arrecadados R$ 844 milhões com a operação.
O certame foi realizado apesar dos desafios socioambientais e da resistência de ambientalistas.
Há anos a Petrobras aguarda a aprovação do Ibama para operar na área. Por isso, havia dúvidas se petroleiras fariam lances por áreas na Bacia da Foz do Amazonas. Todavia, um avanço da Petrobras para a última etapa no processo de licenciamento animou a indústria.

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Leilão dos recordes
Outro leilão que animou o governo Lula foi o 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão.
O certame, também realizado pela ANP, foi considerado o melhor da história do regime de concessão em arrecadação estatal.
No total, foram mais de R$ 990 milhões em arrecadação via bônus de assinatura, garantindo cerca de R$ 1,5 bilhão em investimentos.

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Bolsa do Rio: agora vai?
A nova Bolsa de Valores do Rio de Janeiro deverá começar a operar no primeiro quadrimestre de 2026.
Segundo Claudio Pracownik, presidente-executivo da Base Exchange, empresa que lidera o projeto, os primeiros testes da nova bolsa já foram realizados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e a perspectiva é que até agosto sejam realizados seminários e simulados no Banco Central.
As autorizações regulatórias para a operação da nova bolsa deverão sair até o fim do ano, de forma que ela poderá começar a funcionar ao longo do primeiro quadrimestre de 2026.
Segundo o executivo, os diferenciais da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro em relação à Bolsa de Valores de São Paulo (B3) serão a rapidez e os custos mais baixos.
Vale, Petrobras e Banco do Brasil já teriam manifestado interesse em ter suas ações negociadas na bolsa carioca.
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Menos América Latina, mais Brasil
A gigante da telefonia espanhola Telefónica reduzirá sua exposição à América Latina, onde a lucratividade é menor do que o custo de capital, para se concentrar no Brasil e em outros três mercados.
Já em 2019 a empresa tinha começado essa movimentação vendendo algumas unidades da América Central.
Agora, sob o comando do novo presidente-executivo, Marc Murtra, o mercado da Telefónica vai se concentrar no Brasil, no Reino Unido, na Alemanha e na Espanha.
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Vale investe no Pará
A Vale obteve a licença prévia para o projeto de cobre Bacaba, no Pará. Com isso, a gigante da mineração investirá aproximadamente US$ 290 milhões durante a fase de implantação.
Segundo a mineradora, o projeto busca estender a vida útil do Complexo Minerador de Sossego, contribuindo com uma produção média anual de aproximadamente 50 mil toneladas ao longo de oito anos de operação.
O início da produção está previsto para o primeiro semestre de 2028.
O projeto é o primeiro de uma série que a Vale quer desenvolver no Pará como parte do objetivo estratégico de dobrar sua capacidade produtiva de cobre na próxima década.

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De olho na contabilidade
A Warburg Pincus (WP), uma das maiores gestoras de private equity dos Estados Unidos, aumentará sua participação no capital da empresa brasileira de contabilidade Contabilizei.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorizou sem restrições o aumento de sua participação para 36% do total, por um valor de US$ 125 milhões.
A WP não é a única empresa estrangeira interessada na Contabilizei. O fundo japonês SoftBank também tem uma participação na plataforma.
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Negócios de saúde
O número de empresas do setor de saúde cresceu mais de 50% no primeiro trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período do ano passado.
No total, foram abertos aproximadamente 40 mil CNPJs de microempresas de pequeno porte que atuam no setor de saúde.
A liderança entre os setores de atuação dessas novas empresas está em Psicologia e Psicanálise, com alta de quase 100% nos primeiros meses do ano, seguido por Fisioterapia, com alta de cerca de 80%, e Odontologia, com um crescimento de mais de 80%.

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Mercado Livre investe em São Paulo
O Mercado Livre investirá quase R$ 14 bilhões no Estado de São Paulo ao longo de 2025.
O aporte faz parte do investimento de algo em torno de R$ 35 bilhões previsto para o Brasil durante este ano.
A empresa argentina informou que São Paulo é parte fundamental da estratégia de crescimento no Brasil, e o Estado receberá cerca de 10,5 mil novas vagas de trabalho até o fim do ano. Um número que se aproxima de 80% do total de novas posições nacionalmente.
Segundo a empresa, o ambiente regulatório estável e a relação de confiança entre o setor privado e as autoridades permitiu um aporte dessas proporções.
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Totvs aposta na IA para PME
A Totvs, maior empresa de software do Brasil, anunciou sua estratégia para o desenvolvimento de produtos com recursos de inteligência artificial com foco em empresas pequenas e médias, com uma receita entre R$ 100 milhões e R$ 2 bilhões.
O objetivo da empresa é aumentar sua relevância em uma carteira de 15 mil clientes.

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É uma temeridade. A quadrilha de volta a cena do crime na Petrobrás, gerindo tamanha fortuna…