No dia 9 de setembro, o advogado Jeffrey Chiquini e o vereador curitibano Guilherme Kilter (Novo-PR) foram impedidos de dar uma palestra na Universidade Federal do Paraná sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal. Cercados por uma horda de estudantes raivosos que entoava o grito de guerra “recua, fascista, recua”, foram escoltados até a sala dos professores por seguranças e só conseguiram deixar o prédio depois da chegada da tropa de choque da Polícia Militar.
Na semana seguinte, o vereador Kleber Ribeiro (PL-SP), de Guarulhos, foi hostilizado no campus da Unifesp ao tentar protocolar um ofício em que solicitava o uso do auditório para uma palestra sobre antissemitismo, intolerância religiosa e valores sociais e morais. Um grupo de alunos cercou o parlamentar e sua equipe, que tiveram de deixar o local imediatamente.
Casos assim têm se multiplicado em espaços que deveriam promover o livre debate de ideias. O mesmo fenômeno se observa fora do Brasil. Nos Estados Unidos, universidades registraram uma onda de episódios de antissemitismo depois da resposta militar de Israel aos ataques terroristas de 7 de outubro de 2023.
Nesse contexto, não chega a surpreender que o ativista conservador Charlie Kirk tenha sido assassinado justamente durante um evento universitário. A morte de Kirk reacendeu o debate sobre intolerância política nos campi de todo o mundo. No Brasil, relatos de expulsões, punições disciplinares e agressões em universidades como USP, UnB, Unirio e Unesp confirmam que o problema é global.
Perseguido em todas as frentes
O youtuber Wilker Leão, ex-estudante de História da Universidade de Brasília (UnB), ficou conhecido nas redes sociais por filmar discussões em sala de aula, nas quais acusava os docentes de doutrinação ideológica. A universidade abriu processo em 1º de novembro de 2024, mas Leão afirma que só foi informado quase dois meses depois. A decisão final, assinada pela reitora Rozana Reigota Naves, neste mês de setembro, determinou sua expulsão.
A instituição alegou que a conduta configurava infração disciplinar, já que as gravações ocorreram sem autorização dos professores. Leão contesta: “Não há lei que proíba gravações nos moldes em que faço”, avalia. Ele posicionava a câmera de modo que apenas o seu rosto aparecesse na tela, evitando a exposição tanto do docente quanto de outros alunos. Além da expulsão, Leão diz ter sido impedido de se matricular em outro curso, mesmo depois de ser aprovado no vestibular para Ciências Sociais. “Fui duas vezes sancionado por uma alegação de ‘mau comportamento’ totalmente subjetiva, sem qualquer fundamento legal”, afirmou.
O caso ganhou maior repercussão quando a juíza Ana Cláudia Loiola, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, condenou-o a dois anos e três meses de detenção em regime aberto por calúnia e difamação contra o professor Estevam Thompson. A decisão baseou-se em seis vídeos de aulas de História da África nos quais o estudante se referiu ao docente como “professor brabão”, “valentão” e “transgeneral”. Para a magistrada, as falas atingiram a honra do professor e violaram o princípio da liberdade de cátedra.
A estudante que vestiu a fantasia da esquerda
A estudante Julia de Castro, de 20 anos, ingressou em 2020 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Logo se decepcionou ao perceber que o ambiente acadêmico, longe de ser espaço do livre pensar, funcionava como palco de patrulha ideológica. “Foram momentos bem angustiantes”, observou. Nos dois primeiros anos viveu o que chamou de “espiral do silêncio”, expressão usada para designar a omissão de opiniões divergentes por medo de isolamento e hostilidade. Fazia trabalhos acadêmicos de acordo com a “cartilha da esquerda”, o que lhe garantia boas notas, mas gerava conflito interno. “Minha mãe chegou a dizer que eu parecia uma comunista”, relatou.
Em outubro de 2024, quando colegas descobriram seu alinhamento político. Um site de fofocas da universidade publicou postagens de suas redes sociais com a manchete: “Como essa ‘Julia Bolsonara’ pode estudar na Unirio e apoiar esse homem?”. Pouco depois, um usuário marcou seu perfil com a mensagem “os seus dias estão contados”. Em seguida, passou a receber ameaças de morte no X, na época ainda Twitter, e no WhatsApp. Colegas a retiraram do grupo de sala, e seu número de celular foi divulgado em mensagens de ataque. “Chorei compulsivamente naquele dia. A cada segundo, havia uma nova ameaça.”
Segundo Julia, professores e direção foram omissos, porque “querem que a situação seja abafada”. Ao retornar às aulas, sentiu-se uma estranha, sob olhares de reprovação. Em uma das ocasiões, foi abordada por colegas que disseram: “As pessoas não te odeiam por você ser de direita, que já é algo ruim, mas por você votar no Bolsonaro”.
O racista assediador
Victor Henrique Ahlf Gomes, de 22 anos, apesar de ter se formado em Direito na USP com média 9,1 e nota máxima no Trabalho de Conclusão de Curso, foi expulso como resultado de um processo aberto em 2022, acusado de racismo e assédio a uma ex-namorada. “Eu fui processado por ser de direita”, declarou, relatando que a própria vice-diretora teria afirmado que ele “não era um aluno com o perfil da universidade” e que suas opiniões eram “fascistas, machistas e nazistas”.
De acordo com a advogada de defesa, Alessandra Parmigiani, “uma captura de tela de conversa privada fora de contexto foi usada como peça central do processo”. Em fevereiro deste ano, a juíza Gilsa Elena Rios, da 15ª Vara da Fazenda Pública, anulou a expulsão, mas a USP recorreu e o processo segue em segunda instância.
Uma pesquisa do Instituto Sivis, com mais de mil estudantes de universidades públicas e privadas brasileiras, constatou a predominância do pensamento de esquerda (46,9%), seguido por direita (26%), centro (16,7%) e indecisos ou que não responderam (10%). Entre os docentes os números são ainda mais alarmantes. Em levantamento feito pelo jornal estudantil de Harvard, 75% dos professores declararam ser de extrema-esquerda ou progressistas, 3% se denominaram conservadores e 22% moderados.
A professora “golpista”
Sandra de Moraes Gimenes Bosco, doutora pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e docente da instituição desde 2010, foi demitida do Instituto de Biociências do campus de Botucatu, acusada de participar das manifestações de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Ela foi detida no dia 9 de janeiro em um ônibus que retornava da capital com outros 44 passageiros. O veículo foi parado pela Polícia Rodoviária Federal, que relatou que alguns ocupantes apresentavam marcas de balas de borracha e admitiram envolvimento nas invasões. Todos foram liberados em poucas horas. Dias antes, Sandra havia compartilhado em sua página no Facebook um banner convocando para a caravana.
A Unesp abriu processo administrativo em 10 de janeiro, depois de denúncias recebidas pela Ouvidoria e parecer da Comissão de Ética. O documento descreveu que a docente teria participado “de atos criminosos, violentos e antidemocráticos”, classificando sua conduta como “infração disciplinar de natureza gravíssima”. A base legal foi a Lei nº 10.261/1968, que impõe ao servidor “manter conduta compatível com a moralidade administrativa” e prevê demissão por comprometer a dignidade da função pública. O reitor homologou a decisão, publicada no Diário Oficial em 29 de abril.
Para o advogado Rodrigo Saliba, a punição foi abusiva: “Ela não foi denunciada pela Procuradoria-Geral da República, não figura como ré no Supremo Tribunal Federal, mas foi punida como se tivesse cometido crimes comprovados”, afirmou. “Foi um julgamento político e não jurídico.” Ele destacou ainda que uma integrante da comissão, depois nomeada presidente, havia escrito em rede social um dia antes da abertura dos trabalhos: “Mais do que uma nota de repúdio, temos que identificar e punir esses terroristas e criminosos da Unesp”.
Segundo Sandra e testemunhas de defesa, o grupo retornou ao ônibus logo que começaram as explosões. “Ela foi condenada por generalização”, disse Saliba. Além do grande prejuízo à carreira, o episódio rendeu ainda hostilidades em redes sociais. “Recebi ameaças contra mim, minha filha e meu marido de alunos da própria Unesp”, contou. Segundo a defesa, a universidade não investigou esses episódios.
Em artigo publicado na Gazeta do Povo, a professora Mayalu Felix, doutora em Ciências da Linguagem e em Letras, relatou as hostilidades que enfrentou por usar textos de autores como Roberto Motta, Olavo de Carvalho e Luiz Felipe Pondé em sala de aula. Segundo Mayalu, que leciona há 20 anos em uma universidade pública do Maranhão, o ambiente acadêmico se tornou “um lugar de discurso único, de uma só ideologia, do monólogo”. “Não há espaço para o contraditório”, afirmou. “Nem para questionamentos, que são a base do desenvolvimento da Ciência”.
Da hegemonia comunista ao domínio petista
Pesquisas mostram que, desde os anos 1970, a esquerda construiu maioria nas universidades a partir de conceitos de ocupação de espaços culturais idealizados pelo italiano Antonio Gramsci (1891–1937). Segundo tais ideias, a disputa política não se vence apenas nas urnas ou pela força do Estado, mas pela hegemonia cultural — quando uma visão de mundo se torna dominante em escolas, universidades, sindicatos, igrejas e meios de comunicação. Instituições de ensino, sindicatos de professores, editoras de livros didáticos e associações estudantis foram progressivamente dominadas por intelectuais alinhados a correntes marxistas. Isso moldou os currículos e a produção de conhecimento, o que criou uma cultura universitária em que divergências eram vistas como indesejadas.
Em artigo publicado na revista Dados (2012), Marco Aurélio Santana, professor do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mostrou que a transição democrática intensificou essa presença. Herdeiro do “novo sindicalismo” dos anos 1970 e 1980, o Partido dos Trabalhadores (PT) superou o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e se tornou a principal força da esquerda. O avanço se deu também na academia. O PT e intelectuais próximos ao partido passaram a ocupar cargos estratégicos e influenciar diretamente na definição de pautas de pesquisa e na administração universitária. A partir dos anos 1990, as ideias conservadoras passaram a ser vistas como ameaças a um consenso ideológico.
A hegemonia gera um círculo vicioso. “Os professores de esquerda, que são maioria nas universidades, acabam contratando apenas professores de esquerda”, explica o cientista político Fernando Schüler. “São eles também que são promovidos, convidados para participar de seminários e publicar seus trabalhos. Um amigo que leciona na USP costuma dizer que o professor de direita almoça sozinho no restaurante da universidade. Ninguém senta com ele”.
A juventude reage
Em audiência pública da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, no dia 2 de setembro, estudantes relataram episódios de agressões e intimidação em universidades brasileiras. O encontro foi convocado pela deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP). Thais Batista, diretora-executiva da organização Students for Liberty (SFL), afirmou que o ambiente acadêmico se tornou hostil a ideias divergentes. “Toda semana, todos os dias, a gente recebe relatos de grupos de estudos que são formados quase em silêncio, como se fossem uma instituição secreta, porque professores e alunos têm medo de se posicionar”, relatou. “E aqueles que têm coragem de defender suas ideias acabam apanhando. É uma vergonha para as universidades.”
Segundo o levantamento do Instituto Sivis, 47% dos alunos admitiram ter evitado discutir algum tema considerado polêmico em sala de aula nos últimos 12 meses. As pautas que geram maior desconforto são política e eleições (39%), legalização ou porte de armas (37%) e aborto (29,7%). “Um jovem silenciado hoje acaba sendo um potencial líder perdido amanhã”, observou Thaís.
Bruno Sperancetta, presidente nacional da Juventude Livre (JL), narrou a experiência do movimento no Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Goiânia, em julho deste ano. Na ocasião, integrantes da JL e do Novo Jovem foram agredidos ao tentar participar do evento. “Eles não estavam lá para dialogar”, afirmou. “Acabaram nos expulsando aos pontapés, às cadeiradas, atacando com tudo que tinham à mão”. Sperancetta responsabilizou a UNE pela falta de segurança. Para ele, diretórios acadêmicos e centros estudantis estão “completamente aparelhados por juventudes partidárias” e buscam impor uma cartilha ideológica.
O empobrecimento da cultura
Conforme o filósofo Luiz Felipe Pondé, que lecionou na USP, na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), “universidades foram criadas para serem ambientes de pensamento livre, mas hoje predominam o pensamento único e a patrulha ideológica”. Ele alerta que, no Brasil, a falta de diversidade de mercado dificulta mudanças: “Aqui, o jovem precisa se cifrar para sobreviver no meio profissional”. Professores, segundo ele, “acreditam estar lutando pelo bem” e não percebem que “ao restringirem pensamento divergente empobrecem a cultura”.

Para a vereadora Janaína Paschoal, professora titular da Universidade de Direito do Largo São Francisco, “toda luta é voltada para garantir pluralidade de gênero, de raças, o que é super válido, mas a pluralidade ideológica não é uma luta da universidade”, observa. “Como não existe essa oxigenação entre os professores, os alunos que pensam diferente se sentem esmagados. Mas a direita precisa ocupar esse espaço, do contrário a esquerda continuará a dominá-lo”.
Casos como os de Victor Ahlf, Wilker Leão, Julia de Castro e Sandra Bosco mostram a face concreta dessa realidade. O assassinato de Charlie Kirk, nos Estados Unidos, revela a escalada internacional da intolerância. Em ambos os cenários, a conclusão é a mesma: instituições criadas para cultivar o livre pensar se transformaram em ambientes que querem sufocar o contraditório. A qualquer custo.
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É FIRJAN sendo FIRJAN . Chamar só pra ficar nesse TEMER COM GENERAL LIVRE POR JUIZ ” AMIGO DO AMIGO” com desejo de alencar acesso ao PORTO DE SANTOS E NEGOCIAR COM CHINESES E SERÁ TAMBEM COM PCC , JA QUE REPORTAGEM MOSTRA LOCAL DE PREFERENCIA PCC E COMO LEVAR A DROGA A OUTROS ESTADOS E/OU OUTROS PAÍSES. FALTOU COMBINAR COM TARCÍSIO E COM TRUMP , OU TARCÍSIO CEDEU!?!? HUMMM
É , Lula sendo Lula, acreditando que encontro com TRUMP SERÁ OPORTUNIDADE DE INFLAR EGO MAIS CHAMAIS DE LEVAR ADIANTE SEU PLANO DE CONTINUAR A PISOTEAR O POVO BRASILEIRO, TENDO A DENUNCIA FEITA POR TRAGLIAFERRO E QUE O MUNDO CONHECEU. E MUITOS MENOS PEGAR LOUROS PRA APRESENTAR-SE COMO NEGOCIADOR NAS ELEIÇÕES 2026.
A criação de DELEGACIA FEDERAL PRA RECEITA FEDERAL ( IDEIAS DE CIRICO ,CLARO DE CONTROLE HADDAD) VISA FICAR EM DOMÍNIO DO PT E + um cabide de emprego. A POLICIA FEDERAL vem na descrença desde da atuação do JAPONÊS DA FEDERAL E, que nos mostra que resolver problemas familiares, ego e poder é , jogar as instituições PUBLICAS NA LAMA E, PORTANTO ACABAR SERIA LIMPA-LAS NA BASE.
O que nos mostra essa reportagem é que temos UNIVERSIDADES E INSTITUIÇÕES COM DOMÍNIO DA ESQUERDA RADICAL E, QUE NAO SÓ INVIABILIZA DIALOGO E , QUE DIREITA SOZINHA NAO CONSEGUIU MUDAR E PROFESSORES ACÉFALOS OU SEM NOÇÃO AONDE CHEGARIA. A PRÓXIMA E ISENTAR ALUNOS DO MST DE PROVAS EXIGIDO SOMENTE PROVA DE REDAÇÃO E, QUE LEGALMENTE SERIA ABSURDO, ILEGAL..MAS
Há mais de 20 anos, Olavo de Carvalho já apontava ser esse o mais preocupante problema do país. Quem molda o pensamento, define o futuro.
OLAVO TEM RAZÃO!
Excelente.
Assim que a direita voltar ao poder, os reitores destas universidades precisam ser trocados e os professores punidos. As universidades são o ninho da serpente.
Eu trabalho em universidade pública há 12 anos, e essa reportagem é exatamente o vivencio; verdadeira lavagem cerebral!
Excelente artigo espelhando uma realidade indesejável para pessoas que pensam.
Ingressei na universidade em 1981 e o ambiente era de discussões abertas dos mais variados temas.
Essa experiência projetou minha minha visão para solução de diversos problemas do cotidiano que são vividos hoje.
O mais lamentável deste cenário de barbárie é que jovens talentosos estão deixando o país, levando consigo o conhecimento para empresas em outros países.
Tenho uma sobrinha em Portugal, outra na Espanha e outra com viagem só de ida para a Dinamarca.
Acho que faltou um pedaço da reportagem
A militância esquerdista nas universidades federais brasileiras não é apenas uma iniciativa de “estudantes”. Ele é organizada em sindicatos e agremiações partidárias, regada a dinheiro. A militância não frequenta as aulas. Ele milita nos corredores e fora do horário de sua matrícula. Isso precisa ser denunciado.
A lei 10.261/1968 impõe ao servidor público manter conduta moral. Todos esses códigos de leis devem ser jogado no lixo. Estamos em 2025 e a conduta moral dos 80% dos servidores que são ladrões? Essa lei mesmo que fosse atual já não fazia sentido. Esses juízes foram lobotomizados
Artigo esplendoroso. Primeiro, pela explanação sobre o trabalho infame que está sendo feito nas universidade públicas, principalmente as federais e estaduais. Em segundo plano, vemos os exemplos,,,que dão vontade de chorar pelo desvirtuamento de entidades que deveriam presar exatamente o contrário. Tenho conhecimento destas atitudes: estive em uma estadual – Unicamp e uma federal – de São Carlos. Uma lástima. Sempre disse: se tivesse um filho não deixaria ir para estas Universidade. Existem tantas particulares que não tem este viés e onde você tem alegria em DISCUTIR… Belo artigo.
Pesquisas mostram que, desde os anos 1970, a esquerda construiu maioria nas universidades a partir de conceitos de ocupação de espaços culturais idealizados pelo italiano Antonio Gramsci (1891–1937). Segundo tais ideias, a disputa política não se vence apenas nas urnas ou pela força do Estado, mas pela hegemonia cultural — quando uma visão de mundo se torna dominante em escolas, universidades, sindicatos, igrejas e meios de comunicação. Instituições de ensino, sindicatos de professores, editoras de livros didáticos e associações estudantis foram progressivamente dominadas por intelectuais alinhados a correntes marxistas. Isso moldou os currículos e a produção de conhecimento, o que criou uma cultura universitária em que divergências eram vistas como indesejadas.
E o que a direita está esperando para conquistar seu território? Ela tem cérebros majestosos para isso. Está comprovada a tese de Gramsci: não é só em eleição que se conquista o poder político. A direita perde de lavada nessa importante batalha.
Universidades estatais fábrica de jumentos lobotômicos
Espero que esse evento dia 25/09/25 em MG, seja pra virada da DIREITA E ABERTA A QUESTIONAMENTOS E QUE LEVEM OS JOVENS PALESTRANTES A ESTIMULAR MUDANCAS QUER NA FARIA LIMA ( sair do objetivo DINHEIRO) E DA ESQUERDA OU DIREITA SAIREM (DO APROVEITAMENTO SER HUMANO DO PODER E EGO) que seria a falta de sonhos e objetivos maiores. Muitos teriam que sair da clausura não só de ideias, mais de dinheiro e ambições PESSOAIS. O ALZAYMER , A DEPRESSÃO .. SOMEM E AGRADECEM..
É acompanhava PONDE e, até livros comprei , mais ao assistir sua defesa pungente a esquerda em especial ao Lula, que não é de 1970 mais que preparado pelos ditos ” intelectuais” o consideraram em 1980 pronto pra assumir e projetos de direita as vezes usados por incautos pra fortalecer universidades pública e, acabar com as privadas onde não teriam tanto acesso pra difundir suas ideais MARXISTAS. ASSIMM LULA-FIES-PROUNI são resultado dos pobres de espíritos que sem condições( estímulos de se inserir em grupos, acessavam as universidades e deixavam cursos TÉCNICOS E AO NÃO SE ENQUANDRARAM AS UNIVERSIDADE A DROGA FARTA SERIA SUA SUBSISTÊNCIA DA Suprir comida/ ALIMENTAÇÃO E FAVORESCER MASSA PRO PT..DAS UNIVERSIDADES PRA CARGOS PÚBLICOS. MAIS FÁCIL TB INFILTRADOS NAS COMUNIDADES AMBICIKNANDO TER E NÃO SER, JÁ COM APOIO DO TRAFICO E DOS POLÍTICOS. UNS APOIAVAM E OS MAIS REBELDES E AS VEZES SEM A DOUTRINAÇÃO MARXISTA UNIVERSITARIA INFRENTAR OU AVANÇAR SOLO, ERAM DESTRUÍDOS. A BALA PERDIDA ERA O SLOGAN PRA DISPUTAR. NESSE MILÊNIO COMO MUITOS DIZIAM , JÁ ESTÁ TUDO DOMINADO. NE NAO IRMA MARIELLE..
Nenhuma universidade deve ser hospedeira de uma ideologia dominante. Ela não é sindicato. Ela não é um partido político. Ela é o lugar onde o conhecimento amplo e as opiniões diversas precisam ser debatidas em bom nível, isto é, com fundamentação. No entanto, parece que a realidade é outra.
A doutrinação já começa antes da universidade. Na universidade, há militância paga para agir nos corredores, para fazer política de acesso ao Diretório Acadêmico. Há universitários que raramente entram em sala de aula, não estão ali para estudar. Nosso ensino está cada vez pior.
A quem tem filhos adolescentes que ainda não foram envenenados pelos professores: retirem-os das escolas, proíbam de entrar em universidades, ensinem a eles um ofício e deixem que a vida continue. Falo por experiência. Meu filho se transformou depois que entrou na universidade. A palavra é essa mesmo: os professores ENVENENAM nossos filhos e os colocam contra os próprios pais. ABRAM SEUS OLHOS.
é só cortar a grana dessas universidades petistas……. corta…… tudo……