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Foto: Revista Oeste/IA
Edição 303

O agro brasileiro no século 21

Em 25 anos, o setor mostrou o caminho para o país alcançar o primeiro mundo

Na virada do século, o Brasil era destaque em apenas três ramos agrícolas: açúcar, café e suco de laranja. Os gigantes que hoje lideram o setor nem sequer existiam. Passados 25 anos, o cenário é outro. O agronegócio brasileiro se tornou um dos pilares da segurança alimentar da humanidade, com proeminência global em diversos ramos, como algodão, carnes (tanto bovina quanto de aves e suína) e soja, além de ser um grande produtor de frutas, trigo, arroz e energia renovável.

Enquanto o país ainda patina em outras atividades, dá exemplo para o mundo no agro. A safra não acontece apenas dentro das fazendas. Com a expansão, o setor transformou vilarejos no meio do nada em polos de desenvolvimento regional. Surgiram cidades pujantes, com shoppings, filiais de redes nacionais de lojas de varejo, universidades e até matrizes de empresas globais.

Por volta de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional provêm do agronegócio. De acordo com a Universidade de São Paulo (USP), o setor empregou quase 30 milhões de brasileiros ao longo do 1º semestre de 2025, entre o cultivo no campo e o processamento na agroindústria — o que corresponde a um de cada quatro trabalhadores na economia nacional. Os recursos se tornaram terreno fértil também para a produção de tecnologia. Somente em startups, são quase 2 mil, e ainda existem os centros de pesquisa tradicionais de instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e de multinacionais, como a Bayer, que decidiram se estabelecer e produzir ciência no Brasil.

Seguro rural - Agronegócio brasileiro: quase um terço da economia | Foto: CNA/Wenderson Araujo/Trilux
Agronegócio brasileiro: quase um terço da economia | Foto: CNA/Wenderson Araujo/Trilux

A desestatização foi a virada de chave do agro brasileiro, afirma Roberto Rodrigues, ministro da Agricultura de 2003 a 2006 — um dos nomes chamados por Lula durante seu primeiro mandato na Presidência da República para dar um ar moderado ao governo. Eram ministros pró-mercado, que não tinham histórico com o PT, mas sim com o setor para o qual foram designados. Produtor rural de profissão, Rodrigues diz que, em sua passagem à frente do ministério, procurou estabelecer as bases para um agro brasileiro conectado ao comércio global e menos dependente do Estado.

Antes da virada

A mão pesada do Estado na economia já foi a pior praga sobre os produtores rurais. Apenas uma década antes da virada do século, houve até o confisco de gado no pasto. Ocorreu no governo de José Sarney (1985–1990). Em meio a planos econômicos fracassados, houve o congelamento dos preços a fim de tentar conter a inflação. Não funcionou e a medida ainda resultou em desabastecimento. Sem a remuneração que fizesse frente ao trabalho, alguns pecuaristas decidiram não vender. O aparato estatal, em retaliação, passou a confiscar os bois. Seguiram-se cenas de helicópteros da Polícia Federal sobrevoando áreas de pastagem para fazer as apreensões.

Antônio Cabrera, ex-ministro da Agricultura (1990–1992), recebeu essa e outras heranças malditas. “Nós acabamos com o tabelamento do leite no Brasil, algo que persistia graças a um decreto criado no governo Getúlio Vargas”, diz. Ele conta que o Brasil era o sexto maior importador de alimentos do mundo quando assumiu a pasta. Entre os produtos vindos do mercado externo estava a carne bovina. Hoje, o país é um campeão da pecuária. Na época, a fragilidade era tanta que havia o boato da venda de carne radioativa, oriunda de áreas contaminadas pelo desastre na Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia. “Quando rodava pelo país na década de 1990, dizia que o Porto de Santos era a maior fazenda do Brasil”, diz. “Por lá vinham o arroz da Tailândia, o trigo do Canadá, a carne da Europa e o leite da Argentina.”

Exemplos espalhados pelo país

Ao longo do século 21, o mesmo Porto de Santos se converteu em grande portão de vendas para produtos agrícolas. As desregulamentações iniciadas por Cabrera e as mudanças arquitetadas por Rodrigues se consolidaram. Os resultados desses movimentos podem ser vistos em lugares como Luís Eduardo Magalhães, no interior da Bahia. Com cerca de 120 mil habitantes, Luís Eduardo Magalhães é uma cidade com hospitais, um shopping, lojas de automóveis, de equipamentos agrícolas e universidades (incluindo o campus de uma federal). Em 1990, quando Cabrera assumiu o Ministério da Agricultura, esse município ainda não existia. Era um pequeno povoado formado em volta de um posto de gasolina que surgiu para suprir a demanda das fazendas no entorno. A emancipação ocorreu em 2001, ano da chegada de Rodrigues à pasta. Ainda assim, nada comparável à atual estrutura. Na época, havia menos de 20 mil pessoas no lugar. O PIB per capita atual é de R$ 107 mil, valor que está na lista dos 8% maiores do Brasil. O boom foi decorrência do grão de soja, o carro-chefe do agronegócio nacional, ao lado do milho.

A força do agro brasileiro | Imagem: Artur Piva/Revista Oeste

Quando Rodrigues chegou ao ministério, o lobby dos ambientalistas não permitia o plantio da soja transgênica no Brasil. Na prática, os produtores burlavam a regra e importavam sementes do grão de forma irregular pela fronteira. “Era a chamada soja Maradona, trazida da Argentina.” Ciente da realidade e de que a transgenia não representava risco algum, o ministro negociou e conseguiu a liberação. No fim do primeiro ano à frente da pasta, o governo passou a permitir o uso dessa tecnologia. São plantas alteradas geneticamente, com genes de outras espécies, para torná-las mais adequadas ao ambiente. Em 2003, o país produziu 52 milhões de toneladas de soja por ano. Para 2026, a projeção é de uma safra entre 165 e 180 milhões de toneladas. “O volume de produção é prova de que não há problema em fazer uso da transgenia”, afirma Rodrigues.

Porto de Santos, responsável pela exportação para diversos países, incluindo os EUA
Porto de Santos, o maior da América Latina | Foto: Divulgação/Porto de Santos

Os números mostram: para lugares como Luís Eduardo Magalhães, a planta transgênica foi uma mudança fundamental. Em 2003, cada hectare em Luís Eduardo Magalhães produzia, em média, 1,8 tonelada, um rendimento cerca de 30% inferior à média nacional. No ano seguinte, a situação se inverteu: em 2004, a produtividade local passou a ser aproximadamente 25% maior que a do país — uma virada completa em apenas doze meses — e continuou crescendo. Naquele ano, a colheita municipal resultou em 4,2 toneladas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Junto com o boom agrícola e populacional, veio o crescimento exponencial da economia. O PIB municipal ficou 20 vezes maior, passou para R$ 11,5 bilhões, em 2023 (dado mais atual).

Para manter o motor de riqueza nas fazendas, surgiu uma extensa gama de profissionais de todos os níveis, com destaque para o engenheiro agrônomo, especialista na saúde das lavouras, que dimensiona as necessidades da plantação diante dos recursos disponíveis: solo, planta e clima. Além dele, há veterinários, zootecnistas, químicos, biólogos, engenheiros de outras áreas, contadores, administradores, programadores, advogados e médicos. E essa é apenas parte da cadeia. Por enquanto, não existe carne, soja ou qualquer produto agrícola sem a dependência da mão de obra braçal, mas mesmo esse trabalhador, no agro do século 21, tornou-se especializado. O operador de colheitadeira de grãos, por exemplo. A máquina sob seu comando é computadorizada e repleta de recursos, o que demanda horas de treinamento. O mecânico que irá consertá-la também deve ser muito bem treinado. O exemplo de Luís Eduardo Magalhães se espalhou por diversos municípios do interior em várias regiões do Brasil.

Valor das safras do agro em 2025 | Imagem: Artur Piva/Revista Oeste

Graças a esse ciclo de prosperidade, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia deram origem ao Matopiba, sigla formada pelas iniciais dos quatro Estados. Os números são espantosos em regiões antes famosas pelo subdesenvolvimento. O Ministério da Agricultura estima que o valor da safra de 2025 do quarteto deve chegar a R$ 111 bilhões, entre agricultura e pecuária. Embora o número seja expressivo, ainda é modesto quando comparado a Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, os Estados que mais ganham com o agronegócio brasileiro. Juntos, respondem por metade de todo o Valor Bruto da Produção Agropecuária de 2025, estimado em R$ 1,4 trilhão. Os mato-grossenses ficam na primeira posição (R$ 220 bilhões), seguidos por mineiros (R$ 168 bilhões), paulistas (R$ 162 bilhões) e paranaenses (R$ 158 bilhões).

Matopiba
A região do ‘Matopiba’ tem se consolidado como a grande produtora de soja do país | Imagem: Reprodução/Internet

Show de desempenho

Ribeirão Preto, a 360 km da capital São Paulo, abriga a maior feira sobre o agronegócio da América Latina, a Agrishow. Em 2025, o evento ocorreu de 29 de abril a 2 de maio. As empresas mais proeminentes na prestação de serviços para o agro mundial brigaram para brilhar nesses dias. É equivalente ao Salão do Automóvel para as grandes marcas do setor, tanto as de máquinas e equipamentos quanto as de insumos como defensivos agrícolas, fertilizantes e toda e qualquer tecnologia que se possa ligar à agropecuária.

O agronegócio brasileiro entrou no século 21 carregando os traumas de um país que confundia produção com exploração e mercado com crime.

Os maiores estandes costumam ser de nomes conhecidos, como John Deere, New Holland, Bayer e Jacto. Mas, no meio dos 520 mil metros quadrados de área reservados para a exposição, também aparecem empresas menos conhecidas, com inovações que, poucos anos atrás, seriam parte da trama de um roteiro de ficção científica. Entre elas, robôs para exterminar pragas na lavoura ou soluções que pretendem funcionar como uma espécie de bitcoin das lavouras. Esse é o caso da Agrotoken, que gera crédito para o produtor, a ser pago quando ele tiver a colheita. Assim, é possível trocar a safra futura por todo tipo de produto, de um trator novo a um cafezinho.

Distribuição das startups do agro no Brasil | Foto: Radar Agtech 2024/Embrapa

A Embrapa estima que 10% da população mundial seja alimentada pelo agro do Brasil, que antes era importador. De janeiro a novembro de 2025, as vendas, entre produtos in natura e processados, trouxeram US$ 155 bilhões ao Brasil — sete vezes a receita de 2000. Embora a pauta seja majoritariamente formada por comida, há outras necessidades cotidianas atendidas pelo setor. O país também é um grande exportador de produtos têxteis, matéria-prima para a fabricação de papel, sendo o terceiro maior produtor do planeta. E há um segmento gigante no mercado interno que pode ganhar o mundo nos próximos anos: a produção de energia renovável.

A energia verde

O Brasil construiu uma das matrizes energéticas mais renováveis do mundo. Das nações com grande população, é a mais verde. Cerca de metade da oferta é de origem renovável. O produtor rural é um dos pilares dessa conquista. Energia não se limita à eletricidade, é basicamente tudo o que gera movimento. O motor do carro, mesmo o à combustão, demanda energia. Na década de 1970, diante da crise energética, o país decidiu começar a usar o etanol para mover parte da frota. O incentivo ao setor se tornou política de Estado. O combustível, na época, vinha somente da cana-de-açúcar. E os veículos movidos por ele não podiam usar gasolina. Na virada do século, porém, a indústria aderiu a uma novidade que deu novo impulso a esse mercado: o motor flex, ou bicombustível.

Em 2003, ano de lançamento dos motores flex, a produção nacional fechou em 12 bilhões de litros. Atualmente, é três vezes maior. São quase 36 bilhões de litros por ano. A maior parte segue de cana-de-açúcar. Mas outra matéria-prima ganha espaço a cada nova safra: o milho, responsável por quase 30% da oferta. A potência deu origem às usinas flex, que produzem a partir das duas matérias-primas. Com tanto volume e criatividade, o país se consolidou como o segundo maior produtor de etanol do planeta, perdendo apenas para os Estados Unidos, cuja frota de automóveis é muito maior.

Evolução das safras de soja e milho no Brasil | Imagem: Artur Piva/Revista Oeste

O agro nacional se tornou polo de soluções tecnológicas também quando o assunto é bioenergia. Dentro do país, pesquisas procuram desenvolver hidrogênio e combustível para aviação a partir do etanol. Além disso, há mais de uma década, a indústria nacional criou o biodiesel de soja — para reduzir o uso de petróleo. Hoje, empresas testam frotas inteiras com combustível 100% feito com grãos. A Amaggi, por exemplo, deu início ao projeto B100 em 2023. Por meio dele, parte dos caminhões, balsas e máquinas agrícolas da companhia é movida exclusivamente com o biodiesel feito apenas com grãos. A empresa é um gigante do agro mundial que nasceu no Brasil: somando milho e soja, um em cada 100 grãos produzidos no mundo é negociado por ela.

Evolução da safras de grãos no Brasil | Imagem: Artur Piva/Revista Oeste

A força da produção brasileira atraiu o dinheiro da realeza que lucra alto com o petróleo ao redor do mundo. Controlado pela família real de Abu Dhabi, dos Emirados Árabes Unidos, o fundo Mubadala decidiu investir R$ 12 bilhões na produção de biodiesel na Bahia. O projeto pretende usar principalmente macaúba, mas a fase inicial será tocada com soja e milho cultivados na região. E esse não é o único investimento árabe no agro nacional. Um dos impérios do setor pertence ao mais poderoso dos reis da Arábia, Salman bin Abdulaziz Al Saud, o soberano da Arábia Saudita.

Permitido a todos

Depois de se abrir para o mundo, o agro nacional se tornou especialista em entender do que toda a humanidade precisa. Mais do que tornar o alimento disponível com preço competitivo, o país passou a produzir respeitando os critérios culturais de cada cliente. Isso envolve questões além do paladar. Os muçulmanos, por exemplo, seguem regras alimentares rígidas em razão da religião. É o mercado Halal, palavra árabe para “permitido”. O agronegócio brasileiro é líder nesse mercado. O frango é a proteína animal mais barata para a dieta Halal. Na Península Arábica, onde estão nações ricas como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar, a maior parte da população é muçulmana. A BRF soube aproveitar esse potencial e se tornou a principal fornecedora de carne de aves para a região. Fundada a partir de 2009 pela fusão das marcas Sadia e Perdigão, a empresa chamou a atenção da família real saudita, que chegou a possuir 11% das ações da companhia, que recentemente se fundiu à Marfrig, controlada pelo empresário brasileiro Marcos Molina.

brf marfrig
A BRF anunciou um investimento bilionário na Arábia Saudita | Foto: Divulgação

O nome Marfrig surgiu no ano 2000. O empresário atuava no ramo desde meados da década de 1980, mas em uma escala mais modesta, apenas regional. Em 2006, a empresa deu início às operações globais. Daí por diante, galgou caminho até o império de hoje. Além de controlar as marcas da MRF, é o maior produtor de hambúrgueres do planeta e comanda o quarto maior conglomerado de frigoríficos dos Estados Unidos, embora não seja a maior empresa brasileira no mercado norte-americano de carnes. Essa posição fica para a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista.

Infelizmente, as fotos da dupla ora estão nas páginas econômicas, ora nas policiais. A JBS está entre as empresas investigadas por relações nada republicanas com políticos brasileiros, especialmente durante os governos do PT. Em 2017, os dois chegaram a ficar presos e assinaram um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. Os termos incluíam a multa de R$ 10 bilhões sobre a J&F, holding pela qual controlam seus negócios. Na época, era o equivalente a 5% do faturamento da companhia. Para o caixa de 2024, ano em que o grupo faturou R$ 434 bilhões, seria pouco mais de 2%. Dentro do portfólio, a receita mais expressiva segue sendo a da JBS: R$ 417 bilhões, o equivalente a cerca de US$ 77 bilhões. Passados 25 anos desde o início do novo século, um único grupo frigorífico fatura hoje mais do que todo o agronegócio nacional ganhava com exportações antes da virada. Ao todo, quase quatro vezes mais, pois a receita do setor com o mercado externo, no ano 2000, foi de US$ 20 bilhões.

Crescimento das exportações do agronegócio brasileiro de 2000 a 2025 | Imagem: Artur Piva/Revista Oeste

O agronegócio brasileiro entrou no século 21 carregando os traumas de um país que confundia produção com exploração e mercado com crime. Em vez de tutela estatal, escolheu técnica. Em vez de ideologia, produtividade. O resultado foi um feito raro na história nacional: desenvolvimento que veio de dentro para fora, transformando o interior em motor econômico e o Brasil em fornecedor estratégico de alimentos, energia e tecnologia para o mundo. Em apenas 25 anos, o agro mostrou que o país não precisa ser condenado ao atraso. Quando o campo pôde trabalhar, o Brasil atravessou — sozinho — a fronteira para o primeiro mundo.

Leia também “Margem Equatorial: a riqueza deitada em berço esplêndido”

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10 comentários
  1. Hugo Da Silva Torres
    Hugo Da Silva Torres

    Que artigo excelente. Voltarei aqui de novo depois para lê-lo. Parabéns!

  2. Juliana Mitsui Irie Soares Ferreira
    Juliana Mitsui Irie Soares Ferreira

    O artigo está excelente, mas faltou alguém revisar a tabela da segunda imagem. A coluna sobre a soja não tem dados, e os dados na coluna sobre o açúcar não batem (não dá para o país ser o 2º maior produtor mundial e ao msamo tempo responder por 70% da produção mundial).

  3. DONIZETE LOURENCO
    DONIZETE LOURENCO

    Artur Piva, seu artigo é para ser guardado como fonte de pesquisa para as futuras gerações.
    Nasci e morei na roça até meus 10 anos. Sei como era dura a vida no campo nos anos 1960. Sem estradas, sem energia elétrica, sem saneamento, sem equipamentos… tínhamos uma vida quase tribal.
    A Embrapa nascida em 1973 foi a pedra fundamental da nova dimensão que o país alcançou com o agro, indiferente às atrocidades enfrentadas junto a administração pública, Ongs e outros ativistas que insistem em atrapalhar a vida de quem produz e gera riquezas.

  4. Jaime Moreira Filho
    Jaime Moreira Filho

    Artigo perfeito, com um levantamento de dados de dar inveja.
    Dar inveja aos pesquisadores do ramo e dar raiva aos detratores do agro pela consistência, fontes pesquisadas e abrangência não só agro, mas econômica, brasileira e mundial, pois traz informações de nossa capacidade de alimentar o mundo, transformar nosso agro em cada vez mais poderoso e mais rico. Enriquecendo os brasileiros e empresas brasileiras. Este artigo deveria ser encaminhado a todas as faculdade de agronomia, de administração e de economia do Brasil. Além disso deveria ser objeto de estudo do PT, pois não sabem que o agro é uma força positiva no Brasil, entendendo ainda como uma força que vai destruir o Brasil, como disse um amigo petista meu. “Trabalhei” um pouquinho com Antonio Cabrera e Roberto Rodrigues, duas pessoas verdadeiramente humanas, inteligentes e conhecedoras do assunto. Deveriam estar dirigindo entidades do agro, ministérios relacionados e o Brasil estaria mais a frente ainda.. Artur Piva, você é o cara. Numa expressão meio brincalhona. Explicou tudo e relembrou dois nomes importantes de nosso agro. Muito obrigado.

  5. fabio de souza arcas
    fabio de souza arcas

    Uma aula sobre o agro brasileiro que é tão perseguido pela nossa esquerda. Excelente artigo.

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