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Os ministros enfrentam pressão pública diante do acúmulo de decisões atípicas e transações milionárias envolvendo seus familiares | Foto: Shutterstock
Edição 311

Quem vai avisar Alexandre de Moraes?

O ministro outrora superpoderoso é um dinossauro que destoa do futuro do país

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, atualmente também conhecido como marido da advogada Viviane Barci, já foi o homem mais poderoso do Brasil. Para fazer jus à história recente, bem mais que isso: superpoderoso e intocável. A carreira de plenipotenciário do STF brasileiro começou quando foi nomeado sem sorteio para estar à frente do inquérito de número 4.781, que deveria se restringir a investigar fake news. Nas mãos de qualquer juiz técnico e consciente dos limites que o regimento interno e, sobretudo, a Constituição impõem ao Tribunal, a investigação, aberta de ofício pelo então presidente da Corte, Dias Toffoli, teria sido rejeitada já na sua origem ilegal. Mas Alexandre, então novato e ávido por protagonismo, transformou a malfadada alegação de compartilhamento de notícias falsas na eleição, algo que jamais teria tanta atenção nos TREs Brasil afora, em um inquérito sem fim, sigiloso e persecutório, que abriu um estado de exceção dentro da democracia brasileira. Já não era mais democracia, sabemos, mas a popularidade de Alexandre subia na mesma velocidade com que parte da imprensa e a oposição petista, que não aceitaram o resultado da eleição de 2018, destilavam seu ódio ao governo recém-eleito de direita, bolsonarista e fora da política convencional de conchavos da capital federal.

Bolsonaro chegava ao poder sem apoio da grande mídia ou dos grandes grupos econômicos. Fora da caixa permitida, foi alvo do supremo inquérito e dos sócios da Corte nas universidades, na grande mídia e em várias entidades de classe, como a OAB. Uma gente que se uniu praticamente em um conluio contra o presidente eleito e seu grupo político, cujos votos lhe haviam garantido o direito de governar. Naquele cenário de não aceitação do resultado das urnas, tudo era permitido contra o tal “bolsonarismo”. De proibir prerrogativas presidenciais, como nomear o diretor-geral da Polícia Federal, a lives nas redes sociais, mesmo fora do expediente. Era para salvar a democracia, diziam os abusadores da lei e seus asseclas nas redações de prestigiados veículos da imprensa envelhecida. Não era, como estes próprios agora percebem, quando o abuso se virou contra eles.

A ascensão de Alexandre de Moraes ao poder absoluto começou com a condução do inquérito inconstitucional das fake news | Foto: Adriano Machado/Reuters

Uma chave virou no Brasil. Fato é que toda essa gente de repente acordou e começou a apontar os dedos para o Supremo e dois de seus ministros, acusados até o pescoço de envolvimento em escândalos e tráfico de influência no caso do Banco Master. É um movimento interessante, até alvissareiro, mas curioso porque os mesmos que agora olham para o STF como uma ameaça, citando inclusive o absurdo do Inquérito 4.781, que já completou sete anos, e continua aberto, não reconhecem os abusos cometidos anteriormente pelo mesmo juiz no mesmo inquérito. Há ainda centenas de presos do dia 8 de janeiro e milhares sob medidas restritivas de Alexandre de Moraes dentro do mesmo inquérito ou de derivados. Deveriam defender a nulidade absoluta de tudo.

Em Direito, há a consagrada tese da árvore envenenada, a que dá frutos igualmente envenenados. Ou seja, se a investigação se origina num inquérito ilegal, tudo é nulo porque ilegal foi quando começou. No capítulo da coerência, essa gente ainda precisa caminhar muito e prestar contas à própria consciência e aos seus leitores. Mas é inegável que ter essa parte da mídia e da sociedade agora defendendo a democracia de verdade e criticando os abusos do STF é essencial para a recuperação do país. Vão perceber, no entanto, que o ídolo de antes não parou e que precisam fazer muito mais para recuperar os direitos e garantias fundamentais que fizeram todos nós perdermos.

Dias atrás, o país viu a Ordem dos Advogados do Brasil despertar de seu sono profundo de omissão e enviar um ofício ao presidente do Supremo, Edson Fachin, para pedir o encerramento do tal inquérito. O texto assinado pelo presidente da entidade, Beto Simonetti, cita “extrema preocupação institucional com a permanência e conformação jurídica de investigações de longa duração”. Começa bem ao reclamar do inquérito sem fim, mas não ataca a nulidade do ato como um todo, mesmo reconhecendo a ilegalidade da instauração de ofício por Toffoli e a escolha sem sorteio de Alexandre. Na defesa relativa da democracia, que insiste em fazer com inegável temor do STF, a árvore envenenada para a OAB não é um problema desde que deixe de dar novos frutos. Faz de conta que desconhece a natureza das coisas e das árvores. Em Direito, isso é chamado de teratologia. Em português simples, um caroço no angu, uma hipocrisia.

Veja que logo a seguir, na mesma carta a Fachin, a entidade não explicita de forma clara o que é legal ou ilegal na ação. Pior, justifica em certa medida o inquérito ao chamá-lo de “solução institucional extraordinária concebida para responder a circunstâncias igualmente extraordinárias”. Ah, vá! Em que artigo da Constituição de 1988 permite-se solução institucional extraordinária? Em nenhum. Nos quase 30 parágrafos do ofício, a OAB é incapaz de defender a nulidade de todo o ato. Só reconhece que agora a ditadura do inquérito passou dos limites do aceitável, mesmo para quem se refestelava, até outro dia, com a perseguição de apenas um lado do pensamento político brasileiro.

O ponto de inflexão para a Ordem não foram as graves denúncias da Lava Toga, o escândalo do Banco Master ou a percepção — ainda que tardia — do regime de exceção persecutório que colocou as instituições de joelhos para um único ministro da instância mais alta da Justiça. Nada disso parece ter comovido os causídicos da entidade. Foi a decisão de Alexandre de Moraes de investigar fiscais da Receita no âmbito do mesmo inquérito 4.781 que acendeu o alerta. Afinal, o que uma denúncia de vazamento de dados fiscais e possível má conduta profissional de funcionários públicos, um suposto caso de prevaricação, tem a ver com “fake news”? Nada, como quase tudo o que está no inquérito, nunca teve. O pessoal inegavelmente competente da OAB percebeu é que o inquérito do gabinete de Moraes é um buraco sem fundo. Finalmente, decidiram agir. Antes tarde do
que mais tarde ainda. Reconhecem muito tempo depois que o 4.781 é o “Inquérito do Fim do Mundo”, alcunha criada pelo ministro Marco Aurélio Mello, ainda em 2019, ao expor sua inequívoca e juridicamente densa contrariedade diante do absurdo.

A Ordem finalmente reage aos abusos do Inquérito do Fim do Mundo após anos de silêncio | Foto: Divulgação

Quando mencionei entre vírgulas, num aposto casual, que o ministro Alexandre de Moraes era também conhecido como marido da advogada Viviane Barci, ative-me aos fatos. A revelação do contrato do escritório da esposa de R$ 129 milhões com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, colocou o ministro nas cordas pela primeira vez. Apesar de todas as denúncias, áudios de conversas de assessores de seu gabinete e do TSE, em que combinavam perseguições e produção de provas que fariam ruborizar até os cínicos críticos da Lava Jato, nada daquilo fez Alexandre balançar no cargo. A Lava Toga teria colocado qualquer juiz no chão. Mas Moraes resistiu e, ainda mais empoderado pelo apoio do corporativismo do Supremo, explicitado publicamente pelo então presidente Luís Roberto Barroso, instaurou um novo inquérito não para investigar os absurdos, mas quem teria vazado as conversas de seus juízes auxiliares.

O resumo dessa ópera grotesca é que Eduardo Tagliaferro, o perito do TSE que assessorava Moraes nos abusos, tornou-se perseguido porque passou a denunciar o antigo chefe. Refugiado na Itália para evitar a prisão no Brasil, cuja justiça suprema não lhe garantiria nada de devido processo legal e direito à ampla defesa, denunciou todo o esquema e hoje lida com tentativas seguidas de deportação, a mando de Alexandre. Por ora, a Justiça italiana não deu andamento aos pedidos. A Itália, assim como todos os países de longa tradição democrática e afeitos ao legalismo, repudia a perseguição política como motivo para expulsão de estrangeiros. Foi o que a Espanha também decidiu, já de forma definitiva, ao negar a deportação, pedida pelo mesmo ministro, do blogueiro e jornalista Oswaldo Eustáquio. Tagliaferro permanece fora do país porque o Brasil ainda é um lugar perigoso para quem denuncia poderosos.

O fato que nos coloca ao lado das piores ditaduras no mundo é que temos exilados no exterior com medo de exercerem sua cidadania no próprio país. A OAB não fala disso em seu ofício. Tampouco a imprensa que começou a denunciar o STF. Aliás, a entrevista do presidente da Unafisco, Kleber Cabral, à GloboNews é prova concreta dessa realidade e da contradição que nos atormenta como nação. Ao programa Estúdio i, ele disse: “Se você perguntar na Receita, hoje, quem topa ir atrás de altas autoridades, você não vai encontrar nenhum. É menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República”.

No país quem tem um ex-sindicalista como presidente, condenado em três instâncias da Justiça por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, descondenado pelo STF, que usou a estapafúrdia tese do CEP de Curitiba, uma mera constatação crítica de um sindicalista da Receita em defesa de seus associados gerou o indiciamento de Kleber Cabral, que foi ouvido no Inquérito do Fim do Mundo como indiciado. Longe aqui da necessidade de uma investigação que apure eventuais crimes e vazamentos de dados fiscais de ministros do STF, do procurador-geral, de seus familiares ou de quem quer que seja entre os mais de 200 milhões de brasileiros, há formas legais de se fazer isso. E nenhuma delas sugere que seja por meio de um inquérito sigiloso e ilegal aberto há sete anos. O que a OAB e a parte da imprensa que agora se insurge contra os abusos do Supremo e do ministro Moraes no tal inquérito perceberam é que a árvore envenenada não para de dar frutos envenenados.

As mais recentes vítimas do estado de exceção que hoje impera no Brasil são os quatro funcionários da Receita Federal e todos os 140 que tiveram o sigilo fiscal quebrado por determinação de Moraes. Qual o objetivo e a fundamentação jurídica mesmo? Os fiscais já foram afastados de suas funções, tiveram os passaportes cancelados e estão usando tornozeleira eletrônica. O que sairá do sigilo quebrado dos ministros do STF, de seus parentes e de todos os demais, ninguém sabe. Está tudo dentro do mesmo inquérito sigiloso nº 4.781. Então, só Alexandre sabe. Assim como só ele, a mulher e o banqueiro Daniel Vorcaro poderiam explicar em que condições se deu a assinatura do contrato milionário entre o escritório da esposa e o Banco Master. O valor de quase R$ 130 milhões por honorários advocatícios é sem precedentes. O Banco Central também poderia explicar o que o ministro falou em seis telefonemas, em apenas um dia, ao presidente Gabriel Galípolo. 

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O acordo milionário com o Banco Master permanece sem explicação sob a sombra do inquérito sigiloso | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

Além do despertar da OAB e da mídia, que agora demonstra espanto com o que está acontecendo no Brasil, a apuração do escândalo do Banco Master nas mãos do ministro André Mendonça é uma esperança. Após assumir o caso, depois de notória suspeição de Dias Toffoli, Mendonça determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, devolvesse todos os documentos e outros materiais das quebras de sigilo de Vorcaro. Numa decisão estranha e suspeita, Toffoli havia retirado a documentação da CPMI do INSS e determinado que ficasse sob guarda da Presidência do Senado. Mendonça também decidiu que nenhuma cópia deve permanecer com Alcolumbre. Ao devolver o material à Polícia Federal, garantiu o compartilhamento dos documentos com a CPMI e a autonomia de trabalho dos investigadores federais. Na decisão, foi específico em um ponto: proibiu que equipe da PF encarregada do caso Master e da investigação sobre Daniel Vorcaro compartilhasse informações com a cúpula da própria PF. No caso que estremece a República com envolvimento de autoridades dos três Poderes e se aproxima do Palácio do Planalto de Lula, a prudência e o rigor técnico do ministro André Mendonça são absolutamente necessários.

Mas uma ponta solta continua sem contenção. Pela lógica do próprio STF, a denúncia de eventual vazamento de dados fiscais de ministros do STF e da esposa de Moraes, sobretudo pelo contrato do escritório de advocacia da família com o Master, deveria ser levada ao ministro Mendonça. Ao assumir o caso de tudo no STF, o ministro se tornou juiz prevento, ou seja, tudo relacionado ao caso deveria ser levado ao seu gabinete por prevenção, justamente para evitar decisões conflitantes de dois ministros da Corte acerca do mesmo assunto. Por ora, ao que se sabe, Alexandre de Moraes não repassou nada do que sabe. Ao contrário, abriu uma nova investigação sigilosa, com claro teor persecutório e dentro do inquérito que comanda desde 2019, o “do Fim do Mundo” e, se não for contido, do Estado de Direito no Brasil. Quem vai avisar o ministro que o Brasil quer voltar a ser uma democracia de verdade?

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11 comentários
  1. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    Alem de conhecido como “marido da Viviane”, de agora em diante deve ser tratado como o “CARECA DO MASTER”, parceiro do “CARECA DO INSS” e tão bandido como ele.

  2. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    E aonde é que está Donald Trump que não ver essas irregularidades neste país?

  3. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    Atos de Moraes são muito parecidos com o extinto aiatolá Ali Khamenei, que se proclamou Guardião dos Valores da Revolução Islâmica, tendo o poder para anular todas as decisões de todos os setores do Irã. Tinha ao seu lado a Polícia Moral Iraniana para vigiar a preservação dos valores revolucionários. Aqui, o aiatolá Supremo atua na sua Sharia, o Inquérito 4.781, para anular decisões de outros poderes. Tem a sua Polícia Moral, para arrombar portas, confiscar passaportes e celulares. Mas as coisas estão mudando no Irã e aqui também. Os aiatolás não tem mais prestígio, nem credibilidade, nem moral. Lá não pegou bem o Guardião ordenar sua Polícia Moral para prender a jovem Maha Amini pelo crime de não usar o véu islâmico corretamente. Ela morreu por espancamento. Aqui, o aiatolá mandou sua Polícia Moral prender a jovem Débora, por usar batom em uma estátua e ofender a sacralidade da Sharia Suprema da toga. Fato que repercutiu no mundo. Tanto lá quanto aqui, opor-se à autoridade “aiatolá” é ato de blasfêmia. A punição é rigorosa. Todo o terror em nome de uma “defesa santa”. Mas, repito, as coisas estão mudando.

  4. Stella Maris Falcão Marques Pereira
    Stella Maris Falcão Marques Pereira

    Pararbens Piotto, resumo verdadeiro! Oab nacional e seccionais, covardes e omissas, a árvore envenenada continua cheia dos venenos piores, sem chegar na família Moraes Barci e Master..Moraes ainda não parou e Vorcaro abrir a caixa preta das delações.. esperança !

  5. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Piotto, conforme você observa no parágrafo segundo deste artigo, a enorme perseguição que Bolsonaro sofreu de diversas entidades que dominavam o pais, em nenhum momento lhe ocorreu que o principal articulador desse SISTEMA tenha sido FHC e CIA?.
    Aos 80 anos devo dizer que fui tucano desde a fundação do PSDB até 2019 ano que essa cambada se revelou sem caráter, dai, ter adquirido os 4 volumes dos “diários da presidência”, confissão que me pareceu honesta de FHC que tanto admirava. Ainda não li todos os volumes mas pude observar no que já li, como era poderoso, vaidoso, e com enorme influência nos 3 poderes da República.
    Em duas passagens de suas confissões, observei que interferiu na PF substituindo diretor geral sem sequer consultar o ministro da Justiça, à época Renan Calheiros, e interferiu na Imprensa (Folha de SP) fazendo com que o então presidente desse jornal obrigasse 2 notáveis jornalistas a desdizer o que haviam escrito. Quando Bolsonaro considerado fascista por essa gente conseguiria fazer essas travessuras?
    Dai, minha conclusão do enorme poder de FHC, que após criticar tanto o PT, Lula e Dirceu em seus diários, fez o “L” e conseguiu colocar o Alckimin como vice de Lula.
    Gostaria que você que conhece tão bem a politica nacional, consultasse esses diários do presidente FHC.

  6. ROBERTO MIGUEL
    ROBERTO MIGUEL

    parabéns Piotto, mas nessa atual composição do STF não acredito que a justiça tenha espaço. ficaram poderosos demais e ninguém entrega o poder simplesmente.

  7. André Luiz Cumplido de Sant'Anna
    André Luiz Cumplido de Sant'Anna

    Excelente artigo de Adalberto Piotto. Com um traço firma, e texto inteligente ele faz a pergunta, ou seja quem vai avisar ao Supremo que o Brasil chora pelo seu retorno à verdadeira democracia?

  8. Joaquim Días do Nascimento Júnior
    Joaquim Días do Nascimento Júnior

    O artigo está muito bem colocado, mas há um equivoco do articulista quando diz que o Brasil quer voltar para a democracia, pelo simples fato de que o Brasil NUNCA FOI DEMOCRÁTICO. Tivemos a colonia no período do absolutismo, depois tivemos um império com quatro poderes, dois deles nas mão do imperador, sendo que o chamado moderador dava poderes substanciais ao monarca suplantando os demais; depois tivemos a malfadada reppublica que ate hoje nao atingiu a maioridade, pois tivemos muitos coroneis com voto de cabresto e hoje ainda temos coroneis e com certeza algumas oligarquias que insistem em mandar no Brasil da NOVA VELHA REPÚBLICA e transformaram um governo fora da curva de Biolsonaro em um verdadeiro inferno institucional porque foram impedidas de continuarem mamando no estado e por isso ele acabou preso. Então temos instituições de fachada como STF e OAB, mas democracia ainda precisamos ser apresentados a ela.

    1. Daniel BG
      Daniel BG

      Falar do Brasil-colônia e democracia é incongruente. Naquela época não existia democracia. A família real portuguesa, para não cair nas mãos de Napoleão, veio para o Brasil. Mas no Brasil de então não tivemos guilhotinamentos como acontecia na França.

  9. Marcos Marcioni
    Marcos Marcioni

    Boa pergunta Piotto, com certeza a resposta só será dada no final de 2026.

  10. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    André Mendonça é nossa última esperança . Botar esse careca na cadeia

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