Quem pode ser contra combater a misoginia e o ódio contra as mulheres? Essa pergunta revela uma velha tática de monopólio das virtudes: se você é contra a lei vaga que vai servir para perseguição de conservadores, então você é contra a mulher! Uma jogada suja, mas que ainda funciona. Tanto que a aprovação no Senado desse terrível PL da Misoginia foi por unanimidade!
Senadores de direita ficaram com medo de serem acusados de misóginos pela turma do Psol e da Globo, especialmente em ano eleitoral. Mas se trata de uma concessão indevida e absurda, pois conservadores jamais terão os votos de feministas. Votando com medo, esses senadores jogaram para os deputados a responsabilidade de barrar uma lei péssima, que sequer consegue definir conceitos fundamentais de maneira objetiva. Afinal, o que é uma mulher?
Mas debater essas coisas parece irrelevante no mundo dominado pela histeria “progressista”. O que importa é bancar o defensor das “minorias” e demonizar quem discorda dos seus meios. Essa tentativa de monopolizar os fins nobres, infelizmente, é muito comum, especialmente à esquerda. Normalmente são pessoas que sofrem do que Thomas Sowell chamou de “tirania da visão”, quando um ideal particular de justiça cósmica anula qualquer capacidade de reflexão honesta.
Tal indivíduo não terá interesse algum em debater seriamente os meios adequados para seus objetivos, testando suas teses através da experiência e aplicando a lógica nelas. Tudo que importa são as finalidades nobres, e qualquer alternativa oferecida com meios distintos será tratada com intenso desdém, como se a própria finalidade em si do outro fosse pérfida.
Existem inúmeros exemplos para ilustrar esta tentativa que alguns fazem de se arrogar a propriedade única da boa intenção. Um ótimo caso inicial está nos ditos “pacifistas”. As pessoas que automaticamente confiscam para si o monopólio da “luta pela paz”, como se o restante fosse adepto da violência, não pretendem nunca debater a fundo os métodos. A estratégia é desqualificar os fins dos oponentes, não seus meios pregados. Assim, qualquer um que não adere ao modelo pacifista é ou um lacaio da indústria bélica ou um potencial guerreiro empedernido, sedento por sangue.
No fundo, essas pessoas buscam uma exaltação pessoal perante os outros, estão atrás da imagem de nobres almas. Não ligam para os resultados concretos do que defendem, posto que um mínimo de avaliação honesta, muitas vezes, mostraria que há um abismo entre o defendido e o obtido. Foi dessa maneira que, faltando menos de um ano para que a guerra mais catastrófica do mundo fosse iniciada por Hitler, o primeiro-ministro inglês, Chamberlain, enalteceu o “desejo do povo alemão pela paz”.
Na economia, os monopolistas de fins nobres abundam também. Peguemos como exemplo a questão da miséria. Os “defensores dos pobres” são aqueles que defendem o uso do aparato estatal no combate à miséria, sem, no entanto, aprofundar o debate a respeito do melhor método para reduzir a pobreza de fato. Se um liberal mostrar com vastos casos empíricos que a pobreza foi mais bem combatida onde o Estado menos interveio nos assuntos econômicos, ele será ignorado na melhor das hipóteses, ou tachado de insensível na pior delas. Não são os meios o foco desses “defensores dos pobres”, e sim a finalidade em si, como se alguém normal realmente desejasse o aumento da miséria.

Voltando ao caso da misoginia, claro que a preocupação de vários homens e mulheres é justamente a definição do conceito. O projeto deixa isso tudo muito vago, subjetivo, e sabemos que há todo um aparato estatal montado para punir conservadores e poupar esquerdistas. Tanto que Lula já fez várias declarações misóginas e machistas, e a grande imprensa sempre trata isso como uma mera “gafe”. Mas se for um Bolsonaro, sai de baixo!
O Diabo está nos detalhes, e o inferno está cheio de boas intenções. Não duvido que muita gente tenha defendido essa aberração com as melhores intenções, achando que a lei em si vai mesmo proteger mulheres. Não vai. Mas vai perseguir homens inocentes! E vai gerar vários impasses, como quando uma mulher “despreza” outra, ou uma mulher critica uma pessoa trans. Tudo está virando “ofensa” no Brasil hoje, punível com prisão. É o paraíso totalitário e a morte da liberdade de expressão.
O deputado Nikolas Ferreira gravou um excelente vídeo explicando esses riscos todos. A deputada Bia Kicis também comentou no X contra a lei, assim como Julia Zanatta. Esses deputados prometeram lutar para barrar o projeto na Câmara. Tomara que consigam, pois sua aprovação seria o caos. Os senadores de direita que votaram por esse monstrengo deveriam pedir desculpas a seus eleitores…
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Isso não vai passar na Câmara.
Esse PL foi uma armadilha para os senadores de direita, especificamente para o Flávio Bolsonaro.
A grande mídia já estava com a narrativa pronta, o senador Flavio Bolsonaro não gosta de mulheres. Alguém duvida?
É claro que o eleitor de Flávio teria entendo sem qualquer questionamento caso ele tiverre votado contra o projeto, mas, e os demais eleitores, princiálmente os telespectadores da Globo e c&a, iriam entender? Temos grande chance de vencermos essas eleições em outubro proximo, só não podemos esquecer que com apenos os votos da direita isso não será possível.
Os senadores de direita são mais idiotas do que pensam que o povo é. Não subestimem mais ainda o povo. Sejam honestos e vá pras redes sociais e expliquem o que é o PL. O povo é quem dicide, a retórica é tudo que a esquerda faz não caiam nessa. Cleitinho gosto demais de você, mas me decepcionei