Reprodução de capas que a revista inglesa The Economist publicou sobre o Brasil
Reprodução de capas que a revista inglesa The Economist publicou sobre o Brasil

Retrato de um Brasil que não existe

A revista inglesa The Economist colocou na capa sua denúncia sobre um país mórbido, amaldiçoado e respirando por aparelhos, justo no momento em que surgem as suas melhores notícias há pelo menos cinco anos

O Brasil realmente não dá sorte com a imprensa internacional. O mundo gira, o tempo passa e nada de melhorar a ideia que os jornalistas de outros países fazem da nossa terra, nossas coisas e nossa gente; dos nossos governos, então, é melhor nem falar nada. Antigamente diziam que o sujeito podia ser morto à flecha ou comido por uma onça em plena Avenida Copacabana. Hoje dizem que o Brasil está praticamente morto, destruído pelas dez pragas do faraó e, para complicar, é governado por uma espécie de sub-Calígula tropical de direita que com certeza vai arruinar a humanidade se não for detido já, neste instante.

Talvez fosse melhor, pensando bem, ficar com a imagem externa que o Brasil tinha no tempo da onça em Copacabana. Pelo menos, naquela época, o que se dizia era a bobagem fundamental — ou seja, o despropósito em estado puro e simples, sem compromisso nenhum com qualquer fato, que podia incomodar os indignados de sempre e ferir o orgulho de um país caipira e inclinado a julgar-se mais europeu do que era, mas não passava muito disso. Hoje, além da coleção de disparates de ontem, é preciso ouvir prodigiosas lições de moral, discursos de correção política e teorias cansativas sobre administração pública. Ou seja: estão escrevendo que tem onça, querem explicar por que tem, e ensinam o que nós todos temos de fazer para sair dessa vida. Pior: a elite nativa acredita em tudo, fica agitadíssima e diz a si própria que desta vez, positivamente, está tudo acabado para o Brasil.

A tragédia do momento é um artigo da revista inglesa The Economist, que, como o New York Times e mais uma ou outra publicação norte-americana, tem o dom de mexer com os complexos de inferioridade mais primitivos do brasileiro que se julga culto, inteligente e civilizado. (Outros veículos estrangeiros podem reduzir o Brasil a farinha de rosca, mas aí quase ninguém liga; país subdesenvolvido é assim mesmo, só leva a sério o que é dito em inglês.) Não é um levantamento de fatos; é um texto de opinião, apresentado como o editorial mais importante da edição. Dizem ali, mais uma vez, que o Brasil está jogado numa fossa infernal, sem emitir sinais de vida ou de esperança, e o pior de tudo é que Bolsonaro não é o único culpado por isso; além dele, há também a desgraça do “sistema político”.

Mais recente capa da The Economist publicada sobre o Brasil (junho de 2021)

“Deu na Economist”, portanto — e isso, como acontece quando “dá” no New York Times, é uma certidão de que, para o mundinho da política, dos jornalistas e dos empresários que têm viés “social”, qualquer coisa que estiver entre a primeira e a última palavra do texto é a verdade em seu estado mais indiscutível. E se disserem que o Brasil é um subúrbio de Buenos Aires, onde as pessoas usam sombrero mexicano e fazem a siesta da tarde? Continua sendo verdade, dentro da bolha. “Deu na Economist”, e, se “deu” lá, não há mais que discutir. Game over. Não concordou com o que “deram”? Perdeu, playboy.

Vale a pena, depois de tanto tempo, continuar dando confiança para esse tipo de coisa? É uma questão em aberto. The Economist, com a passagem dos anos, vai ficando cada vez mais parecida com um economista — ou seja, lembra cada vez mais um desses madraçais muçulmanos, as escolas onde todo mundo fica repetindo a mesma frase sem parar e, sobretudo, sem pensar. Nas orações dessa espécie ameaçada de extinção, que atualmente tem o seu habitat reduzido às entrevistas da imprensa e às mesas-redondas levadas ao ar depois do horário nobre, o Brasil sempre morre no fim. Na próxima vez ele morre de novo, e assim segue a vida. Mas ele não estava morto? Não interessa. Como escreveu no Twitter o médico Jorge Hallak, um leitor brasileiro, a revista parece estar exibindo sintomas de mal de Alzheimer editorial: esquece mais do que lembra, pelo menos no caso do Brasil, ou vê uma realidade que só é percebida por ela mesma.

Pode ser. The Economist já foi mercadoria que não se imita; hoje, como tantas outras publicações por este mundo afora, é bananeira que não dá mais cacho. Mas a questão, no caso do Brasil jogado na fossa, não é a qualidade relativa da revista ou dos textos que ela publica. É a constatação de que imprensa internacional, hoje em dia, é isso, e o Brasil mostrado lá fora é esse — um Brasil que não existe. Não se trata da imagem que o Brasil tem para o torcedor que está no pub de Londres assistindo a um jogo do Arsenal. Esse aí vai passar toda a sua vida, provavelmente, sem jamais ter lido uma sílaba publicada na Economist — e de qualquer maneira, como a maioria dos demais 8 bilhões de habitantes do planeta, está pouco ligando para o Brasil e para os problemas brasileiros. O relevante, no retrato monstruoso que a mídia internacional apresenta do país, é que pessoas encarregadas de decidir questões práticas acreditam que o Brasil é mesmo assim. Aí fica ruim.

O Brasil que vai votar em 2022 para presidente da República não lê The Economist — a maioria não lê quase nada nem em português, imagine-se em inglês. O novo atestado de óbito que a revista acaba de passar para o Brasil também não muda o preço internacional da soja, nem diminui o volume de água no Aquífero Guarani. Não influi na bolsa, nem na cotação do dólar, nem nas vendas do varejo. Mas o que se diz em suas páginas, e nas páginas da imprensa mundial de elite, forma um Brasil imaginário na cabeça do rebanho de burocratas que vive dentro dos governos dos países ricos. Esse Brasil é um pesadelo de nível africano, ou coisa pior, e esse rebanho tem indivíduos que resolvem coisas práticas. Por exemplo: passagem de gente pelas fronteiras. O resultado é que o brasileiro, pelo único fato de ser brasileiro, não consegue mais viajar para o exterior como um cidadão normal. É um pária, aquele tipo de sujeito de quem não se pode chegar perto, e tem de submeter-se a um tratamento de terceira categoria para ir do ponto A ao ponto B, em qualquer hemisfério.

Esqueça os chiliques das classes jornalísticas nacionais, dos intelectuais e dos banqueiros de investimento de esquerda diante do artigo da Economist; isso desaparece em cinco minutos. O que fica é o prejulgamento, que começa nos reis e vai até o guarda da esquina, contra todos nós. É do Brasil? Então é ruim. É brasileiro? Então não presta. Não se trata apenas de viagens. Trata-se de todo o universo de dificuldades que funcionários de governo, ou quem mais se veja em condição de atrapalhar alguma coisa, pode fazer contra o Brasil nos demais países. Isso não é um “problema de imagem”, que pode ser resolvido, segundo o folclore, contratando uma agência de relações públicas. É uma guerra contra um adversário invisível.

O artigo, em si, não é melhor nem pior do que o mesmo texto básico que a revista embala para os leitores há anos, desde que “a direita” foi para o governo. (“Para o governo”, apenas; nunca se diz que ”a direita” chegou lá porque ganhou uma eleição.) É, essencialmente, uma repetição da novena rezada todos os dias no Jornal Nacional, nos blogs apresentados como “de esquerda” e no circuito OAB-CNBB-etc. Houve, neste caso, alguns momentos editorialmente exóticos — como acontece, por exemplo, na passagem em que o texto fica aparentemente indignado com a piada que Jair Bolsonaro fez sobre a vacina e o crocodilo. Não lhe ocorreu informar ao público, a respeito do assunto, que o Brasil já vacinou mais de 70 milhões de pessoas em quatro meses; só a China, a Índia e os Estados Unidos fizeram melhor que isso. Há, também, trechos francamente cômicos, como a extraordinária revelação de que o ministro da Defesa foi demitido porque não quis que o Exército fosse usado para forçar os comerciantes a abrirem as lojas. Heinnnnnnnn? Como assim? De onde foram tirar isso? Nem uma agência caçadora de fake news, dessas mais bravas, teve a coragem sequer de pensar num negócio desses. Mas, no fundo, não há muita novidade além disso; a coisa toda acaba sendo um clássico em matéria de mais do mesmo.

Os editores não poderiam ter escolhido um momento pior para publicar seu artigo sobre esse Brasil de perdição — castigo que em geral pune jornalistas que escrevem sobre isso ou aquilo sem ter o trabalho de olhar em volta de si, e ver um pouco o que está acontecendo fora da redação. (Com o trabalho em home office, então, aí é que o cidadão não sai mesmo dessa bolha dentro da bolha — uma espécie de buraco negro das bolhas.) O fato é que a revista põe na capa sua denúncia sobre um Brasil mórbido, amaldiçoado e respirando por aparelhos, justo no momento em que o país tem as suas melhores notícias há pelo menos cinco anos. Junto com a publicação do artigo foram apresentados os últimos cálculos sobre o crescimento da economia brasileira este ano, com a covid ainda rolando solta: 5% de janeiro a janeiro, número que, desde as recessões-monstro de Dilma Rousseff, o cidadão pensava não existir mais na aritmética econômica do Brasil.  Pode ser mais que isso — e não há sinais de que o avanço não se repita em 2022, com o término da vacinação e com a recuperação consistente da economia mundial.

Trata-se de um Brasil de fantasia — e, mesmo que esse Brasil existisse, quando é que isso aqui foi muito melhor?

Exatamente agora, também, a bolsa bate recorde sobre recorde, e chega perto dos 130.000 pontos, contra os 94.000 de seis meses atrás. O dólar caiu para 5 reais, sua cotação mais baixa desde dezembro de 2020 — e quem jamais viu neste mundo uma economia em crise terminal, como descreve The Economist, com bolsa subindo e dólar caindo? O saldo na balança comercial, em maio, foi de 9 bilhões de dólares — pode ficar em 75 bilhões de dólares em 2021, 50% a mais que no ano passado. As vendas do varejo, no mesmo mês, foram as maiores dos últimos 21 anos. A safra de soja vai bater mais um recorde em 2021, com quase 133 milhões de toneladas. A entrada de investimentos internacionais no mercado brasileiro voltou a toda — fruto de juros mais altos e com perspectiva de crescer ainda mais para enfrentar os índices de inflação, de novo em alta.

Mais que tudo, é impossível perceber, quando o sujeito sai à rua, onde está esse inferno na Terra descrito pela mídia. Trata-se de um Brasil de fantasia — e, mesmo que esse Brasil existisse, e fosse tão ruim como querem que ele seja, quando é que isso aqui foi muito melhor? Tirando a covid e as suas desgraças, alguém está com saudade de alguma outra época? Qual? Nenhum país que já teve na sua Presidência Fernando Collor e Dilma Rousseff pode estar pior do que já foi. Quem sabe alguém seja lembrado disso, na próxima denúncia da imprensa mundial contra o Brasil? Não vai rolar, é claro. Mas as realidades são o que elas são, e o Brasil, para o bem e para o mal, continuará sendo exatamente o que é — e não o retrato que se faz dele por aí.

Leia também “Perdidos no Brasil”

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38 comentários Ver comentários

  1. Parabéns pela matéria. Infelizmente as fontes da The Economist pertencem a estrutura dos Donos do Brasil que não admitem perder o poder. Após a saída de Don Pedro II os espaços foram preenchidos por esses servidores da nação que se servem muito bem dela.

  2. Excelente matéria J.R. Guzzo, vamos nos preocupar em mudanças Internas S.T.F, S.T.J, aparelhamento das nossas Universidades, esse pessoal da mídia internacional, só vão aprender com a nossa melhoria interna em todos os campos.

  3. Ora, se 90% da imprensa nacional diz estas sandices todas sobre o Brasil, quem somos nós para questionar a imprensa internacional?

  4. JR está coberto de razão. Há muita fantasia negativa na imprensa internacional. Contudo, há maus brasileiros fonte de factóides para aquelas publicações. Muito texto rancoroso com adversários políticos é levado ás primeiras páginas. Há muitos inconformados com o sucesso do capitão. Há muita mídia grande, com ódio declarado, produzindo matérias, no mínimo tendenciosas, e enviando ao exterior como contraparte de notícias de lá. Mas o que dói é que não temos ninguém que faça alguma coisa para desmentir essas coisas. Nossa Relações Exteriores deveria produzir textos retificando aqueles, em sua própria revista. Matéria paga? E daí? È um investimento de bom retorno. Publicar até os “jornalistas” da The Economist perceberem que prestam um desserviço. Eu não espero escusas, pois, como bons britânicos e sua “superioridade”, isso nem lhes passa pela mente.

  5. Guzzo, os artigos semanais dessa excelente equipe de jornalistas políticos da revista oeste sempre nos satisfazem por expressarem com perfeição aquilo que gostaríamos de dizer, mas individualmente temos poucos ouvintes.
    Já idoso, não sei conviver nas mídias e possivelmente seria cancelado caso ousasse esse atrevimento.
    Gostaria e penso que o grande público leitor, que vocês iniciassem importante campanha semanal em seus artigos sobre a necessidade do VOTO IMPRESSO, desfazendo inclusive FAKES de grandes jornais como o ESTADÃO e de notáveis do STF como o ex ministro e presidente do STF dr. Carlos Velloso que em 23/04 publicou artigo pg. A2 do Estadão, “Urnas eletrônicas, garantia de respeito ao voto do eleitor”, com esta fake que as AGENCIAS do Estadão não contestaram: “Mas o que alguns políticos desejam é a impressão da confirmação do voto do eleitor em fulano ou beltrano, o que quebraria o sigilo do voto, com ofensa a Constituição. O VOTO IMPRESSO seria ótimo para os caciques políticos, que exigiriam a apresentação do comprovante do voto em fulano ou beltrano”.
    Não é admissível que tão notável jurista divulgue desta forma o VOTO IMPRESSO, que todos sabemos que o “bilhete” é blindado e portanto não e manuseado sequer pelo eleitor para leva-lo para comprovar “PO…..” nenhuma. Portanto faz-se necessário que a boa imprensa, distinta do Estadão, revele a toda sociedade o que é o VOTO IMPRESSO. Já observei Fiuzza, Ana Paula, Augusto Nunes, defendendo, entretanto é necessário esclarecer para que serve, e não divulgar FAKES para a sociedade brasileira.

  6. Este governo dorme no ponto, quando não usa suas embaixadas e consulados pra desconstruir essa falsa idéia de Brasil, mostrando a verdade, tanto sobre o que o governo atual vem fazendo de positivo, quanto sobre as mazelas herdadas dos governos anteriores.

  7. Parabéns pelo texto! Vergonha a imprensa do Brasil e do mundo só mostra o lado errado do Brasil. E a facada no Bolsonaro? Ninguém toca no assunto.

  8. The Economist, ao escrever essas barbaridades sobre o “Brazil”, sabe muito bem quen nada do que foi dito no texto corresponde com a realidade.
    Trata-se, em realidade, de interesses ideológicos e econômicos. Ideológicos porque aquele país, hoje, é governado pela esquerda; e, econômicos porque o “Brazil” é uma potência em ascensão que já está incomondando (em termos de concorrência mesmo!) as potências estrangeiras.
    É guerra de informações e psicológica. O Brasil está entrando no jogo e precisa a aprender a travar esse tipo de guerra que se ttrava no campo psicológico e das informações.

  9. Parabéns, Mestre. Só discordo do repórter não saber o que escreve. Sabe sim! O problema é que a mentira sendo dita repetidamente acaba virando verdade. E a verdade é que o Brasil atual incomoda muito aos americanos, haja vista nosso agronegócio está atormentando os produtores americanos e os europeus também pelo agronegócio e pela abundância de recursos naturais que temos e que farão falta para eles em um futuro próximo. Ao nos colocar como párias, nos colocam em descrédito, nos desvalorizam aos olhos do mundo e aos maus brasileiros. Existe dolo! Tem método! Acreditem.

  10. A cada semana eu descubro um valor maior nas suas palavras e na forma crítica de relatar os fatos. Fico feliz pela identidade comum e saber que semana que vem tem mais.

  11. A “imprensa progressista” tem método. Nada é por acaso. Não há necessidade de publicar algo que tenha respaldo nos fatos. O que manda é a narrativa. O problema (bom para o país) é que a narrativa só repercute dentro da bolha, da qual fazem parte. Tempos atrás, estas tentativas, de influenciar a opinião publica, eram subliminares. Hoje tornaram-se explicitas. O que levou a credibilidade deste “jornalismo” para o ralo. E, cada dia, influenciam menos.

  12. Bravo! Bravíssimo! Excelente! A imprensa estrangeira, de há muito enveredou para um viés “progressista”, foi – e está – perdendo a credibilidade. Assim, como tradicionais jornais s revistas brasileiras. Portanto, falar mal do Brasil e dos brasileiros, supostamente dá “ibope” (mente tanto nas suas pesquisas, que não sei se pode, ser usado sinônimo de sucesso). Mas o fato é, como disse o leitor Alberto, parar ou regulamentar as exportações de alimentos, mercado não faltará. Quanto a onça de copacabana, caros leitores, achava melhor esses jornalistas estudarem mais sobre nosso povo, pois o futuro carro voador, tem no seu dna um brasileiro.

  13. A extrema imprensa daqui não tem limites.
    Mesmo todos dentro do mesmo avião, vibram só de imaginar que ele possa cair.
    Esses produtos têm contribuição direta de Doria, Lula, ministros do STF, e de todos os bandidos salvos pela justiça brasileira.
    PEC DA BENGALA
    PEC DA PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA
    VOTO IMPRESSO
    FIM DO FORO PRIVILEGIADO

    1. E também a contribuição do Estadão, da Globo, CNN, BandNews, Cultura e outras inutilidades.

  14. Adoraria ver o Brasil parar de exportar soja, milho, trigo, carne, frango, etc, numa espécie de “OPEP Agrícola”. Esses amarelos de m…. teriam que voltar a comer morcêgos, cobras, ratos, cachorros (ooooppppsss, aí a Venezuela acabava de vez), e uma grande parte do planeta iria passar fome.
    Essa maldita imprensa esquerdopata é a verdadeira peste negra que nos assola. Não enxergam um palmo adiante dos seus narizes quando se trata de enaltecer os que pertencem ao outro lado. Só enxergam aquilo que a cartilha socialista “ensina”.
    Não passarão!

  15. Excelente artigo. Profissionais que tomam decisões de investimento de fato, não tomam decisões baseadas em revistas. Vão a campo pesquisam e checam informações. Quanto a fatos não existem argumentos. Temos inúmeros problemas mas com alguns anos de governo de direita e economia liberal o país tomará novo rumo. Vamos aceitar as verdades, ignorar as tolices desta imprensa chula e seguir a vida.

  16. O Brasil é isso mesmo. Só não pode ter mais Lulas ou Dilmas. Para se acertar, mais 4 anos com esses 22 ministros não fariam mal. Quem sabe a Economist esquece a gente.

  17. O Brasil está incomodando, deixou de ser uma floresta gigante com selvículas comunista para ser um país próspero com idéias modernas, apesar do fantasma progressista que continua a nos assombrar.

  18. Guzzo, você mais uma vez foi certeiro. Como ex-assinante do tabloide em Inglês, que assinei por 26 anos até cancelar por não ter mais nenhum artigo confiável naquela revista – posso dizer que a Revista Oeste não tem ainda a estrutura para competir: mas a qualidade editorial da Oeste é infinitamente superior, e e’ por isso que o meu dinheiro vai para a assinatura da Revista Oeste, a única que assino no Brasil.
    Quanto a imprensa internacional, a qualidade caiu por completo. WaPo, NYT, LeMonde, ElPais, e a parte de “noticias” do WSJ não servem para forrar a gaiola do papagaio que eles usam para repetir as cantilenas “sócio-marxistas” de que por exemplo “o mundo vai acabar amanhã por causa da mudança do clima” e “se não é de esquerda, não é bom”.
    Um detalhe importante: Burocratas que recebem as publicações via assinatura governamental são os mais afetados mesmo, mas fora dessa casta de funcionários públicos da Europa e USA e lógico alguns empresários “verdes”, a gigantesca maioria dos executivos não leem mais esses pasquins e veem o Brasil como um dos poucos mercados no mundo com escala para implantação de negócios. O resto pensa que a onça vai comê-los na Avenida Copacabana.
    Parabéns pela qualidade editorial, e continuem assim.

  19. Opiniões da imprensa estrangeira servem apenas à zelite intelectual, o povão está deixando de considerá-la

  20. Cada vez mais a asserção “o Brasil não é para os fracos” se reveste de verdade. Aqui é tão ruim que este bando não larga o osso… por que será?!? Nesses momentos eu fico torcendo pelo aparecimento de uma onça, de uma sucuri,…

  21. Excelente defesa dos nossos valores, admirável Guzzo. O que me entristece é que muito dessa toxidade das fake News no exterior seja absorvido pelos próprios brasileiros que lá se encontram; jovens ainda com opinião não amadurecida que caem nessa desgraça.

  22. Parabéns Guzzo! Nossa dentidade tem que ser resgatada. Fora urubus

    1. A safra de soja, Guzzo, deverá ser de 130 milhões de Ton. É Record, sim..

  23. Parabéns pelo artigo, me representa, assino em baixo sem mudar uma vírgula.

  24. Essa revista também é conhecida como “The Comunist”!

  25. Palmas!
    Aliás, nós do sertão profundo e com nossos irmãos das periferias não temos direito da réplica e do questionamento. Como é o caso da CPI. Quantas perguntas a gente gostaria de fazer para a banca inquisitória do senado nacional? Eles não sabe o que dizem e muito menos responderiam as perguntas que são cassadas e caçadas. Omitir e esconder questões importantes é o símbolo da incompetência geral da maioria dos políticos e seus companheiros jornalistas.

  26. Excelente artigo, Guzzo! Sub-Calígula tropical de direita foi ótimo!

    1. Primeiro quero parabenizar GUZZO pelo excelente artigo,verdade vale ouro hoje em dia.Minha opinião:esses jornalecos dançam apenas com interesses próprios,podem ser dos EUA ou da Inglaterra,viraram piada.Brasil sempre é o patinho feio, que nada em último lugar.Tudo que nosso presidente faz é criticado ,sem coerência alguma.A crítica tem valor quando tem consistência e verdades,se o Economist está omitindo ou disvirtuando os fatos,como faz costumeiramente é apenas por interesse próprio.Brasil já alimenta grande parte do mundo com seus grãos e carne de qualidade.

  27. O que nos salva, em parte, é que há analistas econômicos e diplomatas profissionais aquí dentro que produzem análises para suas empresas e países, e que, por mais viés esquerdista que tenham, não podem ignorar completamente a realidade por dever de ofício.

  28. Super parabéns, como sempre.
    Mas senti falta do Sarney na galeria dos “inesquecíveis”. O Poder Judiciário é o que é por conta dele.

  29. Desconstruir uma Nação é fácil, com tentam fazer opositores do governo. Difícil é construir, produzir e apresentar números positivos. Subestimam a inteligência e a capacidade do povo brasileiro. Acham que aqui ainda é Territorio de Moluscos.

    1. Moro na Inglaterra já a muitos anos mas tenho contatos muito estreitos com o Brasil familiares e sociais mantendo CPF e Título de Eleitor em dia. Ah! Mais duas informações de preâmbulo, sempre fui interessada em política e em 64 eu eu já era adolescente, assim falo como testemunha.
      Economicamente o Brasil já esteve pior. Perdemos nossa chance de ouro elegendo o Lula e seus gatunos. Aqui todo mundo me pergunta sobre o que está acontecendo no Brasil. Ficam admirados quando eu digo que apoio o Bolsonaro e explico porque. A ideia que eles compram é essa aí vendida pelos acima mencionados e eu juntaria também a BBC.

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