Vista superior do Rio Amazonas, Brasil | Foto: Gustavo Frazão/Shutterstock
Vista superior do Rio Amazonas, Brasil | Foto: Gustavo Frazão/Shutterstock

O mundo precisa aprender com o Brasil

A imagem de vilão ambiental não corresponde aos fatos e a COP26 é mais uma chance de mostrar isso

Um país inimigo do meio ambiente, desmatador de florestas, poluidor dos ares e rios, que maltrata a população indígena e substitui a vegetação nativa por lavouras e pastagens. É essa a imagem do Brasil que a maioria das ONGs, boa parte das nações desenvolvidas e toda a esquerda planetária querem exibir durante a Conferência do Clima da ONU (COP26), que reúne entre os dias 31 de outubro e 12 de novembro líderes mundiais para discutir mudanças climáticas.

Aos fatos:

— No ranking dos países mais poluentes, o Brasil ocupa o 7º lugar. Mas o número de emissões de gases do efeito estufa (dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, entre outros) não chega a 3% do total. Na frente estão China (cerca de 26%), Estados Unidos (12%), União Europeia (7,5%), Índia (7%), Rússia (5%) e Japão (2,5%). “Destes menos de 3%, um terço vem da agricultura e pecuária, um terço da indústria e o restante das florestas e terras não produtivas”, esclarece Roberto Castelo Branco, ex-secretário de Relações Internacionais do Ministério do Meio Ambiente. “Ao mesmo tempo, alimentamos 20% da população do planeta.”

— Em 2020, 84% da energia elétrica produzida no Brasil veio de fontes renováveis. Seguem-se o Canadá (65%) e a Suíça (60%). A chave do sucesso está na matriz hidrelétrica, modelo responsável por quase 65% de toda a geração de eletricidade no Brasil. Uma reportagem de Oeste publicada em outubro do ano passado mostrou que, embora não seja livre de impactos ambientais (para a construção das usinas, grandes áreas são alagadas), eles são imediatos. Além disso, os resíduos são muito menos nocivos que os modelos fósseis e nucleares.

— As 614 áreas indígenas existentes no Brasil ocupam 14% do território nacional. Caso formassem um país, elas somariam quase 1,2 milhão de quilômetros quadrados. Segundo uma reportagem publicada na edição 76 de Oeste, se fosse um Estado, seria o terceiro maior da Federação, atrás apenas de Amazonas e Pará. O total dessas terras é maior que a França e a Alemanha juntas. Os dois países somam quase 150 milhões de habitantes, o que corresponde a 120 pessoas por quilômetro quadrado. “Por aqui, de acordo com o portal Terras Indígenas no Brasil, menos de 680 mil índios vivem hoje em aldeias legalmente reconhecidas”, escreveram Cristyan Costa e Paula Leal. “É como se cada indígena tivesse direito a 2 quilômetros quadrados só para si — área equivalente a 242 campos de futebol.” O Estado de Roraima, por exemplo, tem 46% do seu território reservado a tribos indígenas.

— As áreas preservadas no interior dos imóveis rurais ocupam um terço (33,2%) do mapa nacional. “Nem o Estado Brasileiro preserva mais vegetação nativa do que os produtores rurais”, registra Evaristo de Miranda, chefe da Embrapa Territorial e colunista de Oeste. Ao todo, elas superam a superfície de 186 dos 195 países existentes.

“Há 8 mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, detém 28,3%”

Em média, os produtores rurais preservam 50% da propriedade — a porcentagem determinada por lei varia de acordo com o Estado: em São Paulo, por exemplo, são 20%; na Amazônia, 80%. “É como se você tivesse um carro, mas só pudesse usar os bancos da frente”, compara Michel Muniz, assessor do projeto Farmun, que estimula pesquisas científicas ligadas ao agronegócio em escolas de Mato Grosso. “Ou como uma casa de quatro cômodos, em que só dois podem ser ocupados. Os outros devem ser arrumados e mantidos em ordem, mas ninguém pode usá-los.”

Um estudo da Embrapa Territorial calculou o preço do patrimônio fundiário imobilizado pelos produtores em cada município. O valor total ultrapassou R$ 2 trilhões. Para preservar essas terras — e também para evitar roubo de madeira, prevenir incêndios, construir cercas e pagar vigias —, estima-se que os agricultores desembolsem cerca de R$ 15 bilhões por ano.

“Outro fato a considerar é a dinâmica da recuperação das florestas e outros tipos de vegetação no mundo rural”, lembra Evaristo. “O balanço entre desmatamento e regeneração florestal na Amazônia pelo Projeto Terraclass mostra que quase 30% das áreas mapeadas como desmatadas nos últimos 30 anos hoje estão ocupadas de novo por vegetação nativa (Terraclass Embrapa/Inpe).

— Conjugadas, as áreas protegidas e preservadas do Brasil ocupam mais de 5,6 milhões de quilômetros quadrados — ou 66,3% do território nacional. “Há 8 mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, detém 28,3%”, informa Evaristo. “Dos 64 milhões de quilômetros quadrados de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta; hoje, tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11%, e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve mais de 23%; agora, possui 5,5% e segue desmatando.” No sentido inverso, a América do Sul saltou de pouco mais de 18% das florestas para cerca de 40%.

Um levantamento realizado em 2019 pela Embrapa Territorial constatou que os restantes 33,7% do território tem a seguinte distribuição: pastagens (21,2%) e lavouras (9%). As áreas urbanas ocupam cerca de 3,5%.

— De junho a setembro deste ano, a redução de incêndios e queimadas foi de 13%. Na Amazônia, ficou em 26% a menos, contrastando com o aumento de 2020. “Agricultores não queimam por malvadeza”, explica Evaristo. “São sobretudo os produtores desprovidos de tecnologia suficiente, descapitalizados e marginalizados do mercado que empregam o fogo, ocasionalmente, para renovar pastagens, combater carrapatos ou eliminar resíduos vegetais acumulados. Eles representam menos de 2%.”

A era das fake news

Embora ainda estigmatizado como um pária ambiental, o Brasil surpreendeu a turma do contra já nos primeiros dias da COP26. Como detalha Roberto Castelo Branco em seu artigo publicado nesta edição de Oeste, o país não se limitou a comprometer-se com a contenção em 1,5º Celsius do aumento global da temperatura até 2060. Também antecipou a meta de reduzir a zero o desmatamento ilegal na Amazônia de 2030 para 2028, aumentou de 43% para 50% a redução das emissões de todos os setores da nossa economia em 2030. Confirmou a redução de emissões em 37% para 2025 e formalizou a antecipação, em dez anos, do comprometimento com uma economia neutra para 2050.

Ainda não está claro se tantas concessões serão recompensadas. Em 2015, o Acordo de Paris (consumado durante a COP21) determinou que, a partir de 2020, o Brasil e outros países em desenvolvimento começariam a receber US$ 100 bilhões por ano dos países ricos para ações de proteção ambiental. Até agora, não vimos a cor do dinheiro.

“É preciso não apenas que se cumpram as promessas do Acordo de Paris como que se regulamente no âmbito internacional o mercado de carbono”, observa Rodrigo Justus, conselheiro titular da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). “Não estamos vendo nada acontecer de concreto desde 2007.” Naquele ano, foi proposta uma redução de 25% a 40% nas emissões de gases do efeito estufa até 2020. O ano-base era 1990.

Sem exigir contrapartidas, o Brasil também prometeu reduzir em 30% as emissões de metano até 2030, o que pode afetar negativamente a pecuária nacional. Uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo mostrou que o setor foi responsável por quase 72% das emissões brasileiras de metano em 2020. Apesar disso, uma nota conjunta divulgada neste 3 de novembro pelos ministérios do Meio Ambiente e da Agropecuária afirmou que, ao aderir a esse compromisso global, o país demonstra que já possui projetos que tratam do tema. Entre eles, foram citados o Programa Nacional Lixão Zero, que extinguiu cerca de 20% dos lixões, e a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Apesar da postura claramente favorável às bandeiras dos ambientalistas, o país ainda não se livrou da desconfiança internacional. “O Brasil quer mais investimento em sua economia, mas, no futuro, não vai ser possível atrair os fundos maiores sem uma política ambiental clara nos níveis federal e estaduais”, diz Peter Wilson, embaixador britânico no Brasil. “Os fundos públicos de outros governos, incluindo os do Reino Unido, vão ser usados onde são mais efetivos.”

“Há 30 anos, eu voava até a Europa para falar das mesmas coisas que a gente hoje repete: as queimadas, o desmatamento, etc.”, conta Antônio Cabrera, ministro da Agricultura no governo Fernando Collor. “O que mudou é que o Brasil está assumindo uma posição de liderança no agronegócio internacional. E essa liderança incomoda cada vez mais.” Outra transformação, segundo Cabrera, é que hoje o país produz mais utilizando menos recursos naturais.

“Estamos na era das fake news”, lamenta Cabrera. “As maiores notícias falsas, hoje, envolvem a área ambiental, principalmente em relação à Amazônia. O presidente da França, Emmanuel Macron, chegou a publicar uma foto antiga das queimadas na Amazônia como se fosse de hoje. E outras celebridades opinam sobre um assunto que desconhecem, como Cristiano Ronaldo, Lewis Hamilton, Gisele Bündchen ou Leonardo DiCaprio. Temos de começar a combater essas fake news com fatos, com informação. Nenhum outro país, entre as grandes potências agrícolas, tem o ativo ambiental do Brasil.”

Ainda existem, claro, inúmeros problemas a resolver no universo ambiental. O desmatamento ilegal cresce desde 2012, principalmente em decorrência da falta de regularização fundiária e de fiscalização. “Se o governo não consegue garantir a segurança nem de uma favela no Rio de Janeiro, por que iria fazer diferente na Amazônia?”, perguntou J.R. Guzzo, colunista de Oeste, num artigo publicado na Gazeta do Povo. Mas os fatos mostram que o país está muito melhor que seus concorrentes. O meio ambiente é tão importante para os seres humanos quanto a agricultura. Nessa matéria, o restante do mundo tem muito a aprender com o Brasil.

Leia também “As elites estão rindo na nossa cara”

-Publicidade-
* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais.

19 comentários Ver comentários

  1. Excelente matéria, vivo em Londres a 17 anos, constantemente tento abrir os olhos de amigos em relação as fake news sobre o meio ambiente no Brasil e a Amazônia, mas não tem sido fácil.

  2. Cara Branca Nunes. A sua reportagem (excelente) falhou, porquê você entrou na armadilha de que CO2 é poluente.
    O CO2, faz parte de toda a VIDA na natureza (ciclo Krebs). Querem reduzir o CO2? Parem de respirar.
    Por último, o responsável pela temperatura do planeta, é o SOL!

  3. A raça humana viveu e progrediu por milhares de anos sem uso do petróleo. Nesse meio tempo, muitos morreram por falta de alimento, por mais simples que fosse. Ainda se morre por falta de alimento e isso vai piorar. O petróleo vai acabar ou ser
    substituído. Enquanto houver alimento e oxigênio – mesmo sem ‘smartphones’, haverá raça humana. Ganhará mais quem produzir, ou vender os fertilizantes e vacinas, ou intermediar as negociações, ou transportar por navios, ou financiar as operações,
    … como sempre foi.

  4. Não seria o caso de divulgar informações como a deste artigo (ou mesmo o próprio artigo, traduzido) no evento? Sei de vídeos que estão sendo e que serão apresentados, mas informação de qualidade e, principalmente, baseada na realidade, é sempre muito bem vinda.

  5. Infelizmente Mentiras plantada pelas mídias, elementos do beautiful people e é até por compatriotas, rodam o mundo, prejudicando muito nossa economia e nossa gente, antes que a verdade possa ao menos calçar os sapatos… ao Trabalhominha gente!!

  6. Ok. Os leitores da Oeste curtiram aprenderam com este artigo. E o mundo? O que o governo faz além do discurso na ONU para divulgar isso? Não seria o caso de um esforço e investimentos em mídia internacional para desmistificar o assunto e revelar as verdades?

    1. O país vencedor do prêmio de maior poluidor do universo nem compareceu a COP 26, renovando seus votos de desprezo histórico ao meio ambiente. O Brasil fez bem em mostrar protagonismo na área ambiental, exemplo a ser seguido pelo resto do mundo.

  7. Parabéns pela matéria esclarecedora, Branca. Contudo, os distorcedores contumazes da realidade, os desafetos da verdade, os intolerantes ao contraditório, a turma que nunca deixará de ser chata, mentirosa a serviço de quem lhe pagar mais. É também a turma que se esquece dos e-mails que mostram claramente os dados fraudados do IPCC e faz cara de intolerante, ignorante e discriminação seletiva de pesquisadores brasileiros como Luiz Molion e Ricardo Felício, que OUSAM desmentir o óbvio propagadores de fakes nem tão news assim. Nesse sentido, Branca, ouso sugerir que você estude a possibilidade de uma matéria sobre o quanto de cada Bioma foi desmatado, segundo os parâmetros LEGAIS. O Doutor Evaristo pode contribuir em MUITO com essa matéria desmistificadora. No caso da Amazônia, então, por Lei, deve-se preservar 80% do total, critério válido, por analogia, às propriedades rurais. Se alguém desmatou após a edição da Lei, que seja punido e pronto. Mas que tal os entes federados promoverem políticas de enquadramento à Lei com a reposição da flora ilegalmente devastada, usando espécies como Cupuaçu, Cacau, Bacaba, Açaí, Castanha do Pará, Guaraná, Abricó do Pará, Essência Florestais entre uma infinidade de opções para prover o proprietário rural de uma renda fixa para o sustento da sua família. Parece que há Lei ou algo semelhante nesse sentido, mas o pano de fundo é que haja um torniquete nas opções do pai de família, pequeno, médio ou grande produtor de forma a induzi-lo a desmatar para buscar renda, alimentando a cadeia de ONGs de aluguel, regiamente alimentada$ para demonizar o Brasil, que em última análise, é quem mais tem e preserva recursos naturais. Por outro lado, os planos de Manejo Sustentáveis devem ser RIGOROSAMENTE acompanhados, punindo os maus permissionários e privilegiando quem segue as regras. Torço para que algo nesse sentido seja mostrado aqui, pois Istoé, Folha/Uol, Globo, Estadão, Antagonista/Crusoé, Band, Judiciário, MP e assemelhados, que apesar de saberem disso, são submissos a quem lhes paga o fausto.

  8. Esplêndida matéria.
    Parabéns, Branca, pela exaustiva pesquisa em busca dos fatos. Matéria para ser traduzida e espalhada pelo mundo. Matéria que nos dá suporte para enfrentarmos a patrulha dos ignorantes.

  9. Excelente texto em que se mostra a verdade sobre nossas matas e florestas.É o que precisamos conhecer e difundir aqui e lá fora.E de saber que nosso agro-negócio-maior produtor de alimentos do mundo-incomoda mais os “ambientalistas” do que nosso meio ambiente, preservado e exemplo para o mundo.

  10. Sr Erasmo Silvestre, não é objetivo aqui dessa matéria, mas já que o sr tocou no assunto: o clima da terra é determinado por diversos fatores: os chamados ciclos de Milankovitch (resultado de 3 movimentos da terra que não aprendemos na escola), aquecimento pelo sol, efeito dos gases estufa, correntes marítimas, El Niño/la Niña, vulcanismo, atividades humanas diversas, etc. Não há correlação direta entre nível de CO2 e temperatura. Já tivemos períodos muito frios com nível de CO2 alto. Obviamente o CO2 tem seu papel na manutenção da temperatura da terra em níveis não “congelantes”, mas tem muito menos importância relativa do que o Sol e os ciclos. O clima na terra é cíclico em distintas escalas, a que a gente observa todos os dias (vou chamá-la de escala 5) é a que resulta da rotação da terra, de noite, sem a incidência direta do sol, esfria-se um pouco. Segue o movimento de rotação da terra em torno do sol, definindo invernos e verões, vou chamá-lo de escala 4. Em seguida, temos os ciclos de manchas solares (escala 3): duram em média 10 anos entre o máximo de atividade solar (evidenciado pelo máximo de manchas solares), passando pelo mínimo, e voltando ao máximo posterior. No mínimo de atividades solares, a temperatura média da terra cai, o que observamos no ano passado e nesse, segundo um cientista russo (Abdussamatov, 2013). Mas esses ciclos solares tem uma outra escala superior (os picos de máximo também variam de intensidade de maneira cíclica), vou chamá-la de escala 3: segundo esse russo, devemos estar entrando em um período de mini era do gelo, cujo esfriamento máximo se dará lá por 2040 (escala 2). Tivemos vários desses ciclos nos últimos 2 mil anos. Exemplos: período “quente romano” (entre 250 e 400 DC), “idade das trevas medieval”, entre 450-950 DC, muito frio, com muita fome e declínio da população na Europa, “período quente medieval”, entre 950 e 1250 DC, em torno do ano 1000, por exemplo, a Groenlândia (Greenland – terra verde!) pode ser colonizada e a “pequena idade do gelo, entre 1280-1850, com pico entre 1670-1715). Fome, pestes (negra em 1348) foram consequências desse período. Finalmente, a escala 1, das glaciações. Essas determinadas pelos ciclos de Milankovitch mencionados acima. O pico da última foi há mais ou menos 28-20 mil anos atrás e o da anterior há uns 150 mil anos. No interglacial entre as duas, a temperatura média estava mais alta que a atual e o nível médio dos mares 6 m acima do atual. Portanto, concordo com o sr, aquecimento global de origem humana é uma grande bobagem. E calor é bom. A humanidade progrediu e floresceu em períodos quentes.

    1. Muito obrigada por essas informações. Gostei muito. Complementou o artigo que também foi muito bom. Adoro ler a Oeste e os comentários. Aprendo muito. Abs

  11. Parabéns Branca, mas não é possível a revista oeste, a jovem pan, a gazeta do povo e outros veículos de idônea informação, levar a correspondentes internacionais esta realidade? Por que não envolver o trabalho da Embrapa, das Forças Armadas e dos Ministérios do Meio Ambiente e Agricultura neste esclarecimento internacional?

  12. Aquecimento global não existe, mas se existisse seria bom. Acabaria com a queima de carvão e gás nos países frios. A saída para o enrosco do CO2 é a volta da construção em madeira.

  13. Essa história de aquecimento é uma tremenda de uma mentira, inventada pelos Meta-capitalistas na Nova Ordem Mundial. Todos os gases que penetram na atmosfera são dissipados pelos gases já próprios da atmosfera. Quem aquece e esfria o planeta é o sol num processo cíclico de milhares de anos

Envie um comentário

Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Meios de pagamento
Site seguro
Seja nosso assinante!

Reportagens e artigos exclusivos produzidos pela melhor equipe de jornalistas do Brasil.