A fúria destruidora da esquerda

Cada vez mais forte nas redes sociais, cultura do "cancelamento" não pode seguir
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Foto: REPRODUÇÃO/TECHTUDO | cancelado - fúria da esquerda - bruno garschagen

Cada vez mais forte nas redes sociais, cultura do “cancelamento” não pode seguir; é o que defende colunista da Revista Oeste

cancelado - fúria da esquerda - bruno garschagen
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Fulano está “cancelado”. O termo tem ganhado cada vez mais força nas redes sociais, tendo como alvo recente o jornalista Leandro Narloch. Acusado de homofóbico após registrar na CNN Brasil comentário sobre doação de sangue por homens gays, ele foi “acusado injusta e abjetamente” e acabou dispensado do canal de televisão.

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Leia mais: “O autoritarismo dos intelectuais de esquerda

Narloch, entretanto, não é a única figura a ser “cancelada”. Doutorando em ciência política, Bruno Garschagen aborda a cultura do cancelamento em seu artigo publicado na atual edição da Revista Oeste. Ao destacar que tal ato é fruto da “fúria” de esquerdistas, ele associa tal prática ao comunismo. Isso porque lembra que líderes soviéticos ficaram marcados por excluir “das fotos e deste mundo” quem fosse contrário ao regime.

Confira a íntegra do artigo de Bruno Garschagen sobre a fúria da esquerda publicada na 18ª edição da Revista Oeste: “O método do cancelamento não pode prosperar

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