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Tecnologia

Nasa identifica nova chuva de meteoros ligada a asteróide

Estudo aponta origem comum de fragmentos detectados em diferentes países

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Meteoros possuem mesma origem, segundo Nasa | Foto: NASA/Preston Dyches

A Nasa identificou uma nova chuva de meteoros associada a um asteroide ainda não observado diretamente. O cientista Patrick Shober, do Centro Espacial Johnson, conduziu o estudo com base na análise de milhões de registros coletados por redes de monitoramento ao redor do planeta.

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O levantamento reuniu 282 meteoros com características semelhantes. Os dados indicam origem comum dos fragmentos.

Fragmentação próxima ao Sol

A pesquisa indica que os detritos surgiram de um asteroide que passou muito próximo ao Sol. A aproximação provocou a fragmentação do corpo e liberou partículas que atingem a atmosfera terrestre.

Sistemas automatizados no Canadá, Japão, regiões da Europa e Estados Unidos coletaram os dados. Os equipamentos monitoram o céu de forma contínua e permitem identificar padrões de origem de partículas espaciais.

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Segundo a Nasa, foram identificados 282 meteoros com características semelhantes | Foto: Nasa

Os fragmentos entram na atmosfera a mais de 24 km/h e se incendeiam quase de imediato, formando os meteoros visíveis da Terra. Segundo os pesquisadores, telescópios convencionais ainda podem observar o asteroide responsável.

A cápsula da Orion retornou à Terra na sexta-feira, 10, com mais de 7 mil imagens. A missão Artemis 2 levou astronautas à órbita lunar depois de cerca de 50 anos.

Leia também: “Nasa revela imagens do resgate dos astronautas em plano mar

Os tripulantes registraram imagens e descreveram o relevo lunar em tempo real. A equipe também ajustou o foco das observações durante a missão.

A nave levava 32 câmeras e dispositivos ópticos internos e externos. Os equipamentos registraram imagens da cabine, da superfície lunar e do desempenho da espaçonave.

Durante o sobrevoo, os astronautas observaram impactos de meteoritos na superfície da Lua. O comandante da missão, Reid Wiseman, relatou que “definitivamente foram flashes de impacto na Lua”. O fenômeno tem poucos registros por observação direta em órbita.

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