Azeite brasileiro é reconhecido como o melhor do mundo na Itália

Feito no Rio Grande do Sul desde 2019, é a primeira vez que a marca participa da competição
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Chris Vogt, 'sommelier' e um dos proprietários da marca
Chris Vogt, 'sommelier' e um dos proprietários da marca | Foto: Reprodução/Redes sociais

Produzido em Triunfo (RS), o azeite brasileiro Milonga recebeu o prêmio de melhor azeite do Hemisfério Sul no EVO IOOC Italy 2022. A competição foi realizada neste mês de maio.

De acordo com as regras do concurso, produtos de hemisférios diferentes não podem competir entre si. Desse modo, o azeite brasileiro Milonga conseguiu a premiação máxima no concurso.

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O Milonga é produzido com azeitonas do tipo arbequina, uma variedade espanhola. “Nosso arbequina recebeu o prêmio máximo da competição sendo eleito o melhor azeite do Hemisfério Sul, além de recebermos medalha de ouro no nosso corte arbequina/coratina e prata no nosso Koroneiki”, disse Chris Vogt.

Criada em 2019, a marca ainda não havia participado de competições internacionais. “É a primeira vez que colocamos nossos azeites em concursos”, comentou Vogt, sommelier e um dos proprietários da marca. “Isso prova quanto nossos azeites são especiais.”

De acordo com o Canal Rural, a produção de azeitonas da empresa está em cerca de 80 toneladas. Mas existe a projeção de alcançar 200 toneladas por ano até 2027. O azeite brasileiro Milonga pode ser comprado por meio da loja no site da empresa. Porém, a premiação EVO IOOC Italy alavancou as vendas de modo inesperado. Uma garrafa de 250 ml custa cerca de R$ 60.

“Todos os pedidos gerados serão atendidos”, informa um comunicado no site. “Mas, no momento, pelo respeito que temos com nossos clientes, estamos colocando somente com pré-venda, com previsão de expedição para a segunda semana de junho. Não se preocupe, que ainda temos um bom estoque e em alguns dias iremos retomar as vendas mais preparados. Mas foi uma situação que não esperávamos.”

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28 comentários Ver comentários

  1. Isso é fantástico!! Parabéns a todos os envolvidos. Não importa se é melhor do mundo, do hemisfério sul ou do norte. É um produto de qualidade e isso é fato. Mas uma vez parabéns e sucesso.

    1. Todos comentam se o azeite ganhou prêmios ou não, na verdade a maioria de nossos azeites são puros e possuem índices de peróxido, acidez, substâncias que baixam a oxidação em nosso organismo, esse sim é o motivo que me leva a comprar todos os anos algumas garrafas de vários produtores brasileiros, A Olivas do Sul localizada em Cachoeira do Sul -RS foi uma grande responsável em fazer nossos azeites famosos pelo mundo, acreditando, desenvolvendo, pesquisando juntamente com parcerias acadêmicas e investimento pesado em viagens à Itália, Espanha entre outros, a troca de experiências foi intensa. Parabéns aos produtores que acreditaram e mantenham os seus produtos puros, pois a maioria dos azeites importados não o são. José Alberto Aued da Olivas do Sul que foi o pioneiro, Emanuel da Costa hoje na Sabiá obrigado pela dedicação, e pela qualidade desses produtos. Ainda está barato por todos os benefícios que esse produto nos propícia. Apenas como comparativo uma maço de cigarro custa em média R$12,00 a R$15,00 e muitos consomem 1 ao dia …. Cervejas artesanais custam R$ 30,00 a R$50,00 e se consome em minutos, não fumo mas a cerveja as vezes bebo(kkk). 500 ml dura alguns dias e a família toda se beneficia. Valeu.

  2. Possivelmente é um bom azeite. O RS por ter um verão mais seco e um inverno mais úmido, se aproxima mais do clima mediterráneo, além das temperaturas mais baixas devido à Latitude mais alta. Mas aqui no Sul de, Minas, com verões super chuvosos e temperaturas baixas devido à altitude…. Solo super argiloso… Tudo diferente do Mediterrâneo. E olha que estão plantando um monte de oliveiras. Não sei não.

    1. Edson, o azeite Gallo vermelho não é extra virgem. O extra virgem é o verde. Veja no link abaixo:
      http://gshow.globo.com/novelas/fina-estampa/blog-do-chef-rene/platb/2012/03/20/a-diferenca-entre-azeite-virgem-e-extra-virgem/

  3. Parabens, mas o melhor do hemisferio sul, nao e o melhor do mundo….Espanha, portugal, italia, grecia, israel sao muito mais tradicionais na produção de azeite e estao no hemisfério norte. E a mesma coisa q falar q o campeao da libertadores e o melhor do mundo, qdo todo mundo sabe q os melhores estao na europa.

  4. Parabens ao Milonga e seus produtores gaúchos. Ser o melhor do hemisfério Sul é muito reconfortante aos profutores. Nós, brasileiros, somos gratos pela injeção de qualidade!!

  5. Na manchete diz ser o melhor azeite de oliva do MUNDO, mas no texto a coisa muda de figura, diz ser o melhor do HEMISFÉRIO SUL. Ora, que eu saiba no hemisfério sul, só quem produz azeite de oliva é o Brasil, Argentina e Chile e ninguém mais. Então, parabéns ao gaúcho que deve sim, produzir um bom azeite de oliva mas a revista tem que parar com essas coisas, no mínimo vergonhosas.

    1. Concordo com você, Paulo. A OESTE está parecendo o Jornal da Cidade On Line. As notícias sempre são “avassaladoras”,como eles mesmo dizem no título, motivo pelo qual não renovei a assinatura.

      1. O Jornal da Cidade, chora até agora, sua saída.

      2. Manchete mal elaborada – deveria ser “Azeite brasileiro é reconhecido como o melhor do mundo produzido no Hemisfério Sul”.

  6. Se o povo brasileiro aprender a votar e não tiver a memória desmiolada e votar outra vez na esquerda, que enganou todos os brasileiros em 13 anos que governou o país. Esse tipo de notícia será constante, seremos o melhor país do mundo.

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