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Agronegócio

Bahia confirma caso de gripe aviária no Estado

A indústria brasileira de alimentos continua livre da doença

São Paulo Gripe avirá São Paulo
Pássaros trinta-réis-real (Thalasseus maximus) | Foto: Reprodução/UFRGS

Até o momento, existem 25 notificações da gripe aviária encontradas no Brasil. Todas elas são em aves silvestres. O mais novo deles é na Bahia.

Trata-se da contaminação de um trinta-réis-real confirmada nesta quinta-feira, 7, na cidade de Caravelas, no litoral Sul do Estado. A notificação aparece no painel do Ministério da Agricultura sobre os casos de gripe aviária no Brasil.

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Saiba mais: ‘Brasil dá resposta adequada à gripe aviária’, afirmam importadores

A ferramenta entrou em operação nesta quarta-feira. Por meio dela, é possível encontrar um panorama geral sobre os casos em todo o território brasileiro. A lista também mostra os dados das investigações, que terminaram com resultado negativo. O Ministério da Agricultura irá atualizar o painel diariamente em dois horários: às 13h e às 19h.

Gripe aviária no Brasil

O primeiro município baiano a confirmar um caso da doença fica próximo à divisa com o Espírito Santo, Estado com mais notificações no país: 17. Na sequência, aparece o Rio de Janeiro (7), seguido de Rio Grande do Sul, São Paulo e Bahia, empatados com um caso cada um.

Mesmo com os casos mais recentes, a doença não chegou às criações comerciais nacionais. Atualmente, o Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango. A produção local é a segunda mais expressiva no ranking mundial, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Além disso, esse alimento é a principal fonte de proteína animal nas mesas dos brasileiros.

Perigos aos humanos

A ingestão de carnes e ovos não transmite a doença para humanos. O homem adquire a gripe aviária por meio do contato com aves infectadas ou com os excrementos dela. Assim, o contágio dos humanos geralmente ocorre com aqueles que lidam com as criações sem os devidos cuidados — e a contaminação é rara. Contudo, ela preocupa, porque metade dos doentes morre.

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