‘Brasil deve consolidar-se como maior produtor de alimentos’, afirma Bolsonaro

Presidente da República participou do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, na Rússia, realizado nesta sexta-feira
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Jair Bolsonaro está otimista com o agronegócio brasileiro
Jair Bolsonaro está otimista com o agronegócio brasileiro | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, 4, durante participação no Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, na Rússia, que o Brasil deve tornar-se o maior produtor de alimentos do mundo. “Continuamos a garantir a segurança alimentar de um sexto da população mundial”, afirmou o chefe do Executivo federal.

Segundo Bolsonaro, a agricultura brasileira atende aos mais altos requisitos sanitários e de sustentabilidade. “Apenas 27% de nosso território é utilizado pelo agronegócio”, explicou o presidente. “Temos orgulho de preservar 84% do nosso bioma amazônico e 66% da nossa vegetação.”

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O presidente ressaltou, ainda, que o Brasil está aberto a investimentos, principalmente nos setores de tecnologia e inovação. “Associo-me às lideranças políticas e empresariais aqui presentes para a construção de uma ordem internacional baseada na prosperidade econômica, liberdade, paz e no desenvolvimento sustentável para todos”, concluiu.

Leia também: “O sequestro ambiental”, artigo de Ana Brambilla publicado na Edição 63 da Revista Oeste

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7 comments

  1. A notícia é um chute no saco dos esquerdopatas e da mídia esquerdopata, q não acorda um dia sequer sem pensar em sabotar o agronegócio. De longe, o agronegócio é o mais bem sucedido ramo empresarial do país, com um show de competência e bons resultados.
    São eles q nos salvaram do abismo financeiro dos malditos governos petistas e põem comida na mesa do Brasil inteiro e de boa parte do mundo. Se não fosse por eles, a comida seria mais escassa e, logo, muito mais cara.
    O agronegócio está com BOLSONARO, o povo está com BOLSONARO. Esta aliança aniquila o discurso comunista.

  2. Sim . Maior produtor de alimentos. Os preços do óleo de soja (103,79%) e do arroz (76,01%) dispararam no acumulado do ano passado. Outros itens que também tiveram altas expressivas foram o leite longa vida (26,93%), as frutas (25,40%), a batata-inglesa (67,27%) e o tomate (52,76%). Pesam também o desabastecimento de alguns produtos por causa do aumento das exportações. O arroz, subiu quase 120% no atacado e 62% no varejo. A carne bovina 33,6% de alta, e o óleo de soja chegou a aumentar 99,1%.O feijão preto subiu quase 30%. Como os brasileiros fugiram da carne bovina o frango congelado, 17,8%. O preço do ovo, por sua vez, avançou 7%, e, dentre as carnes de porco, a linguiça disparou 30% e até mesmo a salsicha ficou 12% mais cara. Parabéns Maior Produtor de Alimentos. Estou orgulhoso.

    1. E vc esquerdoesperto, sabe o porquê disso? Infra estrutura de logística (leia-se transporte) totalmente sucateada, herança dos governos PSDBistas e Petistas e alta carga tributária, principalmente em impostos estaduais e municipais. O preço do combustível distribuído pela estatal do Lula também entra nessa conta. Graças ao ministro Tarcísio que vem dando um show de eficiência e lisura e do governo do PR Bolsonaro, que em 2 anos não teve sequer um caso de corrupção na esfera federal vamos virar esse jogo…
      Só depende de nós…
      Reflita cumpanheiro

      1. Parabéns, André, pela sábia resposta. Respondeu com argumentos baseados em fatos, e não em “achismos”.

    2. ÁH .. A inveja e a ignorância, quer culpar quem está fazendo alguma coisa, como se os produtores determinassem o preço…não entendem como funciona o mercado e ainda não entende que numa pandemia(dificuldades logísticas, dólar, etc) e com dinheiro de auxilio jorrando.. o consumo tendia a aumentar… só podia ser um esquerdóide!

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