O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, vai participar do “tratoraço” em Porto Alegre. A agenda do político foi confirmada por sua assessoria a Oeste. A manifestação na capital gaúcha está marcada para acontecer na quinta-feira, 8. Clair Khun, secretário de Agricultura do Estado, também afirmou que irá ao ato.
Os comboios de caminhões e tratores começaram a chegar na capital na tarde desta quarta-feira, 7. O movimento SOS Agro RS está organizando os protestos. Formado por pessoas ligadas ao agro gaúcha, o grupo surgiu para reivindicar auxílio aos produtores rurais em socorro aos estragos causados pelas chuvas no Estado em 2024. As inundações atingiram grande parte das lavouras criações no Estado.
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O desastre acarretou perdas aos produtores que já acumulavam prejuízos. Em 2023 e 2022, o problema foi a seca. A falta de água reduziu a safra de grãos local em cerca de 30 milhões de toneladas, de acordo com as estimativas da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), que apoia o tratoraço.
A principal reivindicação dos manifestantes é o refinanciamento das dívidas dos produtores rurais. A Farsul requisitou ao Ministério da Agricultura um plano para que os pagamentos ocorram ao longo de 15 parcelas anuais. Até o momento, a pasta não confirmou se irá atender à demanda.
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Tratoraço antes de Porto Alegre
Segundo o SOS Agro RS, agricultores fizeram protestos em forma de tratoraço em 23 municípios gaúchos na terça-feira 7. Na quarta-feira, a lista já havia subido para 60. Para quinta-feira, além dos tratores, o protesto deve contar com caminhões e comboios de ônibus com os agricultores. O ato está marcado para começar às 9h da manhã.








































Aproveitador. O RS não tem governador. Esse sujeito é totalmente incapaz. A catástrofe no estado serviu para expor essa gente que usa cargos públicos para somente fazer carreira política sem nenhum compromisso com a população e desenvolvimento. A esquerda ficou exposta de forma nunca vista antes, sua preocupação sempre foi a promoção pessoal e angariar recursos para manipular de forma a render dividendos políticos.