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Advogado de PM que jogou homem de ponte se manifesta

Raul Marcolino afirma que Luan Felipe Alves Pereira foi abandonado pela corporação

Defesa do PM Luan Felipe Alves Pereira disse que que a prisão foi mantida em virtude do clamor público | Foto: Reprodução/Twitter/X
Defesa do PM Luan Felipe Alves Pereira disse que que a prisão foi mantida em virtude do clamor público | Foto: Reprodução/Twitter/X

Raul Marcolino, advogado de Luan Felipe Alves Pereira, policial militar preso por ter jogado Marcelo do Amaral de uma ponte, se manifestou, nesta quinta-feira, 5. Segundo ele, a corporação abandonou o PM. A defesa também disse que a prisão foi mantida em virtude do clamor público.

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Além de Marcolino, Wanderley Alves compõe a defesa do soldado, em nome da Associação dos Praças da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

“Em nosso entender, na verdade, é desnecessária a prisão dele”, afirmou Marcolino. “Ressaltamos isso, inclusive, porque ele é praça. É soldado da PM. Portanto, uma classe, em tese, vista como inferior.”

Imagens mostram ação do PM

Pereira jogou Amaral de uma ponte na Vila Clara, bairro de Cidade Ademar, distrito da zona sul de São Paulo. Imagens que mostram a ação do PM começaram a circular nas redes sociais na última segunda-feira, 2.

Luan Felipe Alves Pereira Pereira jogou um homem de uma ponte na Vila Clara, bairro da Cidade Ademar, distrito da zona sul de São Paulo | Foto: Reprodução/Twitter/X
Luan Felipe Alves Pereira Pereira jogou um homem de uma ponte na Vila Clara, bairro de Cidade Ademar, distrito da zona sul de São Paulo | Foto: Reprodução/Twitter/X

Ao jornal Folha de S.Paulo, Marcolino afirmou que policiais não têm amparo jurídico em casos como esse. “O PM do Estado de São Paulo não tem à disposição dele um departamento jurídico para apoiá-lo nessas situações”, disse. “Infelizmente, nessas horas, em que pese a gravidade, seja lá qual for, o PM se viu abandonado e condenado.”

Defesa disse que soldado deve ter julgamento digno

Além disso, o advogado afirmou que o soldado deve ter um julgamento digno. “Nossa associação não vai deixá-lo sozinho, independentemente do que ele tenha feito”, garantiu. “Porque, inclusive, é nesses momentos que o PM precisa de defesa, de defesa técnica, de advogado. Ressalto que, o Estado não confere isso a ele.”

Wanderley Alves, por sua vez, afirmou que a defesa vai apresentar um habeas corpus. “A decisão que manteve a prisão é verdadeira antecipação de pena”, disse Marcolino. “Até porque o policial já estava cumprindo expediente na Corregedoria e tem colaborado nas investigações.”

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3 comentários
  1. José Roberto Manfio
    José Roberto Manfio

    Penso, que a polícia militar, precisa dar um treinamento aos policiais, para o controle emocional ! Já vi algumas abordagens e os abordados, falam com um desrespeito com os policiais, que até eu que estou passando fico indignado, com o desrespeito com os policiais ! Eu sempre respeitei quekatqe autoridade policial!

  2. Jorge Fernandes
    Jorge Fernandes

    Inaugurada mais uma prisão preventiva inédita, a do crime de lesão corporal

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