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Anvisa aprova registro definitivo da vacina da Janssen contra covid-19

O órgão também deu aval para a dose de reforço do imunizante

janssen
Vacina da Janssen, do grupo Johnson & Johnson | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta terça-feira, 5, o registro definitivo da vacina da Janssen contra covid-19. O imunizante já tinha recebido a autorização para uso emergencial no dia 31 de março do ano passado.

A Anvisa informou que, além da autorização definitiva do ciclo básico de vacinação, o registro inclui a aprovação da dose de reforço.

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“É a consolidação da análise dos melhores dados disponíveis e de forma completa, com informações mais robustas dos estudos de qualidade, eficácia e segurança, bem como do plano de mitigação dos riscos e da adoção das medidas de monitoramento”, disse o gerente-geral de Medicamentos e Insumos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes.

“Com o registro, a população recebe um atestado de que o produto passou por exigências comparáveis às das melhores agências reguladoras do mundo”, completou.

A Anvisa relembrou que a vacina da Janssen é baseada em um vetor de adenovírus e é indicada para prevenir a covid-19 em pessoas com 18 anos de idade ou mais.

“A vacina é aplicada em dose única para imunização primária. Adicionalmente, uma dose de reforço da vacina (recombinante) pode ser administrada pelo menos dois meses depois da primeira dose”, declarou a Anvisa.

A dose única da Janssen também pode ser utilizada como uma dose de reforço para outros imunizantes de tecnologia mRNA, como a Pfizer. O intervalo para a dose extra é igual ao autorizado para a vacina utilizada na vacinação primária.

“O prazo de validade do produto é de 24 meses, a contar da data da sua fabricação, quando armazenado em temperatura de -25°C a -15°C. Após o descongelamento, a vacina deve ser conservada sob refrigeração, à temperatura de 2°C a 8°C. Nesta condição, a vacina possui validade de seis meses”, informou a Anvisa.

Leia também: “Liminar contra passaporte vacinal na USP”, reportagem de Guilherme Fiuza publicada na edição 106 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. Paulo Rogério do Amaral Lyra
    Paulo Rogério do Amaral Lyra

    Mais uma? E já chega com duas doses. Não dou um mês para dobrarem para 4 doses. Pra quê mais essas porcarias? O mundo inteiro não está imunizado naturalmente com a variante Ômicron? Vamos partir para a próxima PANDEMIA que, segundo os especialistas/especuladores/investidores, será uma febre hemorrágica. Preparem-se para novas mentiras terroristas.

  2. Gustavo Silveira de Almeida
    Gustavo Silveira de Almeida

    Imunizante? Imunizante? Ainda nessa MENTIRA Revista Oeste?? É inacreditável!

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