Após nota de Oeste, senador pede retirada de jornal da lista de ‘fake news’

Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) pediu que A Gazeta do Povo seja retirado da lista da CPMI que classificou o jornal como divulgador de "notícias falsas"
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Senador defendeu o jornal paranaense | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Senador defendeu o jornal paranaense | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado | Oriovisto - Gazeta do Povo - lista - fake news

Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) pediu que A Gazeta do Povo seja retirado da lista da CPMI que classificou o jornal como divulgador de “notícias falsas”

Oriovisto - Gazeta do Povo - lista - fake news
Senador defendeu o jornal paranaense | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
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Um dia após a Revista Oeste revelar que os técnicos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das fake news classificaram o jornal A Gazeta do Povo como divulgador de “notícias falsas”, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), saiu em defesa do veículo. O parlamentar pediu que o presidente da CPMI, Ângelo Coronel (PSD-BA) retire o jornal paranaense da lista.

“Infelizmente, a CPMI da fake news cometeu uma grande injustiça com todo o Estado do Paraná. Eu já falei ao nosso querido Senador Angelo Coronel, e ele certamente não é o culpado disso, mas veja: uma CPMI de fake news não pode produzir uma fake news. E olha o que fizeram: catalogaram o jornal A Gazeta do Povo, o mais tradicional jornal do Paraná, com mais de cem anos de existência, como sendo um jornal gerador de fake news”, argumentou o senador.

Maior veículo online do Paraná, A Gazeta do Povo entrou no relatório de divulgadores de “notícias falsas” solicitado pela CPMI. O documento seria utilizado pelos parlamentares como conjunto probatório relacionado ao financiamento público de plataformas de conteúdo especializadas em fake news.

“A Associação Brasileira de Imprensa já se pronunciou, os principais órgãos de imprensa já se pronunciaram, e eu acho, que a CPMI tem que tomar mais cuidado. Isso vai contra a reputação de um jornal secular, tradicional, que se confunde com a história do Paraná. Nós não podemos admitir que uma coisa como essa aconteça, porque desmoraliza a própria CPMI”, completou o senador Oriovisto Guimarães.

Além do tradicional veículo paranaense, os consultores legislativos também consideraram como sites com conteúdo falso um portal evangélico Gospel Prime e até uma plataforma de divulgação de resultados do jogo do bicho chamada Resultado Agora.

Os consultores legislativos consideraram ainda como plataformas de notícias falsas outros sites noticiosos como o Diário do Centro do Mundo, a Revista Fórum e o Conexão Política.

 

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5 comentários

  1. Interessante. Aprovando-se a lei que criminaliza as fake news, já temos matéria para o primeiro processo contra os divulgadores de notícias falsas. Será uma inauguração em grande estilo!

  2. Que absurdo o jornal Gazeta do Povo ser incluído nessa lista ridícula de fake news, um dos melhores jornais do Brasil, pelo seu perfil conservador e ético! Um jornal que informa e trata seus leitores com respeito!

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