publicidade
Brasil

Brasil registra média de 107 celulares roubados ou furtados por hora em 2023

Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 937 mil aparelhos foram subtraídos no ano passado; a Samsung é a marca mais visada

Cenas íntimas
Os celulares mais visados pelos criminosos são Samsung, Apple e Motorola | Foto: | Foto: Divulgação

O Brasil tem registrado uma média de 107 celulares roubados ou furtados por hora, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, divulgado nesta quinta-feira, 18, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Em 2023, foram roubados e furtados 937 mil celulares, representando uma redução de 6,7% em comparação a 2022. A marca mais visada foi a Samsung, com 37,4% dos casos. Em seguida está a Apple, com 25% dos registros, e a Motorola, com 23,4%.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste

Segundo o anuário, os registros de celulares roubados ocorrem, geralmente, “quando as pessoas estão saindo de casa e retornando do trabalho/escola entre 5h e 7h da manhã e entre 18h e 22h.” Já os furtos são “mais frequentes” entre 10h e 11h, assim como entre 15h e 20h.

Até 2022, o roubo era a modalidade predominante de subtração de celulares. No entanto, a partir de 2023, com a diminuição geral dos roubos, os furtos passaram a ser mais comuns.

Entre 2018 e 2023, os roubos de celulares caíram 21%, enquanto os furtos aumentaram 13,7%. Em 2022, foram registrados 492,9 mil roubos e 490,7 mil furtos. Em 2023, a tendência se inverteu, com 494,3 mil furtos e 443 mil roubos.

Manaus, capital do Amazonas, lidera o ranking de ocorrências por 100 mil habitantes, com 2.096 casos. Teresina (1.866) e São Paulo (1.781) vêm em seguida.

Polícia de SP prende maiores exportadores de celulares roubados

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, em março, dois homens apontados como os maiores exportadores de celulares roubados e furtados do país. A operação aconteceu na Rua Guaianases, no centro da capital paulista. Os nomes dos criminosos não foram divulgados.

No local, próximo à cracolândia, a Polícia Civil aprendeu centenas de aparelhos celulares. De acordo com as investigações, os criminosos teriam movimentado mais de R$ 10 milhões nos últimos cinco anos.

O vinculo entre os criminosos foi descoberto por meio de registros de depósitos bancários.

“Eles são considerados os maiores exportadores de aparelhos celulares”, disse o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite. “Alcançamos o topo da cadeia ilícita com criminosos que compravam celulares roubados e exportavam para outros países”.

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade