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Brasil registra primeiros casos de varíola dos macacos em crianças

Pacientes estão sendo monitorados e não apresentam sinais de agravamento

São Paulo tem a primeira morte por varíola dos macacos
Varíola dos macacos se espalha pela Europa | Foto: Reprodução: Irina Starikova/Shutterstock

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo confirmou, nesta quinta-feira, 28, três casos de varíola dos macacos em crianças, os primeiros nesta faixa etária no Brasil. Segundo a secretaria, as crianças estão sendo monitoradas e não há sinais de agravamento do quadro.

A confirmação dos casos ocorreu cinco dias após a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter decretado situação de emergência de saúde pública, de caráter global, para a doença.

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Conforme nota da Secretaria Municipal, desde os primeiros alertas da OMS para a doença, foram instituídos protocolos para as redes pública e privada para atendimento dos casos suspeitos. “O órgão está com toda a operação de atendimento, diagnóstico e monitoramento em pleno funcionamento”, diz o comunicado.

O Estado de São Paulo é o que mais registra casos da varíola dos macacos. Até terça-feira, havia 978 casos no Brasil, 774 dos quais em São Paulo. O Brasil é o sexto país no mundo em número de casos.

A líder técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o controle da doença, Rosamund Lewis, considera a situação brasileira muito preocupante e recomendou que as autoridades tomem as medidas adequadas.

Uma das principais ações de combate é conseguir uma vacina que garanta proteção de 80% contra o vírus, que está sendo fabricada na Dinamarca. O governo do Estado já informou que pretende comprar doses ou até produzi-las no Instituto Butantan.

Neste momento, a OMS não recomenda a vacinação em massa, mas a aplicação de doses em pessoas que foram expostas ao vírus ou a grupos que estejam em risco maior, como profissionais da saúde e gays. A OMS chegou a recomendar que os homens reduzam o contato sexual com outros homens, para evitar a doença. Em Nova Iorque, a vacinação para o público já começou.

1 comentário
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Reportagem incompleta. Não diz como essa crianças contraíram essa doença, se os pais trabalham na área da saúde ou não, etc… Mas, por outro lado se preocupa em dizer que as vacinações já estão sendo providenciadas. O importante é vacinar-se…É muita cachorrada.

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