Brasil sobe três posições em ranking de inovação

Apesar dos impactos da pandemia, os setores conseguiram se recuperar com a digitalização
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O relatório abrange 132 economias globais
O relatório abrange 132 economias globais | Foto: Divulgação/Flickr

O Brasil subiu três posições no ranking anual de inovação e ocupa o 54º lugar. O levantamento deste ano, do Índice Global de Inovação (IGI), com a análise de dados referentes ao ano passado, foi divulgado nesta quinta-feira, 29.

A publicação é feita pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, em parceria com o Instituto Portulans, e tem o apoio de entidades, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice abrange 132 economias.

O IGI 2022 é calculado a partir da média de dois subíndices. O primeiro é chamado de insumos de inovação. Nesse subíndice, são analisados os elementos da economia que facilitam e viabilizam o desenvolvimento de atividades inovadoras.

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Há cinco pilares: instituições, capital humano e pesquisa, infraestrutura, sofisticação do mercado e sofisticação empresarial.

O segundo subíndice, de produtos de inovação, visa captar o resultado efetivo das práticas inovadoras. Divide-se em dois pilares: produtos de conhecimento e tecnologia e produtos criativos.

Conforme a CNI, embora o Brasil tenha caído duas posições no ranking específico dos insumos de inovação (de 56º para 58º), subiu seis na lista dos resultados (de 59º para 53º), o que explica a melhora no geral.

“Isso quer dizer que, em relação aos investimentos em inovação, o Brasil piorou. Contudo, é como se os agentes do ecossistema brasileiro tivessem feito mais com menos e obtido melhores resultados, apesar da queda nos insumos/investimento”, afirma Gianna Sagazio, diretora de inovação da CNI.

“Apesar do enorme impacto da pandemia de covid-19 na vida e nos meios de subsistência, muitos setores têm demonstrado uma notável resiliência, especialmente os que adotaram a digitalização, a tecnologia e a inovação”, destacou o relatório.

Apenas uma nação da América Latina está entre as 50 principais do IGI. Trata-se do Chile, que ocupou a 50ª colocação do ranking geral. O Brasil (54º) é a economia da região que vem depois, seguido pelo México (58ª).

Os dez países com as melhores colocações no índice geral são: Suíça, Estados Unidos, Suécia, Reino Unido, Holanda, Coreia do Sul, Singapura, Alemanha, Finlândia e Dinamarca. O indicador foi criado em 2007.

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