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Brasil

Cerrado bate recorde de queimadas no 1º semestre

Bioma registrou 13,2 mil focos de calor de 1º de janeiro a 30 de junho, informa o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)

Bombeiros do Distrito Federal combatem incêndio no Cerrado da Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central, vizinha ao Parque Nacional de Brasília (DF), localizada a cerca de 40km do Palácio do Planalto — 18/9/2020 | Foto: Ruy Baron/Ishoot/Agência Estado
Bombeiros do Distrito Federal combatem incêndio no Cerrado da Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central, vizinha ao Parque Nacional de Brasília (DF), localizada a cerca de 40km do Palácio do Planalto — 18/9/2020 | Foto: Ruy Baron/Ishoot/Agência Estado

Em reportagem publicada na Edição 224 da Revista Oeste, Anderson Scardoelli destacada um recorde obtido pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com o petista no poder, o cerrado registrou o maior volume de focos de calor da história para um primeiro semestre.

A partir de dados do satélite de referência do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), informa-se que o bioma contabilizou 13,2 mil focos de calor de 1º de janeiro a 30 de junho. Superou assim o recorde que persistia desde 2007. Ano que, afinal, o país tinha como presidente justamente Lula. O petista “superou a si mesmo”, conforme destaca a reportagem.

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Para além de termos técnicos do Inpe, a matéria ressalta, por exemplo, que focos de calor são, basicamente, sinônimos de queimadas e incêndios florestais

Leia um trecho da reportagem sobre queimadas no cerrado

“Com relação ao Cerrado, Lula conseguiu superar a si mesmo. O recorde de incêndios florestais no bioma para um primeiro semestre havia sido registrado em 2007, primeiro ano do segundo mandato do petista. Agora, foram contabilizados 15 focos de calor a mais.

Outros recordes de incêndios florestais aconteceram com Lula à frente do Executivo federal. A Amazônia, por exemplo, nunca queimou tanto num primeiro semestre como no período de janeiro a junho de 2004, com 17,3 mil registros. Um ano antes, havia sido a vez da Mata Atlântica. Pela primeira vez desde o início da série histórica, que agrupa estatísticas desde junho de 1998, o bioma superou 8 mil focos de calor na soma dos seis primeiros meses de um ano.”

Veja, além disso, o gráfico que acompanha a reportagem:

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