Em muitas partes do país, o Bolsa Família é quase uma regra. Mas em outras, o benefício praticamente não aparece. O melhor resultado está no interior de Santa Catarina: em Pomerode — cidade conhecida como a mais alemã do Brasil.
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Pomerode tem quase 37 mil habitantes. Desses, menos de 190 precisaram do Bolsa Família para fechar as contas em agosto. Isso significa apenas cinco a cada mil moradores.
A vida na Cidade dos Alemães
Na cidade, quase todos são descendentes de alemães. Até pouco tempo atrás, era mais comum ouvir a língua germânica do que o português nas ruas. Hoje, ainda é fácil encontrar placas bilíngues em comércios, escolas e repartições, escritas em português e alemão — e cabe ao visitante escolher em qual idioma prefere ler.
Nas escolas municipais, a alfabetização é feita nos dois idiomas. Entre os moradores mais antigos, o sotaque carregado do país de origem dos antepassados ainda predomina, com expressões germânicas inseridas naturalmente nas conversas. A gastronomia local também reforça essa herança: chucrute, marreco, pato e o eisbein — joelho de porco com repolho — estão entre os pratos mais comuns nos cardápios.
Outro traço marcante é o espírito empreendedor. Pomerode gera empregos em diversos setores e atrai visitantes de todo o Brasil pelo turismo histórico. O município concentra o maior número de casas em estilo enxaimel fora da Alemanha. Nessas construções de madeira e argamassa, preservadas com cuidado, muitas famílias mantêm residências que funcionam também como museus, lojas de suvenires ou espaços de produção artesanal.
Nas prateleiras, doces, bebidas típicas e chocolates premiados — muitos produzidos localmente. Com doçura, eles ajudam a manter a Cidade dos Alemães como a menos dependente do Bolsa Família em todo o Brasil.






































Essa cidade é muito bonita, povo educado e acolhedor ! 👏🏻👏🏻
O Brasil é um país com diversos tipos de brasileiros.
Uns trabalham e são explorados com impostos estratosféricos enquanto outros mamam às custas dos explorados. O poder coloca cabresto no povo analfabeto e o conduz como melhor lhe convém.
Fiz concurso público para cidade de Santa Helena – Sc que é uma dessas cidades, sofri toda natureza de preconceito mesmo cumprindo minhas obrigações e horários sem nunca me atrasar ou falhar no ofício . E trabalhando lá na administração pública descobri que todas as áreas livres para o crescimento da cidade são controladas por 4 famílias, que segundo eles “controlam os problemas sociais”. A pergunta é: É legítimo em nome de diminuir os problemas sociais abrir mão do princípio da igualdade que nos é fornecido pela Constituição?.
Brasileiro é empreendedor por natureza. Algumas regiões é que estão abrindo os olhos para enxergarem que sabem viver sem muletas e que quem quebra suas pernas são os mesmos que fingem lhe fornecer “essas muletas”. Nordestino é visto, como aquele que tira leite das pedras, nortista como aquele que viajante que se adapta em qualquer situação. Nós vamos conseguir. Juntos somos Brasil verde, amarelo, azul e branco.
Este é o Brasil trabalha e não depende do Estado.
Aliás o Estado é muitas vezes um peso nas nossas costas.
Adoro Pomerode! E mudou bastante desde q fui a primeira vez em 2005! Cheguei no primeira dia da Festa Pomerana! Ficamos hospedados em uma residência!
Fui algumas vezes depois! Uma delas, de passagem, para comer marreco!
Na última, tivemos a oportunidade de rever os amigos q fizemos na casa onde nos hospedamos na primeira vez! Querida Marise!🌻