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Conselho Federal de Medicina libera propaganda de médicos nas redes sociais

Profissionais poderão mostrar antes e depois de pacientes

médicos propaganda
Não é permitido divulgar nomes comerciais de medicamentos, produtos alimentícios, cosméticos e remédios | Foto: Freepik

Nesta terça-feira, 12, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou que os médicos façam propaganda de antes e depois de seus pacientes nas redes sociais.

Os médicos também poderão repostar elogios e vender produtos, desde que não sejam alimentos e remédios. O CFM resolveu fazer as mudanças depois de uma consulta pública com mais de 2,6 mil médicos. Antes, todas essas práticas eram proibidas.

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A flexibilização ocorre graças à influência das redes sociais, onde a divulgação de serviços se tornou cada vez mais comum entre os profissionais.

Mas há regras a serem cumpridas. Segundo o CFM, o médico que fizer propaganda nas redes sociais deve incluir, obrigatoriamente, o número do registro profissional na descrição do perfil.

Como os médicos podem fazer propaganda nas redes sociais

CFM flexibiliza regras por influência das redes sociais | Foto: Divulgação/CFM

Além disso, um profissional só pode se dizer especialista se comprovar onde e quando fez curso da área. O médico também deverá diferenciar especializações curtas e prós-graduações.

Apesar de poder vender equipamentos, os médicos não poderão dar “selo de qualidade” a um produto.

Quando um médico for postar o antes e depois de um paciente, não será permitido usar filtros. Diferentes biotipos também devem ser representados, com indicações e restrições de saúde.

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Os médicos têm autorização para repostar elogios de pacientes, inclusive famosos. Mas não podem levar a crer que só eles fornecem o resultado. A publicidade de preços e promoções de tratamentos também foi autorizada.

Sobre as propagandas, não é permitido divulgar nomes comerciais de medicamentos, produtos alimentícios, cosméticos e remédios, segundo o portal Metrópoles.

Os médicos não podem divulgar tratamentos não recomendados pelo Ministério da Saúde, como ocorreu na pandemia. Neste caso, as apurações e julgamentos serão feitos caso a caso.

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