“Minha mulher tomou hidroxicloroquina e, na manhã seguinte, acordou como se não tivesse nada”

"Minha mulher tomou hidroxicloroquina e, na manhã seguinte, acordou como se não tivesse nada", contou Marcos Stávale, um dos maiores neurocirurgiões do Brasil
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Lancet põe artigo sobre cloroquina em revisão | Foto: Divulgação/Flickr
Lancet põe artigo sobre cloroquina em revisão | Foto: Divulgação/Flickr | lancet - revisão - estudo

Depoimento de Marcos Stávale, um dos maiores neurocirurgiões do Brasil

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“No primeiro dia, minha mulher teve 37,7 graus de febre e dores no corpo. No segundo, continuou com 37,8 graus de febre, dores no corpo e ela não conseguia levantar-se da cama. À noite tomou a hidroxicloroquina. Na manhã seguinte, acordou como se não tivesse nada. Ao fazermos o PCR, ficou comprovado que ela havia sido infectada pelo coronavírus”. O autor do relato é Marcos Stávale, um dos maiores neurocirurgiões do Brasil.

“Deve-se considerar o uso desse medicamento logo no início dos sintomas”, diz. “Obviamente, cardiopatas devem evitá-lo e, em alguns outros casos, a cloroquina também não é recomendável. Mas os efeitos colaterais são menos frequentes e a grande maioria dos que forem contaminados pode tomar com baixo risco de complicação, desde que o tratamento seja ministrado da forma correta e com acompanhamento médico”. A mulher de Stávale foi medicada com cloroquina associada à azitromicina.

A declaração de Stávale corrobora a reportagem de capa da revista OESTE desta semana, amparada em depoimentos de pacientes que melhoraram do coronavírus depois de medicados com hidroxicloroquina. “Países como França, Itália, Índia e Colômbia reviram protocolos e passaram a admitir o uso da HCQ no surgimento dos primeiros sintomas de covid-19 e não apenas em pacientes em estado grave”, informou a reportagem.

Há uma semana, 30 cientistas assinaram um documento em defesa do uso da substância em pacientes não-graves infectados pelo vírus. Em entrevista à OESTE, a imunologista e oncologista Nise Hitomi Yamaguchi, diretora do Instituto Avanços em Medicina, também defendeu o uso da hidroxicloroquina associada à azitromicina já no segundo dia depois do início do aparecimento de sintomas como tosse, coriza e perda de olfato.

A Turquia divulgou recentemente progressos significativos com a hidroxocloroquina no tratamento de pacientes com coronavírus nos estágios iniciais da doença. “Muitos países estão prescrevendo esse medicamento para pacientes entubados, mas nossos médicos estão comprovando que ela é eficiente no início do tratamento, para evitar que o vírus se espalhe pelo organismo” disse Fahrettin Koca, ministro da Saúde turco.

Marcos Stávale acredita que, no quadro atual da pandemia, é importante que os infectologistas considerem seriamente o uso que, como ele próprio observou, parece ter funcionado com sua mulher. “Existe o argumento de que os estudos ainda não são conclusivos, mas neste caso a observação clínica é muito importante”, enfatiza. “Estamos vivendo um momento em que é difícil esperar a situação ideal para começar a agir. O tempo é curto e as coisas podem piorar. Quando o vírus chegar à população mais carente, essa epidemia pode sair do controle”.

Talvez por lidar com a vida e a morte – e possíveis sequelas – dos pacientes que deitam diariamente na mesa de cirurgia, Stávale resume numa palavra o que recomenda agora: coragem. E repete a pergunta que muitos fazem há semanas: “Se esta é uma arma que tem se mostrado eficiente, por que não podemos usá-la?”

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41 comentários

  1. É aí Mandetta vai segurar até quando a recomendação para uso do protocolo desde o segundo dia? Vai deixar as pessoas morrerem por causa de sua vaidade? Se ñ tem competência, peça para sair e ñ atrapalhe mais quem quer salvar vidas!

    1. Interessante, esse tipo de reportagem Globo, Folha , Veja e demais alas esquerdistas ,não publicam e o nosso boneco travestido de gestor , vai pra televisão pra fazer marketing. Ridículo

      1. A verdede é única: quem se opõe ao uso da hidroxicloroquina é adepto do quanto pior, melhor. Não há razão para persistir na relutância.

      2. Até há poucos dias, fui contra a saída de Mandeta, mas diante dessas evidências, sendo ele o empecilho ao uso da hidroxicloroquina no início da doença, DEVE SER DEMITIDO IMEDIATAMENTE.

      3. É tão triste, né? É muito triste perceber que os políticos teem suas atitudes e discursos guiados apenas pelo interesse próprio! Mas… há que se compreender: O que é da natureza é forte! E essa é a natureza dos maus políticos!

      4. São os CORONALOVERS, torcem pelo vírus, querem pânico, falam que vào morrer um, dos milhões de brasileiros, torcem pela depressão econômica, pelo desemprego e falência, pelo caos. Mas o povo está vendo e vai dar saber dar a resposta a esses abutres.

      5. Mandela é ortopedista tinha que baixar a guarda e conversar com um especialista infectologista e deixar de ser político neste momento

    2. Essa pergunta tem que ser feita sem parar!!!
      E irá reverberar por muito tempo depois, se esse “cientista” se esconder atrás das palavras por muito tempo.

      1. Agora é torcer e orar muito, se caso sejamos atingidos por esse vírus, que tenha um anjo no hospital que nos forneça hidroxicloroquina+azitromicina para que vençam da melhor forma esse mal… Porque somos Povão. Ou no mínimo consigamos durante a crise de sintomas, uma receita do médico prescrevendo esses 2 medicamentos e que sejam estes encontrados nas farmácias.

    3. ….Mandetta…aproveite o momento e peça pra sair…melhor do que ser exonerado…! Precisamos de uma pessoa com experiência e competência no comando, não de um fisioterapeuta…!

  2. “Se esta é uma arma que tem se mostrado eficiente, por que não podemos usá-la?”
    Porque não agrada a turma do “quanto pior melhor”

  3. Usei a cloroquina há mais de 50 anos, mediante simples indicação de um farmaceutico, para curar (e efetivamente curou) duas malárias . Qual o efeito colateral? Uma leve indisposição no figado. Nada mais.
    Germano

  4. O caso mais sórdido em relação à cloroquina foi a do médico serviçal de Dória, que, curado pela droga se recusou a informar que havia tomado. Foi um desses episódios que, não envolvendo figuras menores, poderia figurar a história universal da infâmia. Durante mais de 70 dias a trabalho em sete países africanos, por recomendação da Air France usei cloroquina todos os dias. Eram comprimidos
    enormes que eu os engolia com água ou com uísque. Isto foi em 1974.

  5. Até há poucos dias, fui contra a saída de Mandeta, mas diante dessas evidências, sendo ele o empecilho ao uso da hidroxicloroquina no início da doença, DEVE SER DEMITIDO IMEDIATAMENTE.

    1. Nem só de testes vive a medicina. Exame, sintomatologia, evidências clínicas… Desgraçadamente hoje a maioria das faculdades de medicina não forma médicos, mas leitores de exames.

    1. Segundo informam, tem vários protocolos, pode-se tomar 2 comprimidos no primeiro dia, depois um por mais cinco dias. Também tem um protocolo de tomar um comprimido por cinco dias, e tem outro de tomar um comprimido por seis dias. É importante tomar logo no início da gripe. Por quê ? Porquê ele é um auxiliar no combate ao vírus. Ele fortalece a parede da célula dificultando a penetração do vírus na mesma, dando tempo dos anticorpos naturais do corpo humano a destruirem os vírus. Deve-se tomar com zinco e o antibiótico azitromicina.

  6. Meus Deus! Nunca li tantos comentários de tamanha ignorância científica juntos!!!!
    Não se trata de uso político do tratamento.
    Se trata de indicar o tratamento com embasamento científico. Para que o tratamento seja benéfico e não prejudicial ao paciente.

    1. Está pra nascer um cara mais burro do que esse ANDRÉ LUIZ DE FREITAS SILVA… Um remédio que existe a mais de 40 anos e que serve para diversas doenças e que foi usado para combater a zica em 2012… Todas as reações adversas são conhecidas e era vendido na farmácia sem prescrição médica… Vai ser burro assim na Rede Globo e para de provocar pânico na população com desinformação seu irresponsável!!

      1. Um remédio que foi usado para combater a ZICA EM MULHERES GRÁVIDAS! SEU ASNO!!!! PARE DE CONFUNDIR AS PESSOAS.. SE NÃO QUER USAR NÃO USE E MORRA SEU DESGRAÇADO!

    2. Não discuta com fantoches da esquerda. Ao ouvir a ladainha “não existe evidência científica para uso da cloroquina”, apenas pergunte: e onde está a evidência científica irrefutável para estarmos em isolamento horizontal? Que estudos comprovam com significância estatística que o isolamento horizontal levou a menor morbi-mortalidade do COVID-19 do que o isolamento vertical, além de crenças e fé cega na OMS? Não há, mesmo assim foi aceito prontamente e sem argumentos fabricados pelas “cabeças pensantes” da máquina de propaganda comunista.

  7. O mais absurdo é ver a histeria contra o uso de um remédio que no fim das contas sempre esteve à venda nas farmácias, isento de prescrição!

  8. O Geraldo Martins tocou no ponto.
    Se o Mandetta bloqueia a hidroxicloroquina + azitromicina , com fins políticos ou por ignorância, ele está assumindo a responsabilidade pelas mortes , das pessoas que não tiveram a medicação , no início da doença. Cabe processo até em cortes internacionais.

  9. Não discuta com fantoches da esquerda. Ao ouvir a ladainha “não existe evidência científica para uso da cloroquina”, apenas pergunte: e onde está a evidência científica irrefutável para estarmos em isolamento horizontal? Que estudos comprovam com significância estatística que o isolamento horizontal levou a menor morbi-mortalidade pela COVID-19 do que o isolamento vertical, além de crenças e fé da OMS? Não há, mesmo assim foi aceito prontamente e sem argumentos fabricados pelas “cabeças pensantes” da máquina de propaganda comunista.

    1. Mais um cego ideológico. Meu amigo, se você pegar a doença, não tome a Hidroxicloroquina. Mas não queira proibir os outros de toma e os médicos de receitar. Parece que você não leu a reportagem em que esta comentando. Um famoso Neurocirurgião atestando a eficácia do remédio que tem mais de 40 anos de existência e com efeitos colaterais largamente conhecidos.

  10. Li essa matéria hj,23/01/21
    Sou prof da área de saúde,e cardiopata
    Uso Hidroxicloroquina há 9 meses
    Meu marido e minha mãe idosa (85),começaram a tb tomar na mesma época.
    Ainda estamos por aqui
    E continuamos com a HCQ
    Não tive nenhuma sequela

    Tenho a sorte de ter um médico de verdade

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